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Colheita de milho da safra 2025/26 avança lentamente e atinge 6,4% no Centro-Sul do Brasil, aponta Safras & Mercado

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A colheita do milho de verão da safra 2025/26 segue em ritmo mais lento no Centro-Sul do Brasil. Até a última sexta-feira (23), os trabalhos haviam alcançado 6,4% da área total prevista, equivalente a 3,608 milhões de hectares, conforme levantamento da consultoria Safras & Mercado.

O percentual está abaixo do ritmo observado no mesmo período do ano passado, quando a colheita estava em 10,3% da área estimada de 3,499 milhões de hectares, e também inferior à média dos últimos cinco anos, de 9%.

Rio Grande do Sul lidera colheita; Santa Catarina vem na sequência

Entre os estados do Centro-Sul, o Rio Grande do Sul é o mais adiantado, com 21,3% da área de 946 mil hectares já colhida. Em Santa Catarina, a ceifa chegou a 4,9% da área estimada de 607 mil hectares.

Nos demais estados produtores — Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás/Distrito Federal, Minas Gerais e Mato Grosso — a colheita ainda não começou, refletindo o calendário de plantio mais tardio e condições climáticas diferenciadas entre as regiões.

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Desempenho abaixo da média histórica reforça atenção do mercado

De acordo com a Safras & Mercado, o andamento mais lento da colheita neste início de ciclo pode influenciar o abastecimento regional e a formação de preços no curto prazo. Apesar do atraso em relação ao histórico, a expectativa é de avanço mais expressivo nos próximos dias, conforme o clima se estabiliza e novas áreas amadurecem para a colheita.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de milho para silagem recua no Rio Grande do Sul após impactos climáticos na safra 2025/26

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A safra de milho destinada à produção de silagem no Rio Grande do Sul encerra o ciclo 2025/26 com redução na produtividade e no volume colhido. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a colheita já ultrapassa 99% da área cultivada no estado, consolidando um cenário marcado pelos impactos das adversidades climáticas ao longo da temporada.

De acordo com a entidade, as geadas registradas durante o ciclo produtivo comprometeram parte das lavouras implantadas mais tardiamente. Muitas dessas áreas, inicialmente planejadas para a produção de grãos, foram redirecionadas para a ensilagem diante da perda de potencial produtivo e da inviabilidade de completar adequadamente o ciclo para colheita de grãos.

Geadas alteraram o destino das lavouras

A mudança de estratégia permitiu aos produtores aproveitar a biomassa disponível e reduzir parte dos prejuízos causados pelas baixas temperaturas.

Segundo a Emater/RS-Ascar, o redirecionamento das áreas para a produção de silagem foi uma alternativa para preservar valor econômico das lavouras afetadas, garantindo o abastecimento de alimento para os rebanhos e minimizando perdas na atividade pecuária.

Produtividade fica abaixo da estimativa inicial

A produtividade média estadual foi revisada para 36.878 quilos por hectare, resultado que representa queda de 3,8% em relação à projeção inicial de 38.338 quilos por hectare, divulgada no período de plantio.

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O desempenho reflete os efeitos das condições climáticas adversas registradas ao longo da safra, que impactaram diretamente o desenvolvimento das plantas e o potencial produtivo das lavouras.

Área cultivada também apresenta redução

A área efetivamente cultivada com milho para silagem no Rio Grande do Sul totalizou 349.085 hectares, segundo dados do IBGE.

O número representa retração de 2% em comparação à safra 2024/25, quando foram cultivados 356.300 hectares.

A redução da área, somada à menor produtividade observada durante o ciclo, contribuiu para a diminuição do volume final produzido no estado.

Produção estadual recua em relação à safra anterior

Com os ajustes realizados ao longo do acompanhamento da safra, a produção gaúcha de milho para silagem foi estimada em 12,87 milhões de toneladas.

O resultado é 0,7% inferior ao registrado na temporada anterior, quando a colheita alcançou 12,96 milhões de toneladas.

Na comparação com a previsão inicial para a safra 2025/26, que indicava potencial de 14,03 milhões de toneladas, a redução chega a 8,3%.

Clima foi principal fator de impacto

A revisão das estimativas confirma que os eventos climáticos tiveram influência decisiva sobre o desempenho da cultura no estado. Além das geadas, as oscilações climáticas observadas ao longo do ciclo limitaram o rendimento das lavouras e reduziram o potencial produtivo inicialmente projetado.

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Mesmo diante dos desafios, a rápida adaptação dos produtores permitiu o aproveitamento de parte das áreas afetadas, garantindo oferta de silagem para a pecuária gaúcha e reduzindo os impactos econômicos da safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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