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Fios de qualidade definem o padrão dos tecidos: Incofios aposta em inovação e sustentabilidade no setor têxtil

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A qualidade de um tecido começa muito antes de chegar às mãos do consumidor. O segredo está nos fios e no processo de fiação, que determinam características essenciais como resistência, elasticidade, durabilidade e conforto.

A Incofios, referência nacional na produção de fios de algodão, tem se destacado por combinar inovação tecnológica, rigor técnico e práticas sustentáveis em todas as etapas da produção.

Segundo o gerente industrial da empresa, Daniel Bodnar, “a qualidade do fio é o que garante a performance do tecido. Investir em um processo de fiação rigoroso é investir em durabilidade, resistência e em um acabamento superior”.

Crescimento da demanda por tecidos sustentáveis

O mercado global de tecidos sustentáveis segue em expansão. De acordo com a consultoria Technavio, a cadeia mundial deve crescer 8,6% ao ano entre 2024 e 2029, impulsionada pela maior conscientização ambiental e pela demanda crescente por produtos eco-friendly.

Esse cenário exige das indústrias têxteis maior atenção à origem da matéria-prima e ao impacto ambiental dos processos produtivos — pontos que vêm guiando a estratégia da Incofios em direção a um modelo cada vez mais sustentável.

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Entenda as diferenças entre os tipos de fios

A escolha do tipo de fio é decisiva para o resultado final do tecido. Cada fibra — natural ou sintética — oferece propriedades únicas que influenciam diretamente no toque, resistência e funcionalidade das peças.

  • Algodão: conhecido pela maciez, respirabilidade e durabilidade, é ideal para roupas que exigem conforto e frescor, como camisetas, jeans, peças infantis e artigos domésticos (como toalhas e roupas de cama).
  • Fibras sintéticas (poliéster, nylon): indicadas para tecidos que precisam de elasticidade e resistência, como roupas esportivas, moda praia e peças de alta performance.

A seleção da fibra correta, aliada a um processo de fiação preciso, garante que o tecido atenda às especificações de cada aplicação — seja em moda, decoração ou indústria.

Processo de fiação é determinante para a performance do tecido

Além da escolha da matéria-prima, o processo de fiação exerce influência direta na uniformidade e qualidade do produto final.

Durante a fiação, aspectos como temperatura, umidade e alinhamento das fibras precisam ser rigidamente controlados.

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Esses cuidados técnicos garantem que os fios tenham melhor desempenho mecânico e acabamento superior, atributos valorizados por marcas e consumidores que buscam produtos duráveis e confortáveis.

Inovação e sustentabilidade: diferenciais da Incofios

Com foco em fios 100% algodão, a Incofios mantém um rigoroso controle de qualidade em todas as etapas produtivas. A empresa utiliza tecnologia de ponta para monitorar a regularidade e a resistência dos fios, assegurando padrões elevados de desempenho e acabamento.

Além disso, a empresa investe em iniciativas sustentáveis — como o uso de algodão certificado pelos programas SouABR e Better Cotton Initiative (BCI) —, reforçando o compromisso com boas práticas ambientais e responsabilidade social.

“A Incofios se consolidou como referência no setor têxtil, fornecendo fios de alta performance para tecidos utilizados em segmentos como moda, cama, mesa, banho e aplicações industriais”, ressalta Bodnar.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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