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MPAC prestigia formatura de novos oficiais da PMAC
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), representado pelo procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais, Carlos Maia, participou, nesta quinta-feira, 19, da solenidade de formatura de 25 novos oficiais da Polícia Militar do Acre (PMAC). O evento foi realizado no quartel do Comando-Geral da corporação e reuniu autoridades dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de militares e familiares dos formandos.
A cerimônia marcou a conclusão do curso de formação iniciado em 2024. A etapa inicial foi realizada em Minas Gerais, onde os militares permaneceram por um ano, com a fase final concluída em Rio Branco.
Durante a solenidade, o procurador-geral adjunto Administrativo e Institucional, Carlos Maia, destacou que a presença do MPAC reafirma a atuação institucional integrada com os órgãos de segurança pública e reconhece a relevância da formação de lideranças qualificadas para o serviço à sociedade.
“Hoje, a PMAC celebra a preparação de homens e mulheres que assumem, de forma consciente e vocacionada, a nobre missão de proteger a sociedade acreana, defender a ordem pública e garantir a paz social. A formação de um oficial vai além do aspecto técnico; envolve ética, responsabilidade e compromisso com os valores constitucionais. A Polícia Militar é essencial à democracia, e sua atuação firme e legal fortalece o Estado de Direito e preserva a confiança da população nas instituições públicas. Liderar é servir — e o oficial é, antes de tudo, exemplo”, afirmou.

O governador do Estado, Gladson Cameli, destacou o compromisso do governo com a valorização da segurança pública, enfatizando a qualificação profissional como estratégia para o fortalecimento das instituições. Já a comandante-geral da PMAC, coronel Marta Renata, ressaltou que a formação dos novos oficiais reflete investimentos contínuos na gestão de pessoal e na capacitação técnica da corporação.
Fotos: Clóvis Pereira
Fonte: Ministério Publico – AC
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MPAC promove oficina do projeto Justiça de Gênero
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Observatório de Violência de Gênero (OBSGênero), realizou nesta sexta-feira, 12, na sede da instituição, em Rio Branco, a oficina do projeto Justiça de Gênero: o direito à informação salva vidas, iniciativa voltada ao fortalecimento da rede de atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica e familiar e ao aprimoramento do atendimento prestado às sobreviventes de feminicídio tentado.
A atividade reuniu representantes de instituições públicas, do sistema de justiça e de movimentos sociais para discutir os principais desafios enfrentados na rede de proteção à mulher, a partir de informações coletadas durante a escuta ativa de mulheres sobreviventes de feminicídio tentado no Acre.
O projeto tem como foco a escuta ativa de mulheres sobreviventes de feminicídio tentado, com o objetivo de identificar falhas na rede de proteção e contribuir para o aprimoramento de políticas públicas voltadas ao enfrentamento da violência de gênero.
Representando a Procuradoria-Geral de Justiça, o secretário-geral do MPAC, promotor de Justiça Adenilson de Souza, destacou a importância do debate para ampliar a compreensão sobre o tema e buscar soluções conjuntas.
“O assunto discutido nesta oficina é muito importante para a sociedade e, por muito tempo, não recebeu a devida importância. Por isso, é necessário promovermos essa discussão para detectarmos o problema, buscarmos soluções, e a oficina serve justamente para isso”, afirmou.


A coordenadora do Centro de Atendimento à Vítima (CAV) e do OBSGênero, promotora de Justiça Bianca Bernardes, ressaltou que o projeto busca compreender como as instituições e a sociedade podem aperfeiçoar o acolhimento e a prevenção.
“Esse projeto surge para dar voz a essas vítimas que sobreviveram e entender o que nós podemos e o que nós poderíamos ter feito, talvez, para evitar esse quadro. E entender os encaminhamentos, a partir daí, como instituições públicas e privadas. Também porque nós, como sociedade, no olhar atento, podemos melhorar para alcançar essas vítimas e o que nós podemos fazer para evitar com que outras vítimas se encontrem nessa situação”, destacou.
Durante a programação, foram apresentados dados relacionados aos casos de feminicídio consumado e tentado no estado, além de debates sobre a aplicação efetiva da Lei Maria da Penha, atendimento humanizado às vítimas e construção de soluções para aprimorar o funcionamento da rede de proteção.
Também participaram do evento a vereadora de Rio Branco Elzinha Mendonça, a ex-deputada federal Perpétua Almeida, que destinou emenda para a execução do projeto, a secretária de Estado da Mulher Simone Santiago, a representante do movimento social Almerinda Cunha, a delegada Kelcinaira Mesquita e representantes da Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC).
Texto: Marcelina Freire
Fotos: Clovis Pereira
Agência de Notícias do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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