TJ AC
Secretaria de Apoio à Jurisdição disponibiliza Balcão Virtual para esclarecimento de dúvidas sobre o eproc
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Mais um canal de comunicação está disponível para apoiar os usuários nessa etapa – acesse!
O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), por meio da Secretaria de Apoio à Jurisdição (Seaju), informa que está disponível para tirar dúvidas sobre o eproc e seus procedimentos via Balcão Virtual. O horário de atendimento é das 7 às 12h, destinado ao público interno e externo, ou seja, servidoras, servidores, advogadas, advogados, defensoras, defensores, magistradas e magistrados.
O atendimento do Balcão Virtual é por videoconferência, então além da conversa ao vivo é possível compartilhar tela, deste modo a compreensão das ferramentas é ainda mais didática e facilitada. A equipe da Seaju pode ajudar com todas as dúvidas relacionadas ao protocolo de carta precatória, lançamento de eventos, expedição de documentos, até orientações sobre funcionalidades e automações.
A supervisora Lisli Paula destaca que o contato direto com os usuários é essencial para o melhor aproveitamento do sistema. “O eproc é uma ferramenta altamente eficiente, mas é fundamental utilizar corretamente seus recursos, especialmente as automações, que impactam diretamente na produtividade das unidades e são o grande diferencial do sistema”, ressalta.
O sistema está em constante atualização, com implementação periódica de melhorias, o que reforça a importância de os usuários acompanharem as orientações técnicas e manterem diálogo permanente com a equipe pelos canais institucionais. Nesse sentido, o Balcão Virtual fortalece a padronização dos procedimentos e contribui para o uso mais eficiente das ferramentas disponíveis.

O calendário de implantação do eproc está em andamento:
- 27 de fevereiro: implantação do eproc nas Varas da Infância e Juventude de Rio Branco e Cruzeiro do Sul;
- 12 de março: Juizados Especiais Criminais;
- 27 de março: demais unidades criminais.
Fonte: Tribunal de Justiça – AC
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Sistema de Justiça mobiliza doadoras e doadores de sangue com mutirão em Rio Branco
Das 8h às 12h, diversas pessoas foram até o estacionamento da Cidade da Justiça, na comarca de Rio Branco, para praticar esse gesto que salva vidas. Afinal, cada bolsa de sangue coletada pode ajudar até quatro pessoas
O tamanho da fila e a quantidade de pessoas que apareceram para doar sangue nesta quinta-feira, 11, na estrutura organizada no estacionamento da Cidade da Justiça de Rio Branco, provam que muita gente deseja contribuir com o bem comum e ajudar o próximo. Foram servidores, terceirizados e estagiários do Judiciário do Acre, além de trabalhadores das instituições integrantes do Sistema de Justiça estadual, que compareceram ao local.
A ação foi organizada pela Coordenadoria de Bem-Estar e Saúde (Cobes) do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) com o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Acre (Hemoacre), em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Acre (OAB-AC), Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ministério Público do Estado (MPAC), Procuradoria-Geral do Estado (PGE-AC) e Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC).

A coordenadora da Cobes, Dala Nogueira, explicou que foi feita a mobilização de sala em sala na comarca de Rio Branco, com o convite do desembargador-presidente do TJAC, Laudivon Nogueira, e das instituições parceiras para que as pessoas se engajassem. A servidora ressaltou que participar desses atos, que extrapolam a atividade jurisdicional, mostra o compromisso de cada pessoa do Judiciário com a promoção do bem social e com a solidariedade. “É uma preocupação e um compromisso que temos em atender à demanda do Hemoacre e também em ajudar nosso próximo”, afirmou.

O trabalho da coleta iniciou às 8h e seguiu até o meio-dia e o primeiro a chegar lá para se cadastrar como doador rotineiro, foi o servidor da Secretaria de Infraestrutura e Atendimento ao Usuário (Seinf), Jorge Ribeiro. Ele tinha feito sua doação na terça-feira, 9, na sede do Hemoacre, para ajudar a mãe de uma colega de setor. Mas, quando soube que o ônibus estaria lá foi coletar informações para tornar-se doador regular.
“Depois que eu descobri que uma bolsa de sangue que você doa pode salvar até quatro vidas. E eu já passei por situações que na família em que precisaram de sangue. E a partir do momento que eu descobri que o meu sangue é O+, passei a me disponibilizar para quem precisasse desse tipo de sangue. Eu me senti fazendo parte do ciclo, da corrente de ajudar sempre o próximo. Então é muito gratificante a gente estar assim fazendo parte de algo bom para os outros”, comentou o arquiteto do TJAC.

Requisitos para doação
Como tinha feito uma doação há menos de 48 horas, Jorge não poderia doar novamente. O intervalo entre uma coleta e outra para homens é de dois meses e, para mulheres, de três meses. No entanto, qualquer pessoa entre 16 e 69 anos, com documento de identificação, pesando no mínimo 50 kg, que teve seis horas de sono nas últimas 24 horas, pode praticar esse gesto.
Os menores de idade devem estar acompanhados de responsável; pessoas entre 60 e 69 anos só podem doar se já o tiverem feito antes dos 60 anos; e, além disso, é recomendado que não tenham consumido alimentos gordurosos nas três horas antes da doação.
O processo é simples: é preenchida uma ficha, com uma triagem inicial; depois, a pessoa é encaminhada para coleta; e, após a doação da bolsa de sangue, há disponível uma mesa farta de café da manhã.
O acesso facilitado foi o que chamou a atenção de Helen Rúbia Bastos da Costa, que é terceirizada e atua junto às varas cíveis e juizados. Helen revelou que desejava se tornar doadora, mas por conta da rotina de trabalho não conseguia ir até a sede do Hemoacre. “Esses projetos que existem de irem até o local são importantes, porque para mim, particularmente, deram a oportunidade que eu já queria há muito tempo de ser doadora. E hoje estou aqui e vou concretizar, né? Fazer aqui o meu cadastro, ir ali fazer a coleta do sangue e pronto”, comentou Helen.

Todo tipo é para doar
Parceiro na atividade, o TCE-AC levou um micro-ônibus com servidoras e servidores para participarem da campanha. Thalita Figueiredo foi uma das 14 pessoas que foram até a Cidade da Justiça. Ela, que é doadora há quatro anos, ressaltou que o gesto salva vidas: “É importante porque a gente hoje está bem, então a gente pode ajudar alguém, mas quem sabe amanhã a gente está ruim e vai precisar dessa ajuda. Então, de fato, todo sangue é disponível para ser doado, não tem esse tipo certo. Todo sangue é certo para ser doado”.
O estagiário de pós-graduação, Matheus Oaskes, é doador de sangue, pois entende a necessidade do gesto, afinal, cada bolsa de sangue pode ajudar até quatro pessoas. “Às vezes, cinco minutos que você tira do seu tempo, você pode salvar quatro vidas ou mais, né? Então, você pode fazer a diferença na vida de uma pessoa que tá ali, precisando. Acho que isso é de grande importância”, disse Matheus.











Fotos: Elisson Magalhães/Secom TJAC
Fonte: Tribunal de Justiça – AC
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