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Teresa Leitão destaca pesquisa brasileira sobre lesão medular

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Em pronunciamento nesta terça-feira (24), a senadora Teresa Leitão (PT-PE) destacou a pesquisa científica conduzida pela professora Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), sobre tratamento de lesões na medula espinhal. 

A senadora ressaltou que, após mais de 25 anos de estudos, a pesquisadora apresentou resultados de estudos relacionados ao uso da laminina (proteína extraída da placenta) que auxiliaram no desenvolvimento da substância polilaminina e podem transformar o tratamento de lesões medulares. Segundo a parlamentar, testes indicaram recuperação parcial ou total de movimentos em pacientes. 

— Estamos tratando de um medicamento em fase de estudos clínicos ainda. Porém, os avanços científicos demonstrados até agora nos animam bastante — afirmou a senadora.

Teresa indicou Tatiana Sampaio para receber a Comenda Nise Magalhães da Silveira, conferida a personalidades que tenham oferecido contribuição ao desenvolvimento de técnicas e condições de tratamento humanizado da saúde no Brasil. A senadora também associou-se a voto de louvor à pesquisadora, apresentado por diversos parlamentares. 

Por Bruno Augusto, sob supervisão de Dante Accioly

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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Fonte: Agência Senado

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Governo veta integralmente projeto de incentivo ao primeiro emprego

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O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, vetou integralmente o projeto de lei que flexibiliza regras para a entrada no mercado de trabalho de jovens com idades entre 18 e 29 anos que nunca tiveram carteira assinada. O Programa Contrato de Primeiro Emprego, objeto do PL 5.228/2019, previa redução da alíquota do FGTS e da contribuição à Previdência como incentivos para as empresas contratarem pessoas sem experiência.

O governo argumenta que o projeto, aprovado em maio pelo Congresso Nacional, contraria a Constituição e o interesse público. A mensagem presidencial de veto 542, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (18), sustenta que o texto fere a Constituição ao instituir modalidade diferenciada de contrato trabalhista com diminuição de garantias laborais, o que constitui “afronta aos princípios da isonomia, da igualdade material e da vedação ao retrocesso social”. Além disso, a redução da alíquota do FGTS imporia aos trabalhadores “padrão protetivo inferior ao dos demais celetistas” e comprometeria o equilíbrio financeiro da Previdência Social. 

O Congresso decidirá, em sessão conjunta, se mantém ou derruba o veto.

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O autor da proposta é o senador Irajá (PSD-TO). Depois de aprovado pelos senadores e alterado na Câmara dos Deputados, o texto definitivo teve a aprovação do Plenário do Senado em 27 de maio, com relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Na ocasião, Irajá declarou que a aprovação de seu projeto representaria “uma conquista para 10 milhões de jovens brasileiros”. Segundo ele, a proposta criaria “um novo ambiente de estímulo para a contratação de jovens sem experiência profissional”.

O projeto também tem sido chamado de Lei Bruno Covas, em homenagem ao ex-prefeito de São Paulo que morreu em 2021.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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