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Deputado diz que bancada mineira pode articular recursos no Orçamento após chuvas em MG; ouça a entrevista

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O coordenador da bancada mineira na Câmara, deputado Igor Timo (PSD-MG), disse nesta quinta-feira (26), em entrevista à Rádio Câmara, que o grupo se mobilizará para ajudar municípios atingidos pelas fortes chuvas na Zona da Mata, em Minas Gerais.

O número de mortos já passava de 50 nesta quinta. A maioria (47) na cidade de Juiz de Fora. Há mortos e desaparecidos também em Ubá.

Chuvas fortes foram registradas também nas cidades mineiras de Senador Firmino e Matias Barbosa. Mais de 3000 pessoas estão desabrigadas. E as tempestades continuam na região.

Segundo Igor Timo, a bancada mineira pode atuar na destinação de emendas parlamentares ao Orçamento para obras de drenagem e planos de segurança, por exemplo.

Desastre repetido
Timo disse que essa situação não é surpresa. “Nos últimos cinco anos, é a terceira vez que temos situações como essa. E nos traz uma preocupação, de fato, de como as políticas públicas estão sendo desenvolvidas no nosso estado”, criticou.

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O deputado quer reunir a bancada para discutir a indicação de recursos no Orçamento. “Para que todos os municípios que tenham esse histórico de vir sofrendo catástrofes, situações de enchente, possam ter, no mínimo, um plano de segurança feito juntamente com a Defesa Civil e com o Corpo de Bombeiros, para, de forma eficiente, encontrar soluções em situações como essa”, completou o deputado.

Medidas anunciadas
O governo federal anunciou o envio de R$ 800 por pessoa desabrigada, repassados pelas prefeituras de 18 municípios.

Haverá também a antecipação do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) nos locais atingidos.

A prefeitura de Juiz de Fora informou que militares do Exército reforçarão o atendimento às vítimas. E o governo de Minas Gerais divulgou a antecipação de verbas previstas para o próximo ano aos municípios de Juiz de Fora e de Ubá.

Da Rádio Câmara
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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Modelo da Justiça do Trabalho tem que ser revisto, propõe Eduardo Girão

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O senador Eduardo Girão (Novo-CE), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (6), criticou os gastos da Justiça do Trabalho e defendeu a revisão do formato adotado no país.

Segundo ele, a Justiça do Trabalho custou cerca de R$ 30 bilhões em 2025, com parcela relevante concentrada no Tribunal Superior do Trabalho (TST).  Para o senador, o sistema reúne despesas elevadas e um grande volume de processos. Ele comparou a estrutura brasileira à dos Estados Unidos.

— Nos Estados Unidos da América não existe sequer Justiça trabalhista nos moldes brasileiros. Lá, esses processos são julgados pela Justiça comum, no âmbito estadual e federal, ou por agências administrativas. Não tem essa estrutura da Justiça do Trabalho no Brasil, que, muitas vezes, enterra a geração de emprego e inibe empreendedores — afirmou.

Girão observou que magistrados têm recebido remunerações que superam o teto constitucional, devido aos chamados “penduricalhos”. Segundo ele, esses benefícios adicionais ampliam a pressão sobre as contas públicas e reforçam a necessidade de maior transparência e controle nos gastos do Judiciário.

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O senador comentou uma declaração atribuída ao presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, que teria separado os juízes do trabalho entre “vermelhos” e “azuis”, segundo a posição ideológica. Vieira de Mello afirmou que sua manifestação foi distorcida. Para Girão, porém, a repercussão do episódio trouxe questionamentos sobre a atuação institucional do tribunal.

— Segundo ele [Vieira de Mello], foi tirado de contexto, e eu não quero aqui fazer julgamento. Eu não estava lá e acredito na palavra do presidente [do TST]. Agora, existe uma afirmação que não foi corrigida, e isso é muito sério: “Há aqueles que têm causa e aqueles que têm interesses.” Essa afirmação abala um dos principais pilares do Estado de direito: tribunais devem ter a aparência e a prática da imparcialidade, da ética, da probidade — afirmou Girão.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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