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Agronegócio Impulsiona Crescimento do PIB em 2026 com Alta de 11,7% no Setor

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Agropecuária lidera resultado positivo do PIB

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrou crescimento de 2,3% em 2026, alcançando R$ 12,7 trilhões em valores correntes, segundo dados divulgados nesta terça-feira (3) pelo IBGE.

O destaque do desempenho econômico foi a agropecuária, que avançou 11,7% no ano passado, sustentada pelo aumento da produção e produtividade em culturas-chave como:

  • Milho: alta de 23,6%
  • Soja: alta de 14,6%

O setor agrícola atingiu recordes históricos, reforçando sua importância para o crescimento do país.

Pecuária e exportações elevam receita do campo

A pecuária brasileira também alcançou resultados expressivos, mesmo em um cenário de tarifas elevadas impostas pelos Estados Unidos, segundo maior comprador de carne bovina do Brasil.

As exportações foram impulsionadas principalmente pela demanda da China, atingindo 3,50 milhões de toneladas de carne bovina, crescimento de 20,9% em relação a 2024, consolidando novos patamares de receita para o setor.

Setores-chave contribuem com 72% do valor adicionado

Além do agro, outras atividades também puxaram o resultado do PIB, incluindo:

  • Indústrias extrativas
  • Informação e comunicação
  • Outros serviços
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Esses quatro setores responderam por 72% do valor adicionado total em 2025, sendo menos impactados pela política monetária contracionista, caracterizada por juros elevados, destacou o IBGE.

Faesp/Senar reforça papel estratégico do agronegócio

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) atribui o desempenho positivo à força do campo, citando:

  • Investimentos em novas tecnologias
  • Expansão das áreas de plantio
  • Sustentabilidade
  • Abertura de novos mercados

O presidente do Sistema Faesp/Senar, Tirso Meirelles, ressaltou a necessidade de políticas públicas consistentes para complementar os esforços do setor:

“O agronegócio está fazendo sua parte, traduzindo trabalho em resultados econômicos. Agora, o governo precisa reduzir despesas públicas e apresentar um plano de país de longo prazo, garantindo desenvolvimento seguro, geração de emprego e renda.”

Perspectivas para 2026

Apesar do crescimento positivo, o ritmo do PIB representa uma desaceleração em relação a 2024, quando a economia avançou 3,4%. O desempenho reforça a importância de investimentos estratégicos e políticas públicas de apoio, especialmente para setores que lideram a geração de valor na economia brasileira.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estoques globais de algodão caem e sustentam preços na Bolsa de Nova York com demanda asiática aquecida

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Mercado internacional de algodão opera com fundamentos mais apertados

A revisão mais recente dos dados globais de oferta e demanda de algodão para a safra 2026/27 indica um cenário de maior restrição de estoques e consumo aquecido no mercado internacional. O movimento foi detalhado em análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária na última segunda-feira (15).

O ambiente mais ajustado de oferta ajudou a sustentar as cotações da fibra na Bolsa de Nova York no dia da divulgação dos números.

Exportações fortes reduzem estoques iniciais da próxima safra

Segundo o IMEA, a queda nos estoques finais da safra 2025/26 está diretamente ligada ao ritmo intenso de exportações registrado pelo Brasil e pelos Estados Unidos.

Esse movimento reduziu os estoques iniciais projetados para a temporada 2026/27 em comparação com os dados divulgados em maio, contribuindo para um balanço global mais apertado.

Produção global estável limita recomposição da oferta

No lado da oferta, a estimativa de produção mundial de algodão para a nova safra permaneceu estável no comparativo mensal, totalizando 25,27 milhões de toneladas.

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A ausência de crescimento na produção impede uma recomposição mais forte dos estoques globais, em um momento em que a demanda segue firme.

Consumo global é revisado para cima pelo USDA

Do lado da demanda, o United States Department of Agriculture revisou para cima sua projeção de consumo mundial de algodão, agora estimado em 26,51 milhões de toneladas, alta de 0,06%.

O ajuste reflete principalmente a expectativa de manutenção da demanda nos países asiáticos, com destaque para a Índia, que prorrogou a suspensão de tarifas de importação até 31 de outubro. A medida busca ampliar a oferta interna e garantir o abastecimento da indústria têxtil local.

Estoques finais caem ao menor nível desde 2018/19

Com consumo elevado e oferta limitada, os estoques finais projetados para a safra 2026/27 foram reduzidos em 1% frente à estimativa anterior.

De acordo com o IMEA, o volume esperado é o menor desde a safra 2018/19, reforçando um cenário de aperto estrutural no balanço global da fibra.

Perspectiva: mercado tende a seguir sustentado por fundamentos mais apertados

Na avaliação do IMEA, o desequilíbrio entre oferta limitada e demanda firme tende a manter o mercado internacional de algodão sustentado no curto prazo.

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O cenário reforça a percepção de escassez relativa da fibra, fator que segue dando suporte às cotações na Bolsa de Nova York, especialmente diante da continuidade da demanda asiática aquecida.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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