RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Hereford e Braford terão julgamentos ranqueados na ExpoBel 2026 em Francisco Beltrão

Publicados

AGRONEGÓCIO

As raças Hereford e Braford serão as únicas com julgamentos válidos para ranking durante a 32ª Exposição Agropecuária Industrial e Comercial de Francisco Beltrão (ExpoBel), que ocorre de 7 a 15 de março de 2026 no Parque de Exposições Jayme Canet Jr., em Francisco Beltrão (PR).

A programação específica dedicada às duas raças acontecerá entre os dias 12 e 14 de março, reunindo criadores, técnicos e exemplares de destaque da pecuária de corte da região Sul.

ExpoBel é uma das maiores feiras multissetoriais do Sul do Brasil

A ExpoBel é considerada uma das principais feiras multissetoriais da Região Sul, com forte presença do agronegócio e ampla participação do público.

Segundo estimativas da organização, o evento deve receber cerca de 500 mil visitantes ao longo da programação, consolidando-se como um importante espaço para negócios, exposição de animais e troca de conhecimento técnico.

Expectativa é de grande participação de criadores e animais

O técnico da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) em Francisco Beltrão, Sidney da Rosa, projeta uma presença expressiva de criadores e animais durante a exposição.

Leia Também:  São Paulo lança linha de crédito rural exclusiva para mulheres agricultoras

De acordo com ele, a expectativa é reunir um número significativo de exemplares das duas raças nas modalidades Argola e Rústica.

Segundo o técnico, a ExpoBel tem grande relevância para o setor agropecuário regional.

“Estamos nos aproximando da 32ª ExpoBel, que gira em torno de um grande público durante o evento. É uma das feiras mais importantes do Paraná, com forte presença do agronegócio e grande volume de negócios”, destaca.

Criadores do Paraná e Santa Catarina devem marcar presença

A maior parte dos participantes deve ser formada por criadores do Paraná, além de representantes de Santa Catarina, estados que possuem tradição na criação das raças Hereford e Braford.

De acordo com Sidney da Rosa, o mercado regional dessas raças segue aquecido, com boa liquidez e realização frequente de leilões ao longo do ano.

“A expectativa é sempre de melhorar. Estamos investindo e trabalhando para isso”, afirma.

Programação técnica das raças Hereford e Braford

A agenda dedicada às duas raças dentro da ExpoBel contará com admissão dos animais e julgamentos nas duas modalidades.

  • 12 de março
    • 14h – Admissão dos animais da modalidade Rústica
  • 13 de março
    • 9h – Julgamento de classificação dos animais Rústicos
    • 14h – Admissão dos animais da modalidade Argola
  • 14 de março
    • 9h – Julgamento de classificação dos animais Argola
Leia Também:  Brasil registra maior volume de importação de diesel desde dezembro de 2023

Os julgamentos são válidos para ranking das raças e devem reunir criadores interessados em avaliar genética, padrão racial e desempenho dos animais apresentados.

Evento fortalece genética e mercado das raças

A participação das raças Hereford e Braford na ExpoBel reforça o papel da feira como vitrine para a genética bovina e para o fortalecimento da pecuária de corte na região Sul.

Além dos julgamentos e exposições de animais, o evento também promove oportunidades de negócios, integração entre produtores e divulgação de tecnologias para o setor agropecuário.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

EUA ampliam exportações de etanol e acirram concorrência com o Brasil

Publicados

em

Por

Os Estados Unidos exportaram aproximadamente 5,34 bilhões de litros de etanol entre janeiro e julho de 2026, avanço de 13% sobre igual período do ano anterior, segundo a Renewable Fuels Association (RFA). O crescimento dos embarques amplia a concorrência para o Brasil e mostra a força de uma indústria sustentada por um mercado doméstico de grande escala, apesar de uma mistura menor do biocombustível na gasolina.
Nos EUA, a produção de etanol foi de aproximadamente 160 milhões de litros por dia, conforme dados da agência de energia americana, a EIA, publicados no dia 30 de setembro. O número representa o ritmo registrado naquela semana, sem equivaler a um balanço anual.
A aparente contradição está nas bombas. Enquanto a gasolina comum brasileira contém 32% de etanol, a mistura predominante no mercado americano é o E10, com 10%. O percentual menor, contudo, incide sobre uma quantidade muito maior de combustível comercializado.
Na mesma semana de setembro, o volume de gasolina fornecido ao mercado americano, usado pela EIA como referência de consumo, foi de aproximadamente 1,38 bilhão de litros por dia. Essa quantidade já inclui o etanol misturado ao combustível. É a dimensão desse abastecimento que permite absorver uma produção elevada do biocombustível.
Uma conta ilustrativa ajuda a entender: 10% de um mercado de 400 bilhões de litros representam 40 bilhões de litros de etanol. Já 32% de um mercado de 100 bilhões correspondem a 32 bilhões. A comparação dos percentuais, isoladamente, não mostra quantos litros chegam aos consumidores.
Enquanto ampliam as exportações, os EUA importaram menos de 1,9 milhão de litros de etanol entre janeiro e julho de 2026, segundo a RFA. O contraste reforça o peso da produção doméstica no abastecimento americano.
Esses números mostram que uma expansão do consumo nos EUA encontra uma indústria doméstica capaz de disputar o fornecimento. Para o exportador brasileiro, uma mistura maior abre oportunidades, mas os embarques dependem dos preços, dos custos de transporte, das condições de acesso e da disponibilidade do produto americano.
Os dois países também organizam o abastecimento de maneiras diferentes. No Brasil, a mistura obrigatória de 32% vale para a gasolina comum e a comum aditivada desde 1º de agosto de 2026. A medida tem duração inicial de 180 dias, com possibilidade de uma prorrogação por igual período. Na gasolina premium, o teor permanece em 25%.
Além disso, o motorista brasileiro dispõe do etanol hidratado para abastecer veículos flex. Esse mercado depende da relação entre o preço dos combustíveis e o rendimento do automóvel. A demanda nacional, portanto, reúne tanto o etanol adicionado à gasolina quanto o vendido diretamente ao consumidor.
Nos EUA, o E10 convive com o E15, de até 15%, e com misturas mais elevadas para veículos compatíveis. Os postos não são obrigados a oferecer E15. A ampliação das vendas envolve equipamentos adequados, disponibilidade de combustível e regras de comercialização.
Restrições relacionadas às emissões evaporativas afetam a venda de E15 durante o verão em partes do país. Em 2026, a agência ambiental americana, a EPA, concedeu uma autorização excepcional para permitir sua comercialização nessa estação. A previsibilidade das regras continua relevante para os investimentos na distribuição.
O Brasil deve produzir 41,88 bilhões de litros de etanol na safra 2026/27, aumento de 11,7% sobre a temporada anterior, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A expansão reforça a importância de ampliar o consumo nas bombas e conquistar compradores externos. Nessa disputa, os Estados Unidos combinam uma indústria de grande escala com um mercado que absorve volumes elevados mesmo usando uma mistura menor de etanol na gasolina.
O levantamento brasileiro, divulgado em agosto, estima 29,98 bilhões de litros de etanol de cana e 11,91 bilhões de litros do combustível produzido a partir do milho. O crescimento previsto é de 9,7% e 17%, respectivamente. São projeções para a safra em andamento, que inclui parte de 2027.
A safra de cana está na segunda metade da colheita e da moagem no Centro-Sul, onde as chuvas de setembro reduziram o ritmo dos trabalhos. No Nordeste, a temporada começou mais recentemente. A fabricação de etanol de milho segue outro calendário, com usinas que operam ao longo do ano.
Para o campo brasileiro, o avanço do etanol tem efeitos distintos. A expansão das usinas de milho amplia as alternativas de venda do cereal. Uma demanda maior também pressiona o custo da matéria-prima para quem fabrica o combustível, conforme a oferta da safra e os estoques disponíveis.
O etanol de cana conta ainda com rotas de produção reconhecidas pela EPA na categoria de biocombustíveis avançados, sujeitas a requisitos ambientais. Esse enquadramento permite disputar mercados que valorizam a redução de emissões.
Com a oferta brasileira em crescimento, o resultado para a cadeia dependerá da capacidade de transformar produção em consumo. A mistura na gasolina, a escolha dos motoristas e as exportações precisam acompanhar os novos volumes para sustentar a remuneração das usinas e dos produtores de matéria-prima.

Leia Também:  Brasil registra maior volume de importação de diesel desde dezembro de 2023

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA