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CBNA abre últimas semanas para inscrições de trabalhos científicos em nutrição animal

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O Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA) está na reta final para receber inscrições de trabalhos científicos destinados a seus eventos de 2026. Pesquisadores, profissionais da indústria e acadêmicos têm até 21 de março para submissão de estudos sobre nutrição e nutrologia de cães e gatos, e até 25 de março para trabalhos voltados à Reunião Anual CBNA – Aves, Suínos e Bovinos.

Todos os encontros acontecerão de 12 a 14 de maio, no Distrito Anhembi, em São Paulo, em paralelo à Fenagra, feira internacional dedicada à tecnologia e processamento da agroindústria Feed & Food, apoiadora da iniciativa.

Apresentação de trabalhos científicos é destaque dos eventos CBNA

Os trabalhos selecionados serão apresentados durante os encontros, que reúnem pesquisadores, especialistas da indústria e profissionais do setor, promovendo debates sobre avanços científicos, desafios e tendências em nutrição animal. A exposição científica é tradicionalmente um dos pontos centrais das atividades da entidade.

Segundo o presidente do CBNA, Godofredo Miltenburg, a submissão de trabalhos permite mapear as principais linhas de pesquisa desenvolvidas no país e criar um diálogo mais direto entre academia e indústria.

“Recebemos estudos das principais universidades brasileiras, o que nos permite ter um panorama abrangente do que está sendo investigado na academia e das tendências em nutrição animal. Esses trabalhos também estimulam o diálogo com a indústria e ajudam a orientar os próximos avanços científicos do setor”, afirma Miltenburg.

Espaço para inovação e troca de conhecimento

Os eventos funcionam como plataformas de intercâmbio entre universidades e indústria, apresentando pesquisas sobre:

  • Avanços em ingredientes e formulação de dietas
  • Saúde e desempenho animal
  • Inovação em nutrição de pets e animais de produção
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Essa integração fortalece o setor, conecta profissionais e orienta futuras pesquisas, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nutrição animal no Brasil.

Programação detalhada dos eventos

Os três encontros serão realizados simultaneamente no Distrito Anhembi, em São Paulo, com a seguinte agenda:

  • IX Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos: 12 de maio
  • XXV Congresso CBNA Pet: 13 e 14 de maio
  • 36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos: 12 a 14 de maio

As inscrições e orientações completas para submissão de trabalhos científicos estão disponíveis nos sites oficiais de cada evento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de abobrinha no Paraná movimenta R$ 101 milhões e consolida Estado como 4º maior produtor do Brasil

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Abobrinha se destaca no agronegócio do Paraná com forte presença e geração de renda

O cultivo de abobrinha no Paraná segue como uma das atividades hortícolas mais relevantes do Estado, movimentando R$ 101,6 milhões em Valor Bruto da Produção (VBP) em 2024.

De acordo com o boletim do Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral), a cultura está presente em 358 municípios, com produção total de 50,5 mil toneladas em uma área de 2,9 mil hectares.

Com esse desempenho, o Paraná se consolida como o 4º maior produtor nacional, respondendo por 9,3% da produção brasileira.

Região de Curitiba concentra mais da metade da produção estadual

A produção paranaense de abobrinha apresenta forte concentração regional. O Núcleo Regional de Curitiba responde por 56,2% do total produzido, equivalente a 28,4 mil toneladas.

Entre os principais municípios produtores, destacam-se:

  • Cerro Azul
  • São José dos Pinhais
  • Colombo

Em Cerro Azul, por exemplo, o cultivo ocupa cerca de 250 hectares, com produção de 4,8 mil toneladas e geração de R$ 9,5 milhões em VBP, reforçando a importância da cultura para a economia local.

Outros polos relevantes incluem:

  • Londrina (6,9% da produção estadual)
  • Maringá (6,2%)
Clima impacta oferta e eleva preços da abobrinha no mercado

O mercado da abobrinha tem sido impactado por fatores climáticos, especialmente pela estiagem recente, que reduziu a oferta e pressionou os preços.

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Segundo dados das Centrais de Abastecimento (Ceasa), a caixa de 20 kg da abobrinha verde extra AA atingiu R$ 80,00, alta de 33,3% em relação às semanas anteriores, quando era comercializada a R$ 60,00.

De acordo com especialistas do Deral, a tendência de preços elevados pode se manter no curto prazo, caso não haja regularização das chuvas.

Produção contínua garante estabilidade ao longo do ano

Apesar das oscilações de mercado, a cultura da abobrinha apresenta produção contínua ao longo do ano, o que contribui para sua resiliência.

Historicamente, os picos de preços ocorrem entre o final de maio e o início de julho, período de inverno, quando há menor oferta.

A expectativa é que, com a normalização das condições climáticas e o avanço das lavouras, os preços recuem gradualmente ao longo do segundo semestre.

Soja mantém protagonismo nas exportações do Paraná

No segmento de grãos, a soja continua liderando a pauta exportadora do Estado.

No primeiro trimestre de 2026, o Paraná exportou:

  • 3,41 milhões de toneladas
  • US$ 1,47 bilhão em receita

O resultado representa crescimento de 2% no faturamento, apesar de uma leve queda de 4% no volume embarcado.

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A China segue como principal destino, absorvendo 58% das exportações.

Trigo volta-se ao mercado interno e reduz exportações

Diferentemente da soja, o trigo paranaense tem sido direcionado quase exclusivamente ao mercado interno.

Na safra 2025, o Estado produziu 2,87 milhões de toneladas, mas exportou apenas 4 toneladas, destinadas ao Equador.

A tendência deve se manter em 2026, impulsionada pela forte demanda da indústria nacional e pela redução da área cultivada.

Carne bovina acompanha valorização e amplia receita com exportações

O setor de carne bovina também registrou desempenho positivo. Em março, o Paraná exportou 3,6 mil toneladas, gerando US$ 20,3 milhões em receita.

O preço médio da carne apresentou valorização, passando de US$ 4,76/kg em 2025 para US$ 5,54/kg em 2026.

Assim como na soja, a China permanece como principal destino, respondendo por 38,5% das compras.

Diversificação produtiva reforça força do agro paranaense

Os dados reforçam a diversidade e a força do agronegócio do Paraná, que combina culturas hortícolas, grãos e proteínas animais em um sistema produtivo dinâmico.

A abobrinha, nesse contexto, se destaca como uma cultura resiliente, com geração consistente de renda, forte presença territorial e capacidade de adaptação às variações de mercado e clima.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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