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MPAC promove palestra “Reflexões sobre Violência de Gênero” para estudantes do ensino médio, em Rio Branco

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 7ª Promotoria de Justiça Criminal, que atua perante a 2ª Vara de Proteção à Mulher da Comarca de Rio Branco, realizou, na última sexta-feira, 6, a palestra “Reflexões sobre Violência de Gênero”, voltada para alunos do 2º ano do ensino médio do Colégio Meta, em Rio Branco.

A atividade teve como foco a conscientização sobre o papel da sociedade e do Ministério Público no combate à violência de gênero, bem como na construção de uma cultura de respeito e igualdade.

Conduzida pela promotora de Justiça Diana Soraia Tabalipa, a palestra integra as atividades do MPAC alusivas ao Mês da Mulher.

Durante o encontro, os estudantes participaram das discussões, compartilhando opiniões e relatos e contribuindo para o debate sobre as diferentes formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, bem como sobre os mecanismos legais disponíveis para o enfrentamento dessas situações.

A promotora destacou o papel fundamental da educação na transformação social e no fortalecimento do enfrentamento à violência contra a mulher, ressaltando a importância das ações preventivas.

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“Fizemos reflexões sobre a violência de gênero, sobre o machismo, sobre o patriarcado e também sobre algumas evoluções, que tivemos e que precisamos ter ainda em relação aos direitos das mulheres, ressaltando que a dignidade da pessoa humana, que está na Constituição Federal, é tanto para homens quanto para mulheres. Nós queremos uma sociedade igualitária, uma sociedade que trate bem o ser humano”, disse.

Esta é a segunda vez que o MPAC realiza palestra com esse tema para os estudantes da escola. No ano passado, a atividade foi direcionada aos alunos do 3º ano do ensino médio, com foco na Lei Maria da Penha e nas diferentes formas de violência contra as mulheres.

A professora de Língua Portuguesa e Redação do Colégio Meta, Patrícia Rufus, relatou que a iniciativa realizada em 2025 gerou resultados positivos. Segundo ela, após a palestra promovida pelo MPAC, os estudantes desenvolveram apresentações sobre o tema e levaram o debate para alunos de outras turmas da escola.

Texto: Marcelina Freire
Fotos: Clovis Pereira
Agência de Notícias do MPAC

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Fonte: Ministério Publico – AC

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A pedido do MPAC, Justiça decreta prisão preventiva de pai e madrasta investigados por obrigar menina a ingerir substância corrosiva

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria Especializada de Defesa dos Direitos Humanos e da Cidadania, obteve a decretação da prisão preventiva do pai e da madrasta de uma menina de 11 anos, investigados pela suposta prática dos crimes de tentativa de homicídio qualificado e maus-tratos, em Rio Branco.

A medida cautelar foi requerida pelo promotor de Justiça Thalles Ferreira, responsável pela condução do procedimento instaurado para acompanhar a apuração do caso e fiscalizar as investigações.

Segundo a representação do MPAC, os investigados teriam praticado, em tese, os crimes de tentativa de homicídio qualificado, em razão do emprego de meio cruel e no contexto de violência doméstica e familiar contra criança, além do crime de maus-tratos majorado pela idade da vítima.

Até o momento, os investigados não foram localizados e são considerados foragidos.

O caso é acompanhado pelo coordenador-geral, em exercício, do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), promotor de Justiça Júlio César de Medeiros, visando o cumprimento das prisões preventivas com a maior celeridade possível.

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Ao decretar as prisões preventivas, a Justiça considerou a gravidade dos fatos, a vulnerabilidade da vítima, a necessidade de garantir a instrução criminal e o risco de reiteração das condutas. No caso do pai, a decisão também levou em conta indícios de fuga.

O caso já vinha sendo acompanhado pela Promotoria Especializada de Defesa dos Direitos Humanos e da Cidadania, que instaurou notícia de fato para fiscalizar a investigação policial, verificar a necessidade de medidas de proteção e apurar a possível ocorrência de outros crimes relacionados ao episódio.

A investigação e os procedimentos relacionados ao caso tramitam sob sigilo, em observância ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e à legislação de proteção às vítimas de violência.

Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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