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Ouvidoria das Mulheres é destaque de palestra do MPAC sobre participação social

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A ouvidora-geral do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), procuradora de Justiça Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, destacou a Ouvidoria das Mulheres, disponibilizada à população desde o último dia 9, como um dos principais instrumentos de aproximação entre o MPAC e a sociedade acreana. Considerada um dos carros-chefe da Ouvidoria-Geral, a iniciativa amplia os canais institucionais de escuta, acolhimento e encaminhamento de demandas relacionadas à proteção e à garantia dos direitos das mulheres.

Kátia Rejane participou como palestrante convidada, representando o Ministério Público acreano, durante comemoração alusiva ao Dia Nacional do Ouvidor, promovida pela Controladoria-Geral do Estado. Na ocasião, ela ministrou a palestra “Ouvidoria e Participação Social: fortalecimento da democracia”, realizada nesta segunda-feira, 16, no auditório do órgão, em Rio Branco.
Em sua exposição, a procuradora ressaltou que as ouvidorias públicas desempenham papel estratégico na consolidação de instituições mais transparentes, acessíveis e comprometidas com o diálogo permanente com a sociedade.

“A ouvidoria não é apenas um canal de reclamações. É, sobretudo, um espaço institucional de escuta qualificada e de diálogo permanente entre o cidadão e o Estado”, afirmou Kátia Rejane ao abrir sua apresentação.

Ao abordar a importância das ouvidorias no contexto democrático, a procuradora destacou que esses órgãos funcionam como instrumentos capazes de aproximar o cidadão das instituições públicas, permitindo que as demandas sociais sejam compreendidas com maior profundidade.

“Cada manifestação recebida pela ouvidoria carrega uma experiência concreta do cidadão com o serviço público. Quando analisamos essas manifestações, estamos, na verdade, ouvindo a sociedade e aprendendo com ela”, observou.

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Durante a palestra, a ouvidora-geral explicou que denúncias, sugestões, críticas e elogios enviados pela população formam um conjunto de informações valiosas, capazes de orientar decisões administrativas e aprimorar políticas institucionais.

Segundo ela, a ouvidoria atua não apenas como porta de entrada das demandas sociais, mas também como instrumento de gestão, contribuindo para identificar falhas, corrigir procedimentos e aperfeiçoar serviços.
“A escuta institucional transforma experiências individuais em conhecimento coletivo. E esse conhecimento é fundamental para melhorar a atuação das instituições públicas”, destacou.

Nesse contexto, Kátia Rejane enfatizou a criação da Ouvidoria das Mulheres no âmbito do Ministério Público acreano, iniciativa voltada ao acolhimento especializado de manifestações relacionadas à violência de gênero e à defesa dos direitos femininos.
“Criar um canal específico para as mulheres significa reconhecer a necessidade de um espaço sensível, seguro e preparado para ouvir essas demandas”, pontuou.

De acordo com a procuradora, a Ouvidoria das Mulheres reforça o compromisso do MPAC com a proteção da dignidade humana e com o fortalecimento de políticas institucionais voltadas à promoção da igualdade e do respeito aos direitos fundamentais.

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Ao longo da apresentação, a ouvidora-geral também destacou que o fortalecimento das ouvidorias públicas contribui diretamente para ampliar a confiança da população nas instituições.

“Quando o cidadão percebe que sua voz é recebida, analisada e considerada, ele passa a compreender que faz parte da construção das soluções públicas”, afirmou.

Para Kátia Rejane, a participação social não deve se limitar ao momento eleitoral. Segundo ela, a democracia se constrói diariamente, por meio de mecanismos institucionais que permitam à sociedade participar do aperfeiçoamento das políticas públicas.

“A democracia não se sustenta apenas no voto. Ela se fortalece quando o cidadão encontra instituições abertas ao diálogo e dispostas a ouvir”, ressaltou.

No caso do Ministério Público do Acre, explicou a procuradora, a Ouvidoria funciona como canal permanente de escuta ativa da sociedade, transformando manifestações da população em subsídios importantes para a atuação institucional.

“Ouvir a sociedade é uma forma de aprimorar o trabalho do Ministério Público e de tornar nossa atuação cada vez mais conectada com a realidade social”, concluiu.

Texto: Chico Araújo
Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC estabelece normas de conduta para preservar imparcialidade institucional durante as Eleições 2026

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) publicou o Ato PGJ nº 93/2026, que estabelece normas de conduta e de uso dos recursos institucionais durante o processo eleitoral deste ano. Assinado pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque, nesta sexta-feira, 25, o ato busca preservar a imparcialidade da instituição, a liberdade de voto e um ambiente de trabalho livre de propaganda e assédio eleitoral.

As orientações são destinadas a membros, servidores, estagiários e colaboradores e tratam, entre outros pontos, da participação política, do uso de espaços e recursos do MPAC, das manifestações em ambientes digitais e das condutas no local de trabalho.

O ato veda a realização de propaganda e a prática de assédio eleitoral no ambiente de trabalho, inclusive por meios digitais institucionais. Também proíbe a utilização de bens, sistemas, dados, equipamentos, e-mail funcional, Microsoft Teams, intranet e demais recursos ou canais do MPAC para favorecer ou prejudicar candidaturas ou agremiações.

A norma também impede o uso de posição de chefia, subordinação ou influência funcional para solicitar voto, apoio, doação, comparecimento a atos ou compartilhamento de conteúdo. Símbolos, logomarca, crachá e outros elementos de identificação do MPAC não podem ser utilizados de forma que sugira apoio institucional.

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Aos servidores, é assegurado o exercício dos direitos de cidadania e de participação política fora da jornada de trabalho e sem vinculação com o cargo, desde que sejam respeitados os deveres funcionais e não sejam utilizados recursos ou canais da instituição.

Para os membros, permanece a vedação constitucional ao exercício de atividade político-partidária, nos termos da legislação e das normas do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). O ato esclarece, porém, que são asseguradas manifestações técnico-jurídicas, a defesa de valores constitucionais, da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses tutelados pelo Ministério Público, bem como críticas a ideias ou medidas públicas, observados a impessoalidade, o decoro e os limites estabelecidos em norma.

As chefias deverão orientar suas equipes e adotar medidas para prevenir o uso indevido de recursos e situações de propaganda ou assédio eleitoral no ambiente de trabalho, preservadas a liberdade de consciência, a privacidade e o sigilo das comunicações pessoais.

Para conhecer todas as orientações aplicáveis ao período eleitoral, leia o Ato PGJ nº 93/2026 na íntegra.

Hudson Castelo – Secretaria de Comunicação do MPAC

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Fonte: Ministério Publico – AC

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