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Manejo do Bezerro do Nascimento ao Pré-Desmame é Crucial para Reduzir Mortalidade e Garantir Produtividade

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A Zoetis, líder global em saúde animal, reforça a importância da adoção de protocolos de manejo e sanidade desde o nascimento até o pré-desmame — fase considerada crítica para a sobrevivência e desenvolvimento dos bezerros. Estudos indicam que grande parte das perdas neonatais ocorre nas primeiras horas e dias de vida, frequentemente associadas a ingestão insuficiente de colostro, dificuldades no parto, falhas no manejo inicial e condições sanitárias inadequadas.

Colostragem precoce garante imunidade e energia essenciais

O colostro, primeiro alimento produzido pela fêmea após o parto, é rico em imunoglobulinas, energia e fatores de crescimento, fundamentais para a transferência passiva de imunidade. Como o sistema imunológico do neonato ainda é imaturo, a absorção dessas imunoglobulinas deve ocorrer o quanto antes, já que sua capacidade de assimilação diminui rapidamente nas primeiras horas de vida.

Manejo do ambiente reduz riscos de doenças

Práticas adequadas de manejo do ambiente são determinantes para prevenir infecções e doenças respiratórias ou entéricas. Entre as principais medidas estão:

  • Limpeza e higienização das instalações
  • Desinfecção do umbigo
  • Controle de temperatura, ventilação e condições gerais de higiene
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Esses cuidados aumentam a segurança e contribuem para um início de vida mais saudável dos animais.

Nutrição inicial prepara os bezerros para o desmame

O manejo nutricional nas primeiras semanas também é fundamental. O fornecimento correto de leite ou substitutos, aliado à introdução gradual de alimentos sólidos, estimula o desenvolvimento do trato gastrointestinal e prepara os animais para o desmame, garantindo melhor desempenho produtivo nas fases seguintes.

“Os primeiros dias de vida são decisivos para o desenvolvimento do animal. Protocolos bem estruturados de manejo e sanidade reduzem a mortalidade e criam uma base sólida para o desempenho futuro”, afirma Daniel Miranda, Gerente de Produto da linha de Leite da Zoetis Brasil.

Controle de parasitas integra protocolos sanitários

O manejo sanitário inclui ainda o controle estratégico de parasitas, que impacta diretamente no ganho de peso, na condição corporal e na saúde geral do rebanho. Entre as soluções da Zoetis estão:

  • Dectomax: antiparasitário para controle de parasitos internos e externos em bovinos
  • Inforce 3: vacina intranasal indicada para prevenir doenças respiratórias desde o primeiro dia de vida

“Investir em boas práticas desde o nascimento, aliado a programas sanitários bem estruturados, fortalece a saúde do rebanho e melhora indicadores produtivos ao longo de todo o ciclo”, complementa Daniel.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Uva Merlot de Monte Belo do Sul conquista prêmios internacionais e reforça excelência da vitivinicultura da Serra Gaúcha

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A uva Merlot, uma das castas mais emblemáticas da vitivinicultura mundial, tem consolidado no Brasil um desempenho de alto nível, especialmente na região de Monte Belo do Sul (RS), na Serra Gaúcha. O município, reconhecido como o maior produtor per capita de uvas viníferas da América Latina, vem ampliando sua presença no cenário nacional e internacional por meio da qualidade crescente de seus vinhos premiados.

Originária de Bordeaux, na França, a variedade encontrou no Sul do Brasil condições ideais de adaptação, tornando-se uma das principais bases da produção de vinhos finos nacionais. No país, a Merlot se destaca pelo equilíbrio entre fruta, acidez, maciez de taninos e potencial de guarda, atributos que contribuíram para sua consolidação como uma das castas mais importantes do setor.

Monte Belo do Sul se consolida como terroir de excelência para a Merlot

A adaptação da Merlot em Monte Belo do Sul está diretamente ligada às condições naturais da região. O município integra a Indicação de Procedência Monte Belo e parte da Denominação de Origem Vale dos Vinhedos, reunindo fatores como altitude, boa drenagem do solo e elevada amplitude térmica, que favorecem a maturação lenta e equilibrada das uvas.

Essas características são fundamentais para a qualidade da variedade, que é sensível ao excesso de umidade e ao vigor vegetativo, especialmente no período próximo à colheita. Em regiões com alta incidência de chuvas, a uva pode perder concentração e comprometer a maturação fenólica, o que reforça a importância de terroirs bem estruturados.

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Casa Marques Pereira se destaca com vinhos premiados

Nesse cenário, a vinícola Casa Marques Pereira vem ganhando destaque no mercado nacional e em premiações do setor. Localizada na propriedade Quinta da Orada, no coração da Indicação de Procedência Monte Belo, a área conta com 15 hectares de vinhedos situados entre 466 e 543 metros de altitude.

O relevo da região favorece a produção de uvas de alta qualidade, com encostas bem definidas, solos pedregosos e constante circulação de ar, fatores que contribuem para melhor drenagem e redução da umidade nos vinhedos.

Segundo o vinhateiro e proprietário da vinícola, Felipe Marques Pereira, as características do solo e do clima são determinantes para o desempenho da Merlot na região.

“O solo basáltico e semi argiloso propicia melhor absorção de nutrientes e maior profundidade das raízes. Somado à altitude e à brisa constante, conseguimos conduzir o amadurecimento das uvas com alta qualidade e baixo risco climático”, afirma.

Microterroirs e condições climáticas favorecem alta concentração da uva

Um dos destaques da propriedade é a parcela conhecida como “Cru Jerivás”, localizada na parte mais elevada do vinhedo. A área apresenta maior exposição solar, ventilação constante e subsolo rico em minerais como ágatas, ametistas e cristais de quartzo, que afloram naturalmente no terreno.

Essas condições contribuem para a formação de microterroirs diferenciados, refletidos diretamente na concentração e complexidade das uvas produzidas.

A safra de 2026 reforçou esse potencial, com registros de até 27 °Brix em algumas parcelas, um nível considerado elevado para a maturação da Merlot no Brasil.

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Segundo especialistas, o resultado é consequência de um ciclo climático favorável, com inverno mais frio — essencial para a dormência das videiras — seguido por período de chuvas regulares na fase inicial e baixa precipitação durante a maturação, condição ideal para a sanidade e concentração das uvas.

Premiações reforçam qualidade dos vinhos da Serra Gaúcha

O reconhecimento da qualidade da Merlot de Monte Belo do Sul também vem sendo confirmado em concursos especializados. Na edição de 2026 da Grande Prova Vinhos do Brasil, uma das principais avaliações às cegas do país, a Casa Marques Pereira conquistou oito medalhas de ouro.

Entre os destaques está o rótulo Casa Marques Pereira Merlot Reserva 2022, premiado com medalha de ouro, reforçando o avanço técnico da produção local e o posicionamento da Serra Gaúcha como referência na produção de vinhos finos no Brasil.

Vitivinicultura brasileira avança com valorização de terroir e tecnologia

O desempenho da Merlot em Monte Belo do Sul evidencia a evolução da vitivinicultura brasileira, que vem combinando conhecimento técnico, manejo especializado e valorização do terroir para alcançar padrões cada vez mais elevados de qualidade.

Com resultados consistentes em safras recentes e crescente reconhecimento em premiações nacionais, a região reforça sua posição como um dos principais polos produtores de vinhos finos do país, ampliando a presença do Brasil no mercado vitivinícola de alta qualidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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