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TJAC realiza ações da Semana Nacional da Saúde de 6 a 10 de abril com mutirão processual e atendimentos sociais

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Iniciativa busca agilizar demandas judiciais na área da saúde e fortalecer a cooperação entre instituições públicas e privadas no estado

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), por meio da Coordenadoria de Apoio aos Programas Sociais (Coaps), realiza, entre os dias 6 e 10 de abril, a Semana Nacional da Saúde. A programação conta com serviços de saúde, mutirão processual de demandas judicializadas na área e um encerramento com uma ampla ação social destinada ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Buscando a ampliação do acesso à Justiça, nos dias 7 e 8 de abril, será realizado o mutirão processual, das 8h às 13h, na Cidade da Justiça. A iniciativa promove maior agilidade na tramitação de processos e suporte direto à população, com a previsão de 48 audiências agendadas (sendo 24 em cada dia).

Para viabilizar a ação, a força-tarefa mobiliza cerca de 60 profissionais, incluindo 14 servidores da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), sete procuradores do Estado (PGE), sete prepostos, quatro conciliadores e quatro servidores da Vara de Fazenda Pública (Jefaz), além da participação ativa do Ministério Público (MP) e da Defensoria Pública (DPE).

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A programação será retomada no dia 10 de abril para o encerramento da Semana Nacional da Saúde, com a realização do mutirão voltado especificamente à população em situação de rua (PopRua). Os atendimentos, que contam com o apoio de todos os órgãos parceiros que integram a rede do Comitê de Monitoramento e Medidas Inclusivas (COMMI), acontecerão das 9h às 15h, no Centro de Saúde Ary Rodrigues (URAP), na Rua 6 de Agosto, 1095, bairro 6 de Agosto.

Alinhamento às diretrizes do CNJ

Instituído pela Resolução CNJ n.º 576/2024, o evento se desdobrará em cinco dias, durante os quais o Poder Judiciário brasileiro, juntamente com diversos parceiros das esferas pública e privada, concentrará esforços para fortalecer a cooperação institucional e promover a cidadania, focando na eficiência da prestação jurisdicional.

Durante toda a semana, ocorrerão mutirões de conciliação diários, unindo as justiças Estadual e Federal, entes federativos, Ministérios Públicos e Defensorias Públicas federais e estaduais, além de planos de saúde, a fim de obter a resolução célere de demandas de saúde.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Esjud debate acessibilidade no Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência

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Encontro teve a finalidade de apresentar diagnóstico para embasar o Projeto de Identificação Visual e de Acessibilidade da Escola

No “Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (PcD)”, 21 de setembro, profissionais da Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud) e de diversos setores do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) debateram a acessibilidade, sob o entendimento de que ela é algo fundamental para garantir inclusão, respeito e equidade na Instituição.

Diretor do Órgão de Ensino, o desembargador Luís Camolez participou da reunião de trabalho, destacando a necessidade da iniciativa. “É algo muito importante, pois nossa maior preocupação não deve ser se nossos espaços estão bonitos ou feios, mas se são inclusivos e acolhedores para as pessoas que nos visitam”, disse.

Ao citar exemplos de outras instituições que avançaram na acessibilidade, como o TRE-AC, Camolez desejou aos servidores(as) “estimulem a criatividade e o conceito sobre a temática”.

Diagnóstico de Acessibilidade Arquitetônica

Letícia Medeiros conduziu uma apresentação sobre as atuais condições estruturais e arquitetônicas da Esjud.

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De acordo com a analista judiciária, o diagnóstico foi elaborado com a finalidade de subsidiar tecnicamente o Projeto de Identificação Visual e Acessibilidade da Escola.

Foram avaliados a circulação e rotas acessíveis, portas e passagens, a sinalização e a comunicação espacial, sanitários, mobiliário, o auditório e as áreas de permanência.

“É preciso identificar barreiras arquitetônicas, avaliar condições de acessibilidade existentes, verificar a conformidade normativa, bem como orientar futuras adequações arquitetônicas e de sinalização acessível”, explicou a arquiteta.

A partir de agora serão definidas diretrizes para adequação a curto, médio e longo prazos, para que sejam implementadas melhorias capazes de tornar a Esjud um espaço cada vez mais acolhedor, acessível e humano.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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