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Rabobank projeta estabilidade na celulose em 2026 e aponta possível retomada dos preços no segundo semestre

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O Rabobank divulgou a nova edição do relatório AgroInfo Q1 2026, trazendo uma análise atualizada sobre diversos setores do agronegócio, incluindo o mercado de celulose. O banco aponta um cenário de estabilidade no curto prazo, com perspectivas de recuperação gradual ao longo do segundo semestre.

Preços da celulose seguem estáveis no curto prazo

De acordo com o relatório, o mercado de celulose deve apresentar preços estáveis nos próximos meses, refletindo um equilíbrio momentâneo entre oferta e demanda global.

Esse comportamento indica um período de acomodação após oscilações recentes, com o setor ainda absorvendo os impactos do cenário macroeconômico e das dinâmicas internacionais.

Recuperação deve ocorrer de forma gradual

Apesar da estabilidade no curto prazo, o Rabobank projeta uma recuperação gradual dos preços da celulose a partir do segundo semestre de 2026.

A expectativa está relacionada a uma possível melhora na demanda global, além de ajustes na oferta, fatores que tendem a reequilibrar o mercado ao longo do ano.

Impactos do cenário internacional

O relatório destaca que, até o momento, os impactos do conflito no Oriente Médio sobre o setor de celulose são considerados limitados. No entanto, o ambiente geopolítico segue no radar, principalmente pelos reflexos indiretos sobre custos logísticos e energia.

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Pontos de atenção para o setor

Mesmo com a perspectiva de recuperação, o mercado de celulose deve acompanhar alguns fatores críticos ao longo de 2026:

  • Evolução da demanda internacional;
  • Custos de produção e logística;
  • Cenário macroeconômico global;
  • Possíveis desdobramentos geopolíticos.
Perspectiva para 2026

De forma geral, o setor de celulose inicia o ano com uma visão cautelosa no curto prazo, mas com sinais de melhora no horizonte. A consolidação dessa recuperação dependerá principalmente da retomada do consumo global e da estabilidade econômica internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho safrinha no Sul de Minas exige atenção redobrada com clima irregular, pragas e janela de plantio

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O milho safrinha 2025/2026 no Sul de Minas Gerais avança em um cenário de atenção máxima no campo. Produtores da região lidam com desafios simultâneos que impactam diretamente o potencial produtivo das lavouras, como instabilidade das chuvas, pressão crescente de pragas e atrasos na semeadura em função do calendário da soja.

O cenário regional acompanha as projeções nacionais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que estima produção de 108,4 milhões de toneladas na segunda safra de milho no país. No Sul de Minas, no entanto, o desempenho das lavouras varia conforme o momento de plantio e as condições climáticas de cada área.

Plantio fora da janela ideal amplia riscos produtivos

A principal preocupação dos especialistas está relacionada ao atraso na semeadura, que em muitos casos ocorreu após a colheita da soja. Esse fator resultou em lavouras com estágios de desenvolvimento distintos, aumentando a necessidade de manejo individualizado.

Segundo o diretor comercial da Agrobom, Marco Castelli, o momento exige atenção redobrada do produtor rural.

“Cada produtor vive uma realidade diferente nesta safrinha. Quem conseguiu semear dentro da janela adequada tem lavouras mais uniformes e com melhor potencial produtivo. Já quem atrasou o plantio precisa redobrar o monitoramento do clima e das pragas, pois qualquer falha pode comprometer o resultado final”, afirma.

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Irregularidade das chuvas preocupa fase reprodutiva do milho

De acordo com especialistas, a instabilidade das chuvas durante as fases críticas de florescimento e enchimento de grãos é um dos principais fatores de risco para a produtividade da segunda safra.

A irregularidade hídrica pode provocar redução significativa no rendimento das lavouras, especialmente nas áreas semeadas mais tardiamente, que ficam mais expostas a períodos de estresse climático.

Pressão de pragas exige monitoramento constante

Além do clima, o avanço de pragas como a lagarta-do-cartucho também preocupa os produtores. As condições de calor e umidade favorecem a proliferação, exigindo acompanhamento frequente das áreas cultivadas e resposta rápida no controle.

O manejo preventivo e a tomada de decisão ágil são apontados como fatores determinantes para evitar perdas de produtividade neste estágio do ciclo.

Planejamento e comercialização ganham importância no cenário atual

Para a Agrobom, o momento também exige atenção ao mercado de milho, que segue com forte volatilidade de preços influenciada pelo desempenho da segunda safra em nível nacional.

Segundo Castelli, o acompanhamento das cotações é essencial para o produtor que ainda avalia o melhor momento de comercialização.

“O milho é uma cultura estratégica para o Sul de Minas. O planejamento, o acompanhamento constante da lavoura e decisões rápidas no campo fazem diferença tanto na produtividade quanto na comercialização”, destaca o executivo.

Gestão técnica e mercado definem resultado da safrinha

A combinação entre manejo adequado no campo e leitura correta do mercado é apontada como fator decisivo para o desempenho da safra 2025/2026 na região.

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Com lavouras em diferentes estágios de desenvolvimento e clima instável, especialistas reforçam que o monitoramento contínuo será determinante para reduzir riscos e garantir melhores resultados na segunda safra de milho no Sul de Minas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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