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Colheita de milho avança no Rio Grande do Sul e atinge 73% da área cultivada

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Colheita do milho atinge 73% no Rio Grande do Sul

A colheita do milho no Rio Grande do Sul alcançou 73% da área cultivada, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar.

De maneira geral, os resultados são considerados satisfatórios, embora haja diferenças significativas entre regiões, principalmente em função das condições hídricas registradas durante o desenvolvimento da cultura.

Lavouras em diferentes estágios de desenvolvimento

Segundo o levantamento, cerca de 14% das lavouras estão em fase de maturação, enquanto outros 13% ainda se encontram em estádios anteriores de desenvolvimento.

De acordo com a Emater/RS-Ascar, essas áreas têm respondido positivamente às chuvas recentes, especialmente no que diz respeito ao enchimento de grãos e ao desenvolvimento vegetativo das lavouras tardias.

Ritmo da colheita varia entre regiões

O avanço da colheita ocorre de forma desigual no estado. Esse comportamento é influenciado principalmente pela umidade dos grãos e pelas precipitações recentes, que em algumas localidades dificultam a perda natural de umidade e limitam a entrada de máquinas nas áreas cultivadas.

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Produtividade reflete condições climáticas da safra

A produtividade do milho apresenta variações conforme o histórico climático de cada região.

Áreas que tiveram regularidade hídrica e adotaram manejo adequado registram melhores resultados. Por outro lado, regiões que enfrentaram restrição de água em fases críticas da cultura apresentam perdas parciais na produção.

Áreas tardias concentram lavouras ainda não colhidas

As áreas que ainda não foram colhidas correspondem, em grande parte, a plantios tardios ou de safrinha. Essas lavouras apresentam desenvolvimento mais heterogêneo, reflexo da irregularidade das chuvas registradas nos meses de janeiro e fevereiro, além das diferenças entre ambientes produtivos.

Área cultivada e produtividade média estimada

A Emater/RS-Ascar estima que a área cultivada com milho no estado nesta safra seja de 803.019 hectares.

A produtividade média projetada é de 7.424 quilos por hectare, reforçando um cenário de desempenho positivo, apesar das variações regionais.

Situação fitossanitária segue sob controle

No campo fitossanitário, o relatório aponta a presença da cigarrinha-do-milho em lavouras do estado.

A incidência ocorre de forma variável entre regiões, mas, até o momento, não há registros generalizados de danos severos nesta fase final da cultura.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agrishow 2026 registra R$ 11,4 bilhões em negócios e queda de 22% reflete cenário desafiador do agro

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A Agrishow encerrou sua 31ª edição com R$ 11,4 bilhões em intenções de negócios, resultado que representa uma queda de 22% em relação ao ano anterior. O desempenho reflete o atual momento do mercado de máquinas agrícolas, pressionado por juros elevados, volatilidade cambial e preços menos favoráveis das commodities.

Apesar da retração nos negócios, o evento manteve forte presença de público, reunindo 197 mil visitantes ao longo de cinco dias, volume semelhante ao registrado na edição anterior. No feriado de 1º de maio, último dia da feira, a organização antecipou a abertura dos portões para atender à alta demanda.

Cenário econômico impacta vendas de máquinas

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), o resultado acompanha o desempenho do setor ao longo do ano. No primeiro trimestre de 2026, as vendas internas de máquinas e equipamentos agrícolas registraram queda de 19,9% na comparação com o mesmo período de 2025.

Entre os principais fatores que explicam o recuo estão:

  • Taxas de juros elevadas
  • Oscilações no câmbio
  • Queda na rentabilidade de algumas commodities
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Esse conjunto de variáveis tem reduzido o ritmo de investimentos por parte dos produtores, especialmente em bens de maior valor agregado.

Resiliência do agro sustenta investimentos

Mesmo diante do cenário desafiador, lideranças do setor destacam a continuidade dos investimentos e a confiança no potencial do agronegócio brasileiro.

A avaliação é de que o momento atual faz parte de um ciclo mais adverso, comum ao setor, mas que não compromete as perspectivas de médio e longo prazo. A agricultura brasileira segue sendo vista como um dos principais motores da economia nacional.

Tecnologia e inovação seguem como prioridade

A edição de 2026 da Agrishow reforçou a busca por soluções tecnológicas voltadas à produtividade, eficiência e sustentabilidade. Máquinas mais modernas, sistemas de irrigação e soluções de armazenagem continuaram no centro das atenções, indicando que a inovação permanece como prioridade estratégica.

Perspectiva para o setor

A expectativa do mercado é de recuperação gradual à medida que fatores macroeconômicos, como juros e câmbio, se estabilizem. O comportamento das commodities também será determinante para destravar novos investimentos.

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Enquanto isso, o desempenho da Agrishow evidencia um setor que, mesmo pressionado, mantém sua capacidade de adaptação e segue preparado para aproveitar os próximos ciclos de crescimento do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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