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Direção da Esjud realiza entrega do Polo Educacional do Juruá, Tarauacá e Envira

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Iniciativa favorece aprimoramento acadêmico e técnico-profissional, e um atendimento mais humanizado e eficiente aos cidadãos

Com o propósito de fortalecer a infraestrutura voltada à formação continuada, bem como às atividades acadêmicas e institucionais, a Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud) entregou o Polo Educacional do Juruá, Tarauacá e Envira.

O ato ocorreu nessa quarta-feira, 8, no auditório do Fórum da Cidade da Justiça de Cruzeiro do Sul, em formato híbrido, presencial e on-line pelo Google Meet.

O termo de entrega foi assinado pelo desembargador Luís Camolez, diretor do Órgão de Ensino, e pela juíza de Direito Adamarcia Machado, diretora do Foro da comarca cruzeirense. A juíza de Direito Rosilene Santana e o juiz de Direito Caíque Cirano (virtualmente), além de diversos(as) servidores(as) da Justiça Acreana, também prestigiaram a atividade.

“Há pouco tempo completei 30 anos que iniciei minha carreira da Magistratura em Cruzeiro do Sul, cidade/comarca pela qual tenho tanta gratidão e carinho. Portanto, é uma alegria estar aqui neste dia tão histórico, em que tornamos realidade esse projeto de descentralizar o ensino e ampliar o conhecimento, por meio da tecnologia”, declarou Luís Camolez.

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“A Escola precisa se modernizar, acompanhar as mudanças na sociedade e manter abertas as portas para o aprendizado em todas as dimensões possíveis. Nossa ideia é promover uma maior integração das comarcas e um melhor acolhimento das pessoas que trabalham em nossas unidades”, finalizou.

A juíza Adamarcia Machado registrou agradecimento especial ao desembargador Camolez pela visão e sensibilidade.

“A instalação desses telões e do sistema de transmissão trazem não apenas melhoria técnica, mas significa um gesto de profundo respeito e de valorização para nós do interior. Demonstra ainda a busca pela excelência e pela formação continuada de qualidade, que chega agora com a mesma força a cada canto do nosso Estado”, disse.

O que é o polo

A ação permitirá uma maior inclusão dos(as) profissionais da Justiça, com ações educacionais articuladas, e transmissões simultâneas, por meio de modernos equipamentos, incluindo dois telões de LED em 4K, instalados no auditório do Fórum da Cidade da Justiça de Cruzeiro do Sul.

O polo contempla diversos municípios do interior do Estado: Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo; Porto Walter e Rodrigues Alves; Feijó, Jordão e Tarauacá.

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Importância

A incorporação dessas novas tecnologias no ambiente forense ratifica o compromisso da Esjud em formar e capacitar magistrados(as), servidores(as) e colaboradores(as), contribuindo para o constante aprimoramento acadêmico e técnico-profissional, bem como para um atendimento mais humanizado e eficiente aos cidadãos.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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TJAC cria rede estadual de promoção e defesa dos Direitos Humanos a partir do Projeto Humanize

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Mais do que garantir direitos, o Poder Judiciário propõe a implementação efetiva dos tratados internacionais e da jurisprudência interamericana no Acre

Na manhã desta segunda-feira, 12, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) e a Polícia Civil assinaram o Termo de Cooperação Técnica para fortalecer as ações do projeto Humanize. A iniciativa pioneira está relacionada ao controle de convencionalidade no Sistema de Justiça acreano e ampliação a efetividade da proteção dos Direitos Humanos no Acre.

O presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, afirmou o propósito em estabelecer a rede estadual de promoção e defesa dos Direitos Humanos: “Essa é uma rede que está sendo construída com várias mãos, no sentido de que nós possamos fortalecer nossas instituições, capacitar e em última instância, a finalidade de concretizar o que foi estabelecido em 1992, quando o Brasil oficializou a adesão aos tratados internacionais de proteção aos Direitos Humanos”.

Em consonância, o juiz auxiliar da Presidência, Giordane Dourado, enfatizou que a adesão da Polícia Civil é inédita. “Esse compromisso com os Direitos Humanos não enfraquece, nem atrapalha o trabalho da polícia. Ele reforça ainda mais e dá credibilidade, sobretudo porque as forças de segurança estão integradas e harmônicas com a rede de Justiça”, assinalou.

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O delegado-geral da Polícia Civil, Pedro Buzolin, afirmou que esta visão está alinhada à atual gestão: “Viemos quebrando vários paradigmas, com a mudança de cultura, temos certeza que estamos fazendo nosso papel”.

Já compõem a rede a Defensoria Pública e a Ordem dos Advogados do Acre Seccional Acre. Neste ato, passam a integraram a Polícia Civil e em seguida a Secretaria Estadual de Segurança Pública. Deste modo, firmado os marcos de institucionalização dos mecanismos para ampliação do uso do controle de convencionalidade.

No encontro, o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, falou sobre efetividade. “O projeto Humanize é muito interessante, por isso aderimos a essa iniciativa, diante desse acordo de cooperação técnica. Essas práticas voltadas para a cidadania, dignidade e Direitos Humanos é algo que a Sejusp vem desenvolvendo na prática e agora, com o estabelecimento desta rede fica chancelada nossas atividades e parceria com o Tribunal de Justiça”.

Também acompanharam as agendas: o juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça Anastácio Menezes, o assessor jurídico do TJAC Marcel Viana e o servidor Rodrigo Santos. Posteriormente, a vice-presidente do TJAC, desembargadora Regina Ferrari, o secretário-geral do TJAC, Júnior Martins e o secretário-geral da Sejusp, Marcos Frank.

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Humanize

O projeto Humanize contempla o desenvolvimento da Humanize IA, solução de inteligência artificial criada para ampliar o alinhamento das decisões judiciais locais ao Sistema Interamericano de Direitos Humanos. A ferramenta foi concebida para apoiar a aplicação do controle de convencionalidade, promovendo decisões mais fundamentadas na jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos.

O Termo de Cooperação prevê uma série de ações conjuntas entre as instituições, incluindo a realização de congressos, seminários, simpósios e pesquisas; o desenvolvimento e compartilhamento de soluções tecnológicas; a capacitação de magistrados, defensores, servidores e demais agentes públicos; além da ampliação do acesso a acervos bibliográficos e materiais especializados em Direito Internacional dos Direitos Humanos.

Fotos: Elisson Magalhães/Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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