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Três Poderes precisam cortar gastos para dar exemplo, diz Cleitinho

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O senador Cleitinho (Republicanos-MG), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (14), afirmou que o corte de gastos públicos deve começar pelos três Poderes e não atingir trabalhadores e empresários. O parlamentar criticou o custo da estrutura política no país e defendeu as reformas política e administrativa.

— Tem um total de 71 mil políticos no Brasil. Sabe quanto é o custo que fica? R$ 248 mil por minuto, quase R$ 15 milhões por hora, R$ 357 milhões por dia, R$ 10 bilhões por mês, R$ 130 bilhões por ano, e na maioria das vezes, para alguns políticos — não estou generalizando, que fique claro aqui — desviarem dinheiro público. Então, tem de onde tirar — afirmou.

O senador afirmou que o Congresso Nacional não terá legitimidade para discutir o fim da chamada escala de trabalho 6×1 — seis dias de trabalho para um de descanso — enquanto não alterar a própria rotina de funcionamento.

Somos nós, os três Poderes: o Executivo, o Judiciário e o Legislativo. Quem tem de cortar da própria carne aqui somos nós. E, novamente, nenhum político do Brasil, inclusive eu, tem moral para falar nada de escala 6×1. É só ver como a gente faz a nossa escala aqui — disse.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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