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MPAC garante aumento de pena para 28 anos e 6 meses em caso de feminicídio

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) obteve o aumento da pena de um réu condenado por feminicídio para 28 anos e 6 meses de reclusão, em regime fechado, após decisão unânime da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC).

A nova pena foi fixada em julgamento realizado no dia 10 de abril de 2026, quando o colegiado deu provimento ao recurso de apelação interposto pelo MPAC e rejeitou o pedido da defesa.

O Ministério Público recorreu da sentença do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco com o objetivo de corrigir a dosimetria da pena. No entendimento do MPAC, a decisão inicial, que havia fixado a condenação em 22 anos, 5 meses e 15 dias de reclusão, não considerou adequadamente elementos como a culpabilidade e a personalidade do réu.

Ao analisar o recurso, o TJAC acolheu os argumentos do MPAC e reconheceu a necessidade de reavaliação da pena-base, com a valoração negativa desses vetores. A decisão levou ao aumento superior a seis anos na condenação.

Para o Ministério Público, as provas demonstram que o crime foi cometido de forma premeditada, em contexto de violência doméstica, marcado por comportamento possessivo e pela não aceitação do fim do relacionamento. O órgão também destacou a frieza do réu após o assassinato e o histórico de violência contra a vítima.

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O caso diz respeito ao assassinato de uma mulher no âmbito doméstico e familiar, ocorrido na própria residência do casal. O acusado foi condenado por homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e mediante asfixia, com agravante de violência contra a mulher.

Texto: Jaine Araújo
Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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Operação Combustível Zero: MPAC investiga rede de postos suspeita de sonegação fiscal em Rio Branco

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Especializada no Combate à Evasão Fiscal, com apoio do Núcleo de Apoio Técnico (NAT) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), realizou nesta quinta-feira, 23, a Operação Combustível Zero, em um posto localizado no Centro de Rio Branco. A ação teve como objetivo combater a sonegação fiscal e a lavagem de dinheiro.

A ação contou ainda com a participação do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (CIRA), do Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz/AC), do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) e da Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários (Defaz).

A atuação integra um conjunto de ações que vem sendo realizadas no estado do Acre visando o combate a evasão fiscal. No estabelecimento alvo da operação desta quinta-feira, há indícios da prática deliberada de crimes de natureza tributária, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Segundo as investigações, a rede de postos sonegou valores superiores a R$ 1 milhão.

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Além da constatação dos possíveis crimes, foram lavrados diversos autos de infração tributária, além da apreensão de máquinas de cartão de crédito supostamente utilizadas para burlar a fiscalização estadual.

“O intuito da operação é combater e inibir essa prática aqui no estado, de forma a fechar o cerco a esse grupo que atua aqui no município de Rio Branco. Mais à frente vamos ajuizar as medidas judiciais cabíveis para responsabilizar os autores e recuperar os recursos que foram desviados do Estado”, afirmou o promotor de Justiça Daisson Gomes Teles.

Marcelina Freire – Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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