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Prêmio Mulheres do Agro 2026 abre indicações para categoria de Ciência e Pesquisa

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Indicações abertas para pesquisadoras do agro

Estão abertas as indicações para a categoria “Ciência e Pesquisa” da 9ª edição do Prêmio Mulheres do Agro. Entre os dias 15 e 30 de abril, o público pode indicar mulheres que atuam no setor agropecuário e se destacam por sua trajetória científica e contribuições relevantes para o desenvolvimento do setor.

Podem ser indicadas pesquisadoras e cientistas vinculadas a instituições de pesquisa, cujos projetos tenham promovido avanços no campo, especialmente nas áreas de inovação, sustentabilidade, gestão e impacto social. A participação é aberta a candidatas de todo o Brasil, por meio do site oficial do prêmio.

Etapas do processo de seleção

Após a fase de indicações, as profissionais indicadas deverão confirmar sua participação na premiação, seguindo as orientações da organização e preenchendo as informações exigidas.

Na sequência, as candidatas terão suas trajetórias avaliadas por uma banca formada por especialistas, que analisará os resultados alcançados dentro e fora do campo, bem como os impactos gerados por seus trabalhos.

As três melhores avaliadas avançam para a etapa final, que será definida por votação popular.

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Premiação acontece no segundo semestre

A vencedora da categoria será anunciada em uma cerimônia prevista para o segundo semestre de 2026, na cidade de São Paulo.

O evento é organizado pela Bayer, em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), responsáveis pela criação e realização do Prêmio Mulheres do Agro desde a sua primeira edição.

A premiação também integra as ações comemorativas pelos 130 anos da Bayer no Brasil, reforçando o compromisso com o reconhecimento da atuação feminina no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz atinge 87,45% no Rio Grande do Sul, mas ritmo segue lento

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Colheita de arroz avança no RS, mas abaixo do ritmo esperado

A colheita de arroz no Rio Grande do Sul alcançou 87,45% da área semeada na safra 2025/2026, segundo levantamento divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

Até o momento, foram colhidos 780.098 hectares de um total de 891.908 hectares cultivados no Estado. Apesar do avanço significativo, o ritmo dos trabalhos segue mais lento em comparação a anos anteriores.

Regiões costeiras lideram avanço da colheita

As regionais da Planície Costeira Externa e da Zona Sul apresentam os maiores índices de avanço, com 95,76% e 91,10% da área colhida, respectivamente, se aproximando da finalização da safra.

Na sequência, aparecem:

  • Planície Costeira Interna: 88,99%
  • Fronteira Oeste: 88,13%
  • Campanha: 83,22%
  • Região Central: 76,52% (menor índice)

Os dados refletem diferenças no ritmo de colheita entre as regiões, influenciadas por condições climáticas e operacionais.

Ritmo lento preocupa produtores e técnicos

De acordo com o coordenador regional da Planície Costeira Externa do Irga, Vagner Martini, a evolução da colheita mantém um comportamento mais lento, tendência já observada em levantamentos anteriores.

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O atraso pode impactar a qualidade do grão e aumentar os riscos operacionais, especialmente em áreas ainda não colhidas.

Levantamento final vai consolidar dados da safra

A Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga informou que, ao término da colheita, será realizado um levantamento consolidado da safra.

O estudo deve incluir informações detalhadas sobre:

  • Produtividade média
  • Área efetivamente colhida
  • Perdas registradas no campo
Safra de arroz segue em fase final no Estado

Com mais de 87% da área colhida, o Rio Grande do Sul caminha para a reta final da safra de arroz 2025/2026, mantendo-se como principal produtor nacional do cereal.

A expectativa agora se concentra na conclusão dos trabalhos e na consolidação dos resultados produtivos, que devem orientar o planejamento da próxima safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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