AGRONEGÓCIO
IBC-Br supera expectativas e avança 0,60% em fevereiro, aponta Banco Central
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O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou alta de 0,60% em fevereiro na comparação com janeiro, alcançando 110,89 pontos. O resultado ficou acima das projeções do mercado, que esperava avanço de 0,47% no período.
Indicador surpreende expectativas do mercado
O desempenho do IBC-Br em fevereiro superou as estimativas dos analistas, indicando um ritmo de atividade econômica mais forte do que o previsto no início do ano.
Na série com ajuste sazonal, o índice apresentou crescimento mensal consistente, reforçando a percepção de recuperação gradual da economia brasileira.
Comparação anual aponta leve recuo
Apesar da alta na margem, os dados sem ajuste sazonal mostram que o indicador atingiu 106,65 pontos, o que representa uma queda de 0,27% em relação a fevereiro de 2025.
O resultado indica que, embora haja avanço no curto prazo, o nível de atividade ainda enfrenta desafios na comparação anual.
Desempenho trimestral e acumulado segue positivo
No recorte trimestral, o IBC-Br apresentou crescimento relevante:
- Alta de 1,28% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior;
- Avanço de 1,13% frente ao trimestre imediatamente anterior.
Já no acumulado em 12 meses, o indicador registra elevação de 1,88%, evidenciando uma trajetória moderada de expansão econômica.
No acumulado de 2026, o índice apresenta alta de 0,39%.
IBC-Br é termômetro do PIB brasileiro
Calculado pelo Banco Central, o IBC-Br é considerado um importante sinalizador antecedente do Produto Interno Bruto (PIB), ao reunir informações dos principais setores da economia, como indústria, comércio, serviços e agropecuária.
Embora não substitua o indicador oficial divulgado pelo IBGE, o índice é amplamente acompanhado pelo mercado por oferecer uma leitura prévia sobre o desempenho da economia brasileira.
Perspectivas: atividade econômica segue em ritmo moderado
O resultado acima do esperado reforça a percepção de resiliência da economia no curto prazo. No entanto, o comportamento do indicador na comparação anual e o ritmo ainda moderado de crescimento indicam um cenário que exige cautela.
A evolução da atividade nos próximos meses dependerá de fatores como política monetária, პირობ econômicos globais e desempenho dos principais setores produtivos.
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Brucelose acende alerta no campo e reforça vacinação obrigatória de bovinos e bubalinos no Brasil
O Sindan reforçou o alerta aos produtores rurais sobre a importância da vacinação contra a brucelose durante o mês da saúde animal, período marcado pela intensificação das campanhas sanitárias em diversas regiões do país. A imunização de fêmeas bovinas e bubalinas entre 3 e 8 meses de idade é obrigatória no Brasil e, em muitos estados, deve ser realizada até o dia 31 de maio.
A brucelose, também conhecida como febre mediterrânea, é uma doença infecciosa causada por bactérias do gênero Brucella e considerada uma das zoonoses de maior relevância para a pecuária mundial. Além de comprometer a saúde dos animais, a enfermidade também representa risco à saúde humana, podendo ser transmitida pelo contato direto com animais infectados ou pelo consumo de leite e derivados não pasteurizados.
Doença provoca prejuízos à pecuária
Entre os principais impactos da brucelose na produção pecuária estão abortos, infertilidade, redução da eficiência reprodutiva e queda na produtividade dos rebanhos. Esses fatores geram prejuízos econômicos importantes para os produtores e afetam diretamente a competitividade do setor.
O controle sanitário é considerado estratégico para o agronegócio brasileiro, especialmente porque o país ocupa posição de destaque entre os maiores produtores e exportadores mundiais de carne bovina, suína e de frango. A manutenção desse protagonismo depende de programas rigorosos de defesa agropecuária, vacinação e monitoramento constante das doenças animais.
Segundo o Sindan, a saúde dos rebanhos está diretamente ligada à qualidade dos alimentos, à produtividade no campo e ao cumprimento das exigências sanitárias dos mercados internacionais.
Zoonoses preocupam autoridades sanitárias
A preocupação com a brucelose também envolve a saúde pública. Dados da OMS indicam que existem mais de 200 enfermidades zoonóticas conhecidas atualmente. Já a entidade HealthforAnimals aponta que cerca de 60% das doenças existentes no mundo são zoonoses.
Diante desse cenário, especialistas reforçam que o combate à brucelose vai além da proteção dos rebanhos e se torna uma medida essencial para garantir a segurança alimentar da população.
Vacinação é principal ferramenta de controle
A vacinação obrigatória segue sendo uma das estratégias mais eficazes para reduzir a circulação da bactéria nos rebanhos brasileiros. A imunização precoce, realizada dentro da faixa etária recomendada, contribui para diminuir os índices da doença e fortalecer os programas de erradicação sanitária no país.
Além do cumprimento do calendário vacinal, técnicos e especialistas recomendam a adoção de boas práticas de manejo, acompanhamento veterinário contínuo e monitoramento sanitário permanente nas propriedades rurais.
A integração entre produtores, médicos-veterinários e órgãos de defesa agropecuária é apontada como fundamental para ampliar o controle da doença, reduzir os riscos de transmissão e preservar a sustentabilidade da pecuária brasileira.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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