AGRONEGÓCIO
Seguro rural avança com 7 inovações para reduzir riscos climáticos e ampliar proteção no agronegócio
AGRONEGÓCIO
O avanço das mudanças climáticas já impacta diretamente diversos setores da economia global, com destaque para o agronegócio. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), eventos extremos causaram perdas de cerca de US$ 3,8 trilhões na agropecuária mundial nos últimos 30 anos, o equivalente a uma média anual de US$ 123 bilhões.
Diante desse cenário, cresce a demanda por soluções de proteção no campo, com o uso de novas tecnologias e a ampliação das coberturas oferecidas pelo seguro rural.
Seguro rural se torna ferramenta de gestão de risco com apoio da tecnologia
As soluções de seguro rural vêm se tornando mais inteligentes e personalizadas, integrando dados, monitoramento remoto por drones, sensores e inteligência artificial, além de novas modalidades de cobertura.
De acordo com o CEO da GFX – Inteligência Financeira, Philippe Enke Mathieu, a tendência é de transformação do setor.
“O seguro deixa de ser apenas uma proteção contra perdas e passa a atuar como uma ferramenta de gestão de risco integrada à tecnologia e à tomada de decisão no campo”, afirma.
Atualmente, além das lavouras, o seguro já abrange máquinas, estruturas, estoques e até animais. No entanto, ainda há baixa adesão em alguns segmentos, como a pecuária, que cobre menos de 5% do rebanho nacional.
Tecnologia aumenta precisão na análise de risco e agilidade nas indenizações
O uso de tecnologias como drones, sensores e imagens de satélite tem ampliado a capacidade de monitoramento das propriedades rurais em tempo real. Isso torna a análise de risco mais precisa e acelera processos de regulação de sinistros e indenizações.
Segundo Mathieu, a integração dessas ferramentas fortalece o setor.
“A tecnologia tem sido uma grande aliada na evolução do seguro rural. O uso de drones, sensores e imagens de satélite permite monitorar lavouras, rebanhos e condições climáticas em tempo real, tornando a análise de risco mais precisa e as indenizações mais rápidas”, destaca.
Seguro também avança para proteção de equipamentos agrícolas
O avanço tecnológico no campo também impulsiona a expansão do seguro para equipamentos utilizados na agricultura de precisão, como drones, sensores e estações meteorológicas.
Esses dispositivos, considerados estratégicos para a gestão das propriedades, já podem ser protegidos contra danos, falhas operacionais e roubos, garantindo maior segurança operacional e continuidade das atividades no campo.
7 inovações do seguro rural para se adaptar às mudanças climáticas
1. Monitoramento por drones e satélites
O uso de drones permite acompanhamento em tempo real das lavouras, facilitando a análise de riscos e a regulação de sinistros. Já existem apólices específicas para esses equipamentos, cobrindo danos, falhas e até perda total.
2. Seguro para equipamentos tecnológicos
Além de máquinas tradicionais, o seguro rural passa a incluir sensores, estações meteorológicas e drones. “Equipamentos como sensores, estações meteorológicas e drones são cada vez mais essenciais, e o seguro garante proteção a esses investimentos”, afirma o CEO da GFX.
3. Cobertura ampliada para lavouras (multirrisco)
As apólices modernas oferecem proteção contra diferentes eventos climáticos, como seca, granizo e geada, em um único contrato, ampliando a segurança financeira do produtor.
4. Proteção para rebanhos
Embora ainda pouco difundido, o seguro para animais cobre mortes por doenças, acidentes e eventos climáticos. A expectativa é de crescimento dessa modalidade com o aumento dos riscos sanitários e climáticos.
5. Personalização com inteligência artificial
Seguradoras utilizam dados e inteligência artificial para desenvolver apólices sob medida, considerando cultura, localização, histórico climático e nível tecnológico das propriedades.
6. Integração com crédito rural
O seguro rural passa a ser integrado ao financiamento agrícola, funcionando como garantia e facilitando o acesso ao crédito por parte dos produtores.
7. Cobertura para toda a cadeia produtiva
Além da produção no campo, o seguro evolui para cobrir armazenagem, transporte e comercialização, ampliando a gestão de risco em toda a cadeia do agronegócio.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Dia do Churrasco: veja quais estilos de cerveja harmonizam melhor com cada tipo de carne e acompanhamentos
O Dia do Churrasco é celebrado no Brasil em 24 de abril desde 2003. A data foi escolhida em referência ao Dia da Tradição Gaúcha, também comemorado em 24 de abril, quando, em 1948, foi fundado o primeiro Centro de Tradições Gaúchas (CTG).
Apesar da diversidade de estilos de churrasco ao redor do mundo, o brasileiro é um dos mais reconhecidos internacionalmente e atrai turistas interessados na tradição. Nesse contexto, a cerveja se mantém como a bebida mais associada ao consumo de churrasco, e a harmonização correta pode tornar a experiência ainda mais completa.
De acordo com o mestre cervejeiro da Ashby, Alexandre Vaz, a escolha do estilo ideal de cerveja para cada tipo de carne ou acompanhamento faz diferença no equilíbrio de sabores.
Picanha combina com India Pale Ale
A picanha é um dos cortes mais tradicionais e valorizados do churrasco brasileiro. Retirada da parte nobre da alcatra, a carne se destaca pelo sabor marcante e pela camada de gordura, que garante suculência.
Para harmonizar, a indicação é a India Pale Ale (IPA), cerveja de perfil mais complexo e amargo. Segundo especialistas, ela ajuda a limpar o paladar entre as mordidas, realçando o sabor da carne.
Frangos e carnes brancas pedem cervejas leves como Pilsen
Carnes brancas, como o frango, ganham novas nuances quando preparadas na brasa. Por serem opções mais leves, o ideal é optar por cervejas que não sobreponham o sabor do alimento.
A Pilsen é a principal recomendação nesse caso. De origem tcheca, é uma cerveja leve, refrescante e de alta drinkability, ideal para acompanhar pratos mais suaves.
Linguiça harmoniza com Pale Ale
A linguiça suína é presença quase obrigatória nos churrascos brasileiros. Por ser mais gordurosa, pede uma cerveja que ajude a equilibrar essa característica.
A Pale Ale é a sugestão indicada. Com corpo médio e baixo amargor, ela ajuda a suavizar a gordura e traz notas maltadas que lembram cereais e caramelo, complementando o sabor do embutido.
Cupim pede contraste com cervejas Porter
O cupim é uma carne bastante apreciada no churrasco por sua combinação de gordura e fibras. Para uma experiência diferenciada, a harmonização indicada é com cervejas do estilo Porter.
Esse estilo apresenta notas de chocolate, café e creme. A combinação funciona pelo contraste entre o sabor salgado da carne e o perfil levemente adocicado da bebida.
Queijo coalho harmoniza com cerveja de trigo Weiss
O queijo coalho, bastante tradicional no Nordeste e popular em todo o Brasil, também marca presença no churrasco e pode ser servido como alternativa às carnes.
A cerveja do estilo Weiss é a mais indicada. Produzida com trigo, possui baixo amargor, notas de cravo e banana e alta carbonatação, o que ajuda a realçar o sabor do queijo e equilibrar sua gordura.
Pão de alho combina com Pilsen puro malte
Outro acompanhamento tradicional do churrasco é o pão de alho, preparado com alho, azeite ou manteiga. A iguaria se tornou presença frequente nas churrasqueiras brasileiras.
A harmonização ideal é com cerveja Pilsen puro malte, leve e refrescante, com amargor suave, que preserva o sabor do pão sem interferências.
Sobre a Ashby
A Ashby foi fundada em 1993 por Scott Ashby, norte-americano que chegou ao Brasil em 1992. Em 1990, ele iniciou sua formação como mestre cervejeiro na Universidade da Califórnia e posteriormente trabalhou na cervejaria Wasatch, nos Estados Unidos.
No Brasil, Scott fundou a primeira microcervejaria do país na cidade de Amparo (SP), com o objetivo de introduzir o conceito de cervejas especiais no mercado nacional. A escolha da localização considerou a qualidade da água da região, fator essencial para a produção de cervejas.
As águas de Amparo possuem equilíbrio ideal entre sais e minerais, o que contribui para a produção de chopes e cervejas de alta qualidade.
Com a atuação da Ashby, o mercado brasileiro passou a conhecer e expandir o consumo de cervejas especiais, antes restritas a nichos específicos.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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