TJ AC
Roda de conversa reúne juízes e juízas para debater prevenção ao assédio
TJ AC
Durante o encontro, foram apresentadas estratégias e protocolos para fortalecer ambiente de trabalho seguro; ação integra a programação da Semana Nacional de Combate ao Assédio e à Discriminação
Em continuidade à programação da Semana Nacional de Combate ao Assédio e à Discriminação, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) promoveu uma roda de conversa com juízas e juízes de todas as comarcas do estado. A atividade ocorreu nesta quarta-feira, 6, às 13h, de forma online, como parte do cronograma de ações de conscientização previstas pelo Judiciário acreano.
O encontro teve como objetivo capacitar magistradas e magistrados sobre medidas e estratégias de prevenção e enfrentamento de condutas abusivas no ambiente de trabalho. Durante a reunião, foram apresentadas orientações e os procedimentos adotados pela instituição no combate ao assédio moral, ao assédio sexual e à discriminação.
A atividade foi conduzida pela presidente da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, Assédio Sexual e da Discriminação no âmbito do 1º Grau de Jurisdição (Coped), a juíza Evelin Bueno. Segundo a magistrada, a roda de conversa permitiu difundir entre os membros da magistratura a política de prevenção do TJAC, que busca coibir práticas inadequadas nas relações profissionais dentro da instituição.
Outras ações ainda estão previstas ao longo da semana. Na quinta-feira, às 11h, ocorre uma palestra sobre o tema voltada a colaboradoras e colaboradores do TJAC; às 13h, a atividade será destinada a servidoras e servidores. Para encerrar a programação, na sexta-feira, 8, está prevista uma ação no Vale do Juruá, no interior do estado, com profissionais da Cidade da Justiça de Cruzeiro do Sul.
As atividades realizadas pelo TJAC, entre os dias 4 e 8 de maio, integram a Política de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do Poder Judiciário, instituída pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por meio da Resolução nº 351/2020.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC
TJ AC
TJAC lança projeto pioneiro que une inteligência artificial e direitos humanos nesta quinta-feira
Solenidade ocorre nesta quinta-feira, 7, às 11h, na Escola do Poder Judiciário (Esjud), com a ativação da Humanize IA, ferramenta que analisa a aplicação de tratados internacionais de direitos humanos nas decisões judiciais
O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) lança, nesta quinta-feira, 7 de maio, o Projeto Humanize, iniciativa pioneira no Brasil e no Sistema Interamericano de Direitos Humanos. A solenidade de inauguração ocorre na Escola do Poder Judiciário (Esjud), às 11h (horário local), com a presença do presidente do TJAC, de desembargadores, magistrados, servidores e autoridades civis.
Para marcar o lançamento, será ativada a inteligência artificial Humanize IA, ferramenta responsável por analisar automaticamente a aplicação do controle de convencionalidade nas decisões judiciais proferidas pelo Judiciário acreano. A tecnologia verifica se os atos judiciais estão compatíveis com as legislações nacionais e alinhados aos tratados internacionais de direitos humanos ratificados pelo país.
A solução foi desenvolvida exclusivamente por profissionais de tecnologia do TJAC. A previsão é de que sua utilização ocorra de forma gradual na instituição. No futuro, a ferramenta deve analisar conteúdos processuais diversos, como petições, decisões, manifestações e votos, bem como mensurar o grau de aderência dos casos aos precedentes e às opiniões consultivas da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH).
Além da inovação tecnológica, o Projeto Humanize prevê um conjunto de ações estruturantes, como a formalização de cooperação com a Corte IDH, a criação de trilhas formativas em direitos humanos, a capacitação de magistrados, servidores e forças de segurança, a instituição do Prêmio Humanize de Convencionalidade, a articulação com outros órgãos do Sistema de Justiça e a realização de intercâmbio institucional.
Em um cenário nacional marcado pela baixa aplicação do controle de convencionalidade, pela formação insuficiente sobre o tema e pelo distanciamento entre o Judiciário brasileiro e os sistemas internacionais de direitos humanos, o TJAC busca contribuir com uma resposta institucional ao problema, ao oferecer uma ferramenta voltada à qualificação das decisões judiciais e ao alinhamento com parâmetros internacionais.
O Projeto Humanize está alinhado à Constituição Federal, à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei n.º 13.709/2018), à Lei de Acesso à Informação (Lei n.º 12.527/2011), ao Pacto de San José da Costa Rica, às diretrizes da Corte Interamericana de Direitos Humanos, à Recomendação n.º 123 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que orienta os tribunais brasileiros a aplicarem tratados de direitos humanos e a jurisprudência da Corte IDH, e à Resolução n.º 615, que disciplina o uso de inteligência artificial no Poder Judiciário.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC
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