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Judiciário acreano renova apoio institucional à realização das Eleições Gerais 2026

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A contagem regressiva para a festa da democracia foi iniciada oficialmente e ações preparatórias estão sendo planejadas com transparência e ampla colaboração

Falta exatamente um ano para as Eleições Gerais de 2026. O marco temporal foi o motivo para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE/AC) reunir as instituições e imprensa nesta sexta-feira, 3, a fim de inaugurar o ciclo de diálogos sobre as ações preparatórias. Deste modo, o presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Laudivon Nogueira, renovou o apoio institucional, necessário para a garantia da democracia e soberania popular.

Na ocasião, a presidente do TRE, desembargadora Waldirene Cordeiro, falou sobre o pleno exercício da cidadania e que, neste momento, a Justiça Eleitoral tem priorizado o cadastro biométrico dos eleitores. “No Acre, há 6,6% de eleitores sem biometria, ou seja, cerca de 40 mil pessoas. Nós iniciamos a busca destes eleitores que não possuem a biometria e estamos fortalecendo a adesão da biometria nas escolas e universidades”, afirmou Cordeiro.

Outros desafios elencados foram a fiscalização eleitoral, com ênfase no cumprimento da cota de gênero nas candidaturas e o combate às fake news. Nesse sentido, a presidente do TRE reforçou o uso dos canais oficiais de comunicação e a importância de checar os fatos, bem como de realizar denúncias.

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Em 2026, as eleitoras e eleitores vão escolher seus representantes para os seis cargos disponíveis: presidente, governador, deputado federal, deputado estadual e senadores. Assim como nas últimas eleições, o horário de votação no Acre será das 6 às 15h.

Fotos: Gleilson Miranda/Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Mãe que agrediu filha após flagrá-la em caixa d’água é condenada por maus-tratos

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Câmara Criminal entendeu que castigo físico extrapolou os limites do exercício do poder familiar

Mãe que submeteu a filha a castigo físico excessivo após flagrá-la tomando banho dentro de uma caixa d’água foi condenada a dois meses e 20 dias de detenção, em regime inicial aberto, pelo crime de maus-tratos. A decisão é da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC). O colegiado entendeu que a mulher abusou dos meios de correção.

Conforme os autos, o caso aconteceu em fevereiro de 2024, no município de Bujari. Foram constatadas diversas marcas de agressão espalhadas pelo corpo da menina. Ela apresentava hematomas na coxa direita, no cotovelo, na região das escápulas e no pé direito, além de escoriações no abdômen.

Em primeira instância, a mãe da vítima foi condenada pelo crime de lesão corporal praticada contra descendente em contexto de violência doméstica. Inconformada, recorreu da sentença. Pediu a absolvição, sob o argumento de que não havia agido com a intenção de ferir a filha, mas de discipliná-la.

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Ao analisar o caso, o relator, desembargador Francisco Djalma, concluiu que a conduta da mãe extrapolou os limites admissíveis do exercício do poder familiar. Por esse motivo, negou o pedido de absolvição formulado pela defesa. Entretanto, ele também deduziu que o caso não configurava o crime de lesão corporal praticada contra descendente.

“Embora o emprego de violência física seja absolutamente reprovável e incompatível com o regular exercício do poder familiar, as circunstâncias do caso não evidenciam que a apelante tenha atuado com dolo autônomo de ofender a integridade física da filha, mas sim que abusou dos meios de correção”, afirmou em seu voto.

O entendimento foi acompanhado pelos demais desembargadores. Assim, a Câmara reformou a sentença de primeiro grau para desclassificar a conduta para o crime de maus-tratos e redimensionar a pena da mulher para dois meses e 20 dias de detenção. O acórdão está disponível na edição n.º 8.065 do Diário da Justiça (p. 11), publicada nesta terça-feira, 28 de julho.

Apelação Criminal nº 0700141-70.2025.8.01.0010

Imagem gerada por IA

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Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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