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Administração Superior realiza visitas a promotorias do interior para fortalecer diálogo e ouvir demandas locais

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O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, realizou nesta terça-feira, 2, visitas institucionais às Promotorias de Justiça do Bujari e de Sena Madureira. A agenda teve como foco o fortalecimento da integração entre a gestão e as equipes que atuam no interior do estado, além do levantamento de demandas voltadas à melhoria da infraestrutura das unidades ministeriais.

Acompanharam a agenda o assessor de Relações Institucionais, procurador de Justiça Sammy Barbosa Lopes; a ouvidora-geral do MPAC, procuradora de Justiça Kátia Rejane de Araújo Rodrigues; além da equipe técnica das diretorias de Administração e Tecnologia da Informação.

Durante as visitas, foram realizadas reuniões com membros e servidores para ouvir demandas, conhecer de perto a realidade de cada unidade e discutir medidas que contribuam para o aprimoramento das condições de trabalho.

Além do diálogo com as equipes, a comitiva realizou inspeções nas instalações das unidades para verificar in loco as necessidades de manutenção predial corretiva e identificar intervenções capazes de proporcionar mais segurança, conforto e funcionalidade aos ambientes de trabalho.

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O procurador-geral de Justiça explicou que as visitas integram a política de aproximação da atual gestão com as unidades ministeriais do interior, reforçando o compromisso com a valorização de membros e servidores, a melhoria contínua das condições de trabalho e o fortalecimento do atendimento à população em todas as regiões do estado.

“Essas visitas permitem conhecer a realidade de cada unidade, ouvir quem está na linha de frente da atuação ministerial e planejar ações que contribuam para a melhoria da estrutura física e para o fortalecimento do trabalho desenvolvido em benefício da sociedade”, afirmou.

Participaram das reuniões os promotores de Justiça Julia Fernandes, Taís Leite, José Eduardo Galvão e Wanderley Barbosa. Eles destacaram a importância da presença da Administração Superior nas unidades do interior, ressaltando que a iniciativa aproxima a gestão das realidades locais e contribui para a construção de “soluções mais adequadas às necessidades enfrentadas no cotidiano das promotorias”.

Durante os encontros, o assessor de Relações Institucionais, Sammy Barbosa Lopes, e a ouvidora-geral, Kátia Rejane, reafirmaram o compromisso da Administração Superior com o dialogo e a escuta permanente. Na oportunidade, também desejaram sucesso aos promotores recém-ingressos que atuam nos municípios.

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Fotos: Diego Negreiros
Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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Corregedoria-Geral do MPAC realiza correições em Feijó e Manoel Urbano com foco em diálogo institucional e fortalecimento da atuação ministerial

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A Corregedoria-Geral do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou correições ordinárias nas Promotorias de Justiça de Feijó e Manoel Urbano, dando continuidade ao ciclo correicional de 2026 no interior do estado. As atividades envolveram reuniões institucionais, entrevistas, análise de procedimentos, escuta de membros, servidores e representantes da rede de proteção, além de visitas a órgãos e instituições parceiras.

O novo modelo correicional adotado pelo MPAC prioriza uma atuação orientativa e estratégica, voltada não apenas à análise da produtividade das unidades ministeriais, mas também à compreensão das realidades locais, das condições de trabalho e dos principais desafios enfrentados nas comarcas.

A corregedora-geral do MPAC, procuradora de Justiça Patrícia Rêgo, destacou que a correição é uma ferramenta de inteligência institucional voltada ao aprimoramento dos serviços prestados à população.

“A correição é um momento de inteligência institucional. Ela é uma ferramenta que ajuda a gestão a melhorar o desempenho e a atuação do Ministério Público. É um momento de diálogo com o promotor de Justiça, de escuta da comunidade, da rede de proteção e dos demais poderes que fazem essa relação do dia a dia com o Ministério Público”, afirmou.

Durante as atividades, a equipe da Corregedoria também realizou reuniões com servidores, conferência de dados institucionais, verificação documental e diálogo com órgãos da rede de atendimento e proteção social dos municípios. O trabalho incluiu ainda visitas institucionais e avaliação das demandas mais sensíveis de cada território, especialmente nas áreas de saúde mental, violência doméstica, infância e adolescência e políticas públicas.

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O promotor corregedor e secretário-geral da Corregedoria, Carlos Pescador, ressaltou o caráter preventivo e colaborativo da atuação correicional.

“A gente não quer esse viés punitivo da correição, algo que soe, de alguma forma, negativo. Obviamente, o que tiver que ser corrigido vai ser corrigido, mas, sobretudo, com o entendimento de que essa correição é para o bem da instituição, dos membros, dos servidores e, principalmente, da população, que é a quem devemos prestar contas diariamente”, afirmou.

A promotora de Justiça de Manoel Urbano, Julia Fernandes, destacou a importância do contato próximo da Corregedoria com as unidades do interior e da construção conjunta de prioridades institucionais alinhadas às necessidades locais.

“Esse contato próximo e, no interior principalmente, eles vindo ver a nossa realidade, a realidade estrutural, é muito importante e enriquecedor. Quem ganha principalmente com a correição é a população local, no sentido de alinhar as ações do promotor de Justiça ao que aquele município e aquela população precisam”, disse.

A promotora de Justiça de Feijó, Giovana Kohata, também destacou a importância da atuação correicional para o fortalecimento institucional e o aprimoramento do trabalho desenvolvido pelo Ministério Público.

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“Hoje nós tivemos a satisfação de receber a Corregedoria do Ministério Público do Estado do Acre aqui em Feijó. É uma oportunidade para a instituição avaliar o trabalho do Ministério Público na cidade, tanto de maneira interna quanto externa, observando também o relacionamento com as outras instituições. Além disso, é um momento em que ajustes podem ser feitos. Então, é um ganho tanto para o Ministério Público quanto para a sociedade”, afirmou.

O modelo correicional em desenvolvimento pelo MPAC busca fortalecer a atuação ministerial a partir de uma visão mais ampla das necessidades locais, considerando aspectos relacionados à estrutura das unidades, à integração institucional, à saúde mental, à organização do trabalho e às demandas sociais identificadas em cada território.

Tiago Teles – Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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