AGRONEGÓCIO
ADM abre mais de 100 vagas de emprego no Brasil em áreas estratégicas do agronegócio e indústria
AGRONEGÓCIO
A ADM, uma das líderes globais em comercialização de grãos, insumos, nutrição humana e animal, está com mais de 100 vagas de emprego abertas em diversas regiões do Brasil. As oportunidades estão distribuídas entre Centro-Oeste, Sudeste, Sul, Norte e Nordeste, contemplando profissionais de diferentes níveis de experiência e reforçando a estratégia da companhia de crescimento sustentável e fortalecimento de suas operações no país.
As posições incluem desde cargos técnicos até funções de liderança e especialistas, com atuação em áreas estratégicas como comercial, operações, qualidade, supply chain, inteligência de mercado e manutenção.
ADM reforça estratégia de atração de talentos no Brasil
Segundo a empresa, o processo de expansão das contratações está alinhado à necessidade de fortalecer equipes e impulsionar inovação e eficiência operacional em suas unidades no país.
De acordo com Ana Herbas, coordenadora de Recursos Humanos da ADM no Brasil, as oportunidades refletem a diversidade das áreas de atuação da companhia e o compromisso com o desenvolvimento profissional.
“As vagas refletem a diversidade de áreas de atuação da ADM e reforçam nossa estratégia de atrair profissionais que desejam construir suas carreiras em uma companhia global, conectada aos desafios do agronegócio, da indústria e da nutrição. Buscamos talentos que compartilhem nossos valores e que contribuam para um ambiente colaborativo, inovador e focado no desenvolvimento contínuo”, afirma.
Vagas estão distribuídas em todas as regiões do país
As oportunidades estão organizadas em diferentes estados e contemplam funções estratégicas em unidades operacionais e corporativas da empresa.
- Região Norte
- Gerente de Canais (Porto Velho – RO)
- Região Nordeste
- Gerente de Canais (Recife – PE)
- Região Centro-Oeste
- Gerente de Canais (Cuiabá, Goiânia ou Brasília)
- Especialista de Negócios – Originação e Insumos (Pedro Gomes – MS)
- Especialista de Negócios – Originação e Insumos (Chapadão do Sul – MS)
- Especialista em Otimização de Processos (Rondonópolis – MT)
- Mecânicos e Eletricistas (4 vagas – Rondonópolis – MT)
- Região Sudeste
- Gerente de Canais (Campinas, São Paulo, Sorocaba, Ribeirão Preto e região)
- Gerente Regional de Canais (São Paulo ou região de Campinas)
- Analista de Planejamento de Materiais Pleno (São Paulo – SP)
- Analista de Qualidade Sênior – Fornecedores (São Paulo – SP)
- Especialista em Pesquisa de Mercado – Commodities (São Paulo – SP)
- Região Sul
- Gerente de Canais (Porto Alegre – RS ou Florianópolis – SC)
- Especialista em Otimização de Processos (Apucarana – PR)
- Supervisor de Qualidade (Colombo – PR)
- Como se candidatar às vagas da ADM
Os interessados em participar do processo seletivo devem acessar o portal oficial de carreiras da ADM para conferir a lista completa de oportunidades e realizar a candidatura online.
Para as vagas de Mecânicos e Eletricistas em Rondonópolis (MT), os currículos devem ser enviados diretamente para o e-mail: [email protected].
ADM reforça cultura de inclusão e desenvolvimento profissional
A companhia destaca que promove uma cultura organizacional baseada na inclusão, valorização da diversidade e igualdade de oportunidades para todos os profissionais.
A estratégia de recrutamento está alinhada ao objetivo de atrair talentos que contribuam para o fortalecimento das operações globais da empresa, além de impulsionar inovação, eficiência e crescimento sustentável no setor do agronegócio e da indústria de alimentos e insumos.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Café ganha suporte com avanço da colheita no Brasil, mas mercado monitora qualidade da safra e pressão da oferta
O mercado global de café iniciou esta quarta-feira (10) atento ao avanço da colheita brasileira, fator que segue ditando o comportamento dos preços internacionais. Após as cotações do arábica em Nova York atingirem os menores níveis dos últimos 19 meses, os contratos voltaram a registrar recuperação técnica nas primeiras negociações do dia, enquanto produtores e compradores acompanham de perto a evolução da safra brasileira.
O Brasil, maior produtor e exportador mundial de café, entra em um período decisivo para a definição da qualidade e do tamanho efetivo da produção de 2026. Embora as perspectivas apontem para uma safra volumosa, o mercado ainda busca respostas sobre o rendimento dos grãos e o padrão de qualidade dos lotes que começam a chegar ao mercado.
Colheita ganha ritmo após atraso provocado pelas chuvas
Segundo levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a colheita vem acelerando nas principais regiões produtoras do país neste início de junho.
Até a segunda quinzena de maio, os trabalhos avançavam lentamente devido às chuvas frequentes e à maturação irregular dos frutos em diversas lavouras. Com o retorno do tempo mais seco nas últimas semanas, as condições passaram a favorecer tanto a maturação dos grãos quanto o desempenho das operações de campo.
Nas principais áreas produtoras de Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo, produtores relatam melhora no ritmo da colheita, permitindo maior entrada de café novo no mercado.
Qualidade da safra entra no radar do mercado
Apesar da evolução dos trabalhos, começam a surgir as primeiras preocupações relacionadas à qualidade da produção.
Produtores do Sul de Minas e da Mogiana Paulista demonstram apreensão com o tamanho dos grãos colhidos até o momento. Os relatos indicam que a peneira do café estaria abaixo da observada na safra anterior, o que pode impactar a formação dos lotes destinados aos mercados mais exigentes.
No entanto, especialistas destacam que ainda é prematuro tirar conclusões definitivas. Apenas uma pequena parcela da safra foi beneficiada até agora, e os resultados iniciais podem não refletir o desempenho final da produção brasileira.
O comportamento climático das próximas semanas será determinante para consolidar uma avaliação mais precisa sobre a qualidade dos cafés da temporada.
Nova York atinge menor patamar em 19 meses
Enquanto a colheita avança no Brasil, as bolsas internacionais seguem ajustando os preços diante da expectativa de aumento da oferta global.
Na sessão anterior, o contrato setembro do café arábica em Nova York chegou a ser negociado abaixo dos 239 centavos de dólar por libra-peso, atingindo o menor nível para a posição desde novembro de 2024.
A pressão baixista reflete a percepção de que a safra brasileira poderá ampliar significativamente a disponibilidade global de café, especialmente de arábica.
O mercado avalia que a produção brasileira desta temporada pode superar os volumes registrados no ano passado, fortalecendo as expectativas de recomposição dos estoques mundiais após anos de oferta apertada.
Além da entrada da nova safra, a queda dos preços do petróleo também contribuiu para o movimento de baixa observado recentemente nas commodities agrícolas.
Por outro lado, a redução contínua dos estoques certificados nas bolsas internacionais continua oferecendo suporte ao mercado e limita movimentos mais intensos de queda.
Preços voltam a subir nesta quarta-feira
Após as perdas registradas nos últimos pregões, os contratos futuros iniciaram a quarta-feira em recuperação.
No mercado do arábica, o contrato com vencimento em julho avançava para 246,00 cents de dólar por libra-peso. O setembro operava em 242,10 cents/lb, enquanto o dezembro era negociado a 235,25 cents/lb.
Em Londres, o café robusta também registrava valorização. O contrato julho era negociado acima de US$ 3.360 por tonelada, refletindo a continuidade da demanda internacional e a expectativa de uma oferta mais ajustada para essa variedade.
O desempenho do robusta tem mostrado maior resistência em relação ao arábica, uma vez que a produção brasileira de conilon nesta temporada deve permanecer mais próxima dos volumes observados em 2025.
Comercialização avança com produtores aproveitando preços
Outro fator importante para o mercado é o comportamento dos produtores brasileiros diante da entrada da nova safra.
Com os preços ainda em patamares historicamente atrativos, muitos cafeicultores têm aproveitado a colheita para realizar vendas e reforçar o fluxo de caixa das propriedades.
Esse movimento tem contribuído para manter um ritmo consistente de comercialização, mesmo diante das incertezas relacionadas à qualidade final da safra.
Perspectivas para o mercado
Nas próximas semanas, os preços do café deverão continuar reagindo principalmente a três fatores:
- Evolução da colheita brasileira;
- Confirmação do potencial produtivo da safra 2026;
- Qualidade efetiva dos grãos colhidos.
O mercado segue dividido entre a pressão provocada pela expectativa de maior oferta e os riscos relacionados ao padrão de qualidade da produção.
Para produtores, exportadores e indústrias, o momento exige atenção redobrada. A velocidade da colheita e os resultados das primeiras classificações dos lotes poderão definir os rumos das cotações internacionais ao longo do segundo semestre.
Enquanto isso, o Brasil continua no centro das atenções do mercado global, com a safra 2026 sendo considerada o principal fator para a formação dos preços do café nos próximos meses.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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