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Edvaldo Magalhães propõe comissão da Aleac para acompanhar apuração sobre desabamento da ponte em Sena Madureira

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O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) defendeu, durante a sessão desta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), a criação de uma comissão de representação externa para acompanhar as investigações relacionadas ao desabamento da ponte Frei Paulino Baldassari em Sena Madureira.

Ao abordar o tema, o parlamentar destacou os impactos que a interrupção da travessia já provoca na rotina da população e na economia do município, especialmente para moradores e empreendedores do Segundo Distrito, que dependiam da estrutura para o deslocamento e para o desenvolvimento de suas atividades.

“O problema já começa a afetar o cotidiano das pessoas e a economia local. Muitos investiram acreditando no acesso proporcionado pela ponte”, observou.

Edvaldo Magalhães informou que apresentará um requerimento propondo a formação de uma comissão de representação externa da Aleac, instrumento previsto no Regimento Interno da Casa. Segundo ele, o objetivo é permitir que o Poder Legislativo acompanhe de perto o trabalho de apuração conduzido pelos órgãos de controle e pelas instituições responsáveis pelas perícias.

De acordo com a proposta, a comissão seria presidida por um integrante da Mesa Diretora e teria a missão de acompanhar as investigações realizadas pelo Ministério Público do Estado, Tribunal de Contas do Estado, Polícia Civil e, eventualmente, pela Polícia Federal.

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“O Parlamento precisa cumprir seu papel institucional e acompanhar todo esse processo para que os fatos sejam devidamente esclarecidos”, afirmou.

Durante o pronunciamento, o deputado levantou questionamentos sobre a execução da obra e defendeu que as diferenças entre o projeto original e a estrutura construída sejam analisadas com rigor. Para ele, é necessário esclarecer se houve redução de materiais e alterações que possam ter comprometido a segurança da ponte.

 Magalhães também chamou atenção para os custos da obra, que ultrapassaram R$ 45 milhões após aditivos contratuais, e afirmou que a sociedade acreana espera respostas sobre as causas do desabamento e a eventual responsabilização dos envolvidos.

Ao encerrar, o parlamentar reforçou a importância da participação da Assembleia Legislativa no acompanhamento do caso e disse que a população merece uma apuração transparente e completa.

“É preciso desvendar o que aconteceu nessa obra e garantir que toda a verdade venha à tona. Esse é o compromisso que devemos ter com a sociedade acreana”, concluiu.

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: Sérgio Vale

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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Pablo Bregense anuncia apoio a moradores de Sena Madureira e cobra solução emergencial para travessia do Rio Iaco

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A situação enfrentada pelos moradores de Sena Madureira após o desabamento da ponte Frei Paolino Baldassari foi o principal tema do pronunciamento do deputado Pablo Bregense (União Progressista) durante a sessão ordinária desta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). O parlamentar afirmou que, mais do que discutir aspectos técnicos da obra, considera necessário olhar para os impactos vividos diariamente pela população, especialmente pelos moradores do Segundo Distrito, que voltaram a enfrentar dificuldades de deslocamento após a interrupção da ligação entre as duas partes da cidade.

Ao relembrar a realidade vivida por gerações de  sena-madureirenses da construção da ponte, Pablo destacou os riscos enfrentados por quem dependia da travessia do Rio Iaco para estudar, trabalhar ou participar das atividades sociais do município. Segundo ele, durante décadas, muitas famílias conviveram com acidentes e mortes por afogamento em razão da ausência de uma ligação segura entre os dois lados da cidade. “Quem conhece Sena Madureira sabe o que aquela ponte representava. Não era apenas uma obra de concreto. Era a garantia de que crianças, jovens e trabalhadores poderiam atravessar o rio com mais segurança e dignidade”, observou.

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O deputado também chamou atenção para os prejuízos causados à rotina da população após a queda da estrutura. Ele ressaltou que muitos estudantes passaram a frequentar escolas localizadas no Primeiro Distrito e que diversos moradores trabalham ou realizam atividades comerciais do outro lado do rio, tornando a travessia diária uma necessidade. “A vida das pessoas não pode ficar paralisada enquanto se discute a reconstrução da ponte. Há trabalhadores, estudantes e famílias que dependem desse acesso todos os dias para cumprir seus compromissos”, afirmou.

Como medida emergencial, Pablo anunciou que disponibilizará uma embarcação e um motor de sua propriedade para auxiliar no transporte da população, por meio de um contrato de cessão a ser formalizado junto ao Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre). Segundo ele, o objetivo é contribuir para reduzir os transtornos enfrentados pelos moradores enquanto uma solução definitiva não é construída. “Não podemos esperar meses para oferecer uma resposta mínima à comunidade. Por isso, coloquei à disposição uma canoa e um motor para ajudar no deslocamento da população até que o poder público consiga restabelecer uma alternativa mais eficiente para quem precisa atravessar o Rio Iaco diariamente”, destacou.

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Texto: Andressa Oliveira

Foto: Sérgio Vale

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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