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TJAC prestigia celebração dos 57 anos do 7º Batalhão de Engenharia de Construção

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Desembargadores Laudivon Nogueira e Júnior Alberto participaram da solenidade e destacaram a importância da cooperação entre as instituições em benefício da sociedade acreana

O presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Laudivon Nogueira, e o desembargador Júnior Alberto participaram na noite desta quinta-feira, 11, da solenidade em comemoração aos 57 anos de criação do 7º Batalhão de Engenharia de Construção (7º BEC), realizada na sede da unidade militar, em Rio Branco.

O evento reuniu autoridades civis e militares e celebrou a trajetória da organização militar, reconhecida por sua contribuição histórica para o desenvolvimento do Acre e da região amazônica por meio da execução de obras estratégicas de infraestrutura e da atuação na integração territorial do estado.

A presença do chefe do Poder Judiciário acreano reforçou os laços de cooperação e respeito institucional entre o Tribunal de Justiça e o Exército Brasileiro, instituições que compartilham o compromisso com o fortalecimento do Estado Democrático de Direito e com a promoção do bem-estar da população.

Durante a solenidade, o comandante do 7º BEC recepcionou as autoridades presentes e destacou a importância da parceria entre as instituições públicas na construção de soluções para os desafios enfrentados pela sociedade.

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O desembargador Laudivon Nogueira ressaltou a relevância histórica da unidade militar para o Acre e destacou o papel desempenhado pelo Exército Brasileiro no desenvolvimento regional.

“O 7º BEC possui uma trajetória que se confunde com a própria história do desenvolvimento da infraestrutura acreana. Sua atuação ao longo das décadas contribuiu para a integração do estado e para a melhoria das condições de vida da população. Participar desta celebração é também reconhecer o valor do trabalho realizado por homens e mulheres que servem ao país com dedicação e espírito público”, enfatizou.

A programação contou com cerimônias e tradições militares, incluindo desfile em continência, o brado da Oração do Guerreiro da Selva, apresentações musicais e a entrega de homenagens a militares e civis que contribuíram para a história da unidade.

Criado em 6 de junho de 1969 por decreto presidencial, o 7º BEC teve sua primeira sede em Cruzeiro do Sul. Ao longo de mais de cinco décadas de atuação, a organização militar participou de importantes obras de infraestrutura no Acre e na Amazônia, com destaque para a construção e manutenção de rodovias, aeródromos e aeroportos, consolidando-se como uma das instituições mais relevantes para o desenvolvimento regional.

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Também participaram da solenidade representantes dos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público, forças de segurança e demais instituições parceiras.

Fotos: Elisson Magalhães/Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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TJAC cria rede estadual de promoção e defesa dos Direitos Humanos a partir do Projeto Humanize

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Mais do que garantir direitos, o Poder Judiciário propõe a implementação efetiva dos tratados internacionais e da jurisprudência interamericana no Acre

Na manhã desta segunda-feira, 12, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) e a Polícia Civil assinaram o Termo de Cooperação Técnica para fortalecer as ações do projeto Humanize. A iniciativa pioneira está relacionada ao controle de convencionalidade no Sistema de Justiça acreano e ampliação a efetividade da proteção dos Direitos Humanos no Acre.

O presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, afirmou o propósito em estabelecer a rede estadual de promoção e defesa dos Direitos Humanos: “Essa é uma rede que está sendo construída com várias mãos, no sentido de que nós possamos fortalecer nossas instituições, capacitar e em última instância, a finalidade de concretizar o que foi estabelecido em 1992, quando o Brasil oficializou a adesão aos tratados internacionais de proteção aos Direitos Humanos”.

Em consonância, o juiz auxiliar da Presidência, Giordane Dourado, enfatizou que a adesão da Polícia Civil é inédita. “Esse compromisso com os Direitos Humanos não enfraquece, nem atrapalha o trabalho da polícia. Ele reforça ainda mais e dá credibilidade, sobretudo porque as forças de segurança estão integradas e harmônicas com a rede de Justiça”, assinalou.

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O delegado-geral da Polícia Civil, Pedro Buzolin, afirmou que esta visão está alinhada à atual gestão: “Viemos quebrando vários paradigmas, com a mudança de cultura, temos certeza que estamos fazendo nosso papel”.

Já compõem a rede a Defensoria Pública e a Ordem dos Advogados do Acre Seccional Acre. Neste ato, passam a integraram a Polícia Civil e em seguida a Secretaria Estadual de Segurança Pública. Deste modo, firmado os marcos de institucionalização dos mecanismos para ampliação do uso do controle de convencionalidade.

No encontro, o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, falou sobre efetividade. “O projeto Humanize é muito interessante, por isso aderimos a essa iniciativa, diante desse acordo de cooperação técnica. Essas práticas voltadas para a cidadania, dignidade e Direitos Humanos é algo que a Sejusp vem desenvolvendo na prática e agora, com o estabelecimento desta rede fica chancelada nossas atividades e parceria com o Tribunal de Justiça”.

Também acompanharam as agendas: o juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça Anastácio Menezes, o assessor jurídico do TJAC Marcel Viana e o servidor Rodrigo Santos. Posteriormente, a vice-presidente do TJAC, desembargadora Regina Ferrari, o secretário-geral do TJAC, Júnior Martins e o secretário-geral da Sejusp, Marcos Frank.

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Humanize

O projeto Humanize contempla o desenvolvimento da Humanize IA, solução de inteligência artificial criada para ampliar o alinhamento das decisões judiciais locais ao Sistema Interamericano de Direitos Humanos. A ferramenta foi concebida para apoiar a aplicação do controle de convencionalidade, promovendo decisões mais fundamentadas na jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos.

O Termo de Cooperação prevê uma série de ações conjuntas entre as instituições, incluindo a realização de congressos, seminários, simpósios e pesquisas; o desenvolvimento e compartilhamento de soluções tecnológicas; a capacitação de magistrados, defensores, servidores e demais agentes públicos; além da ampliação do acesso a acervos bibliográficos e materiais especializados em Direito Internacional dos Direitos Humanos.

Fotos: Elisson Magalhães/Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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