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Biotrop leva biotecnologias à Hortitec 2026 e destaca aumento de rentabilidade na horticultura e fruticultura

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A Biotrop participa da 31ª edição da Hortitec, realizada entre 17 e 19 de junho no Parque da Expoflora, em Holambra, com um portfólio de biotecnologias voltado ao aumento da produtividade e da rentabilidade no sistema de hortaliças, frutas e legumes (HF).

A empresa, referência em soluções biológicas e naturais para a agricultura, reforça durante o evento o papel dos bioinsumos como ferramentas estratégicas para elevar o teto produtivo das lavouras, ao mesmo tempo em que contribuem para práticas mais sustentáveis e alinhadas às exigências de segurança alimentar.

Bioinsumos ganham protagonismo na horticultura e fruticultura

Durante a feira, a Biotrop destaca que o uso de soluções biológicas vem se consolidando como uma tendência no manejo agrícola moderno, especialmente em culturas de ciclo curto e consumo in natura.

Segundo o gerente regional de marketing da empresa, Renato Costa, a Hortitec representa uma vitrine estratégica para apresentar inovações ao setor hortifrutícola brasileiro.

Ele ressalta que o manejo biológico contribui diretamente para a redução da carga química nos alimentos, um fator cada vez mais exigido pelo mercado consumidor e por regulamentações de segurança alimentar.

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Soluções biológicas ampliam controle de pragas, doenças e nematoides

A Biotrop apresenta na feira um portfólio de bioinsumos voltados ao controle integrado de problemas fitossanitários, com destaque para três soluções principais:

  • Bombardeiro, indicado para o controle de diversas doenças fúngicas em hortaliças e frutíferas
  • Biobrev Full, voltado ao manejo de lagartas em diferentes culturas
  • Biomagno, com ação no controle de nematoides e doenças de solo

De acordo com a empresa, essas tecnologias contribuem para sistemas produtivos mais equilibrados, reduzindo perdas e elevando a eficiência no campo.

Sustentabilidade e rentabilidade caminham juntas no campo

A Biotrop reforça que o uso de biotecnologias não se limita ao controle fitossanitário, mas também impacta diretamente a rentabilidade do produtor.

O manejo biológico, segundo a empresa, permite maior estabilidade produtiva, melhora o desempenho das lavouras e atende às demandas crescentes por alimentos com menor presença de resíduos químicos.

Renato Costa destaca que o objetivo das soluções apresentadas é ampliar o potencial produtivo das culturas de HF, garantindo ao mesmo tempo eficiência agronômica e sustentabilidade.

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Hortitec se consolida como vitrine de inovação para o setor HF

A presença da Biotrop na Hortitec reforça o papel do evento como uma das principais plataformas de inovação da horticultura brasileira.

A feira reúne empresas, pesquisadores e produtores em busca de tecnologias capazes de aumentar produtividade, reduzir custos e atender às exigências do mercado por alimentos mais seguros e sustentáveis.

Com seu portfólio biológico, a Biotrop reforça sua estratégia de posicionamento no segmento de bioinsumos, um dos mais dinâmicos do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Decisão judicial extingue ação da Aprosoja que cobrava R$ 1,1 bilhão por Moratória da Soja

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A Justiça de Mato Grosso encerrou a ação em que a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrava R$ 1,1 bilhão de empresas e entidades por prejuízos que atribuía à Moratória da Soja. A sentença, proferida na terça-feira (13), fecha na primeira instância a tentativa de obter uma reparação coletiva aos agricultores atingidos pelas restrições de compra do acordo.

A cobrança buscava compensar perdas que, segundo a associação, decorreram da dificuldade de vender soja mesmo quando a produção atendia à legislação ambiental. A Aprosoja-MT pretendia que empresas comercializadoras, entidades setoriais e seus representantes respondessem financeiramente por esses danos.

O processo discutia os efeitos de um pacto do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou sua saída em janeiro de 2026. A retirada ocorreu após a entrada em vigor da lei mato-grossense que restringiu incentivos fiscais a empresas participantes de acordos com exigências superiores às da legislação ambiental. Em agosto, depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade reafirmou que não pretendia retomar a moratória. Saiba mais aqui

Criado em 2006, o compromisso previa a recusa de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas depois de julho de 2008. A restrição alcançava também áreas abertas com autorização. Para a Aprosoja-MT, esse critério prejudicava agricultores que cumpriam a lei, mas encontravam menos alternativas de compradores para sua produção.

A saída das empresas e a cobrança pelas perdas anteriores seguiram caminhos diferentes. Enquanto a Abiove abandonou o pacto coletivo, a associação dos produtores manteve a tentativa de responsabilizar seus participantes pelos efeitos que atribuía à aplicação das restrições.

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Essa cobrança foi atingida pelo julgamento do STF de 12 de agosto. O Supremo considerou que o acordo respeitava a Constituição e determinou o encerramento dos processos judiciais e administrativos baseados na sua suposta ilegalidade, inclusive dos pedidos de responsabilização financeira. A Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá aplicou essa ordem ao processo da Aprosoja-MT. portal.stf.jus.br

Com isso, o pedido de R$ 1,1 bilhão foi encerrado antes da análise dos prejuízos alegados. A sentença deixa os agricultores representados pela associação sem a reparação buscada nessa ação e afasta das empresas processadas, nesta primeira instância, a cobrança coletiva.

O Supremo também manteve as leis estaduais que restringem incentivos a participantes de acordos dessa natureza. Estabeleceu, porém, que a retirada de benefícios deve respeitar os prazos tributários e a proteção das isenções concedidas mediante condições assumidas pelas empresas. O resultado preservou tanto a validade jurídica do pacto quanto a possibilidade de os estados estabelecerem condições para conceder incentivos.

Na mesma sentença, a Justiça rejeitou os pedidos para que a Aprosoja-MT pagasse honorários, despesas processuais e multa por má-fé. A associação teve sua cobrança encerrada, mas ficou livre dessas despesas reclamadas pelos réus.

Na comercialização atual, a Abiove informou que suas associadas passaram a atender individualmente às exigências dos mercados compradores. Para o produtor, as condições de aceitação da soja dependem das políticas de cada empresa. Já a sentença desta semana trata da disputa pelas perdas atribuídas ao antigo compromisso coletivo e encerra, nessa primeira instância, a tentativa de recuperação desses valores.

Isan Rezende

Com isso, os produtores representados pela Aprosoja-MT não receberão qualquer indenização das empresas ligadas à Moratória da Soja. A Aprosoja-MT buscava responsabilizar empresas e entidades por prejuízos que atribuía à moratória. Seu argumento era que agricultores que respeitavam a legislação ambiental também podiam ficar sem acesso a compradores por causa das exigências do acordo.

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O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, lamentou a decisão. “O encerramento da ação frustra a expectativa de reparação dos produtores que se consideram prejudicados pela Moratória da Soja. A cobrança da Aprosoja procurava dar uma resposta a quem cumpriu a legislação ambiental, investiu na propriedade e encontrou restrições para vender. A sentença encerrou esse pedido sem examinar os prejuízos alegados. Isso precisa ficar claro para o agricultor”, comentou.

“O problema comercial continua exigindo atenção. O produtor precisa saber, antes de plantar e de assumir compromissos, quais critérios serão usados para receber sua soja. Quem trabalha dentro da lei precisa de previsibilidade para investir. Também é necessário dar transparência às exigências dos compradores, para que o agricultor consiga avaliar suas alternativas de venda e os custos envolvidos”, disse Rezende.

“Agora, o setor precisa concentrar esforços para ampliar mercados e construir condições comerciais mais claras. Sair de um acordo coletivo não significa, necessariamente, abandonar as restrições de compra. Por isso, a representação dos produtores deve acompanhar as regras adotadas por cada empresa e buscar soluções que preservem o acesso aos mercados e a renda de quem produz”, recomendou o presidente do IA.

Fonte: Pensar Agro

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