MP AC
Corregedoria-Geral promove reunião para fortalecer atuação do MPAC na defesa de públicos vulnerabilizados
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A Corregedoria-Geral do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, na última terça-feira, 14, uma reunião voltada ao fortalecimento da atuação institucional na defesa de públicos vulnerabilizados. O encontro ocorreu na sede da Corregedoria-Geral e foi conduzido pela corregedora-geral, procuradora de Justiça Patrícia de Amorim Rego.
Também participaram da reunião a ouvidora-geral do MPAC, procuradora de Justiça Kátia Rejane de Araújo Rodrigues; o procurador-geral adjunto institucional, procurador de Justiça Sammy Barbosa Lopes; o promotor de Justiça titular da Promotoria de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania, Thales Ferreira; a chefe de gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça, Alessandra Meireles; o promotor de Justiça Vinícius Menandro; e a equipe da Corregedoria-Geral.
Os participantes discutiram a atuação do MPAC em temas ligados aos direitos dos povos indígenas, ao enfrentamento da tortura, aos conflitos fundiários e a outras situações de vulnerabilidade social. As discussões se basearam em relatórios históricos do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e da Comissão Pastoral da Terra (CPT), com recorte para o Acre.
Os dados apresentados reúnem informações sobre a realidade dos povos indígenas e dos conflitos no campo, incluindo violações de direitos, omissões estatais e desafios para a efetivação de políticas públicas voltadas à proteção desses grupos.
Como resultado do encontro, foram definidos desdobramentos voltados ao fortalecimento da atuação do MPAC nas áreas discutidas.
Entre eles, estão a utilização dos dados da CPT para a análise da possível reinstalação da Promotoria de Justiça Especializada em Conflitos Agrários, a recomposição do Grupo de Trabalho Indígena (GT Indígena), a continuidade do apoio ao Projeto TXAI, a indicação de membros para o Comitê Estadual de Prevenção e Combate à Tortura, a recomposição do Grupo de Atuação Especial de Prevenção e Combate à Tortura e a designação de membros para o Grupo de Atuação Especial em Migrações e Contextos Migratórios (GAEMIG).
Fonte: Ministério Publico – AC
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MPAC discute pautas prioritárias para reunião do Eixo de Direitos Humanos do CNPG
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta quinta-feira, 1º, encontro preparatório para definir as pautas que serão apresentadas pelo Grupo Nacional de Defesa de Direitos Humanos em Sentido Estrito (COPEDH) durante a Reunião Ordinária do Eixo de Direitos Humanos do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG), nos dias 19 e 20 de outubro, em Brasília.
Participaram das discussões o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, presidente da COPEDH; o promotor de Justiça Thalles Ferreira, membro do grupo; e o procurador-geral adjunto Institucional, Sammy Barbosa Lopes. A agenda integra a preparação dos grupos que compõem o Eixo de Direitos Humanos do CNPG para o encontro nacional.
Entre os temas definidos como prioritários pela COPEDH estão o direito à moradia e à cidade, no marco dos 25 anos do Estatuto da Cidade; democracia e direitos humanos; clínicas de internação compulsória e comunidades terapêuticas; discursos de ódio, extremismo nas redes sociais e proteção de grupos vulnerabilizados; além da defesa dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, tendo a educação como eixo estratégico.
As discussões deverão subsidiar propostas e encaminhamentos para a atuação do Ministério Público nessas áreas. Entre as questões que serão aprofundadas estão o enfrentamento às desigualdades urbanas e à precariedade habitacional; a proteção dos direitos fundamentais e da convivência democrática; as políticas de cuidado em saúde mental; a prevenção aos discursos de ódio e à violência; e a proteção dos direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais.
Para o procurador-geral de Justiça e presidente da COPEDH, Oswaldo D’Albuquerque, o encontro permitirá avançar na construção de respostas conjuntas para questões presentes em diferentes realidades do país. “São temas que exigem do Ministério Público diálogo, articulação e capacidade de construir respostas conjuntas. O encontro será uma oportunidade para reunir experiências de diferentes estados e estabelecer caminhos que contribuam para uma atuação cada vez mais efetiva na proteção dos direitos humanos”, destacou.
O promotor de Justiça Thalles Ferreira ressaltou a relação entre as pautas selecionadas e a necessidade de uma abordagem integrada. “Os debates sobre direito à moradia e à cidade, democracia e direitos humanos, políticas de cuidado em saúde mental, enfrentamento aos discursos de ódio e proteção dos povos indígenas e comunidades tradicionais não são questões isoladas, mas elementos constitutivos de um compromisso institucional com a dignidade humana em todas as suas expressões”, afirmou.
Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Secretaria de Comunicação do MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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