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Estão abertas as inscrições para o casamento coletivo em Feijó

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São 100 vagas para casais sem condições de arcar com os custos do casamento; interessados devem procurar o Cartório de Feijó até o dia 21 de agosto, das 8 às 16h

As inscrições para o casamento coletivo em Feijó começaram nesta terça-feira, 18, e seguem até o dia 21 de agosto, das 8h às 16h, no cartório do município, localizado na Avenida Plácido de Castro, n.° 515, bairro Centro. Ao todo, estão disponíveis 100 vagas, destinadas a casais que não dispõem de recursos financeiros para arcar com os custos do casório.

A cerimônia está marcada para o dia 28 de agosto, às 10h, na quadra poliesportiva da Escola Estadual José Gurgel Rabelo, situada na Rua João Ambrósio Taveira, n.° 80, bairro Cidade Nova. A ação integra a programação do Projeto Cidadão no município, com todos os atos do casamento custeados pelo Tribunal de Justiça do Acre (TJAC).

No mesmo período, o TJAC e parceiros vão ofertar diversos serviços públicos gratuitos à população, como emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN) e CPF, além da segunda via de certidões de nascimento e casamento, orientação jurídica, atualização cadastral em programas sociais, regularização fundiária e concessão de crédito rural.

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Confira a documentação exigida:

Noivos solteiros: Certidão de nascimento original (legível e sem rasuras), comprovante de endereço, RG e CPF (originais e cópias).

Noivos divorciados: Certidão de casamento original com averbação do divórcio (legível e sem rasuras), cópia do processo ou da sentença de divórcio (parte referente à partilha de bens), comprovante de endereço, RG e CPF (originais e cópias).

Noivos menores de idade (entre 16 e 18 anos incompletos): Certidão de nascimento original (legível e sem rasuras), comprovante de endereço e presença dos pais portando RG e CPF (originais e cópias). Em caso de responsáveis falecidos, é necessário apresentar certidão de óbito. Em caso de ausência dos pais, deve ser apresentado consentimento por escrito do responsável.

É importante que as certidões estejam atualizadas há, no máximo, seis meses.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Esjud debate acessibilidade no Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência

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Encontro teve a finalidade de apresentar diagnóstico para embasar o Projeto de Identificação Visual e de Acessibilidade da Escola

No “Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (PcD)”, 21 de setembro, profissionais da Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud) e de diversos setores do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) debateram a acessibilidade, sob o entendimento de que ela é algo fundamental para garantir inclusão, respeito e equidade na Instituição.

Diretor do Órgão de Ensino, o desembargador Luís Camolez participou da reunião de trabalho, destacando a necessidade da iniciativa. “É algo muito importante, pois nossa maior preocupação não deve ser se nossos espaços estão bonitos ou feios, mas se são inclusivos e acolhedores para as pessoas que nos visitam”, disse.

Ao citar exemplos de outras instituições que avançaram na acessibilidade, como o TRE-AC, Camolez desejou aos servidores(as) “estimulem a criatividade e o conceito sobre a temática”.

Diagnóstico de Acessibilidade Arquitetônica

Letícia Medeiros conduziu uma apresentação sobre as atuais condições estruturais e arquitetônicas da Esjud.

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De acordo com a analista judiciária, o diagnóstico foi elaborado com a finalidade de subsidiar tecnicamente o Projeto de Identificação Visual e Acessibilidade da Escola.

Foram avaliados a circulação e rotas acessíveis, portas e passagens, a sinalização e a comunicação espacial, sanitários, mobiliário, o auditório e as áreas de permanência.

“É preciso identificar barreiras arquitetônicas, avaliar condições de acessibilidade existentes, verificar a conformidade normativa, bem como orientar futuras adequações arquitetônicas e de sinalização acessível”, explicou a arquiteta.

A partir de agora serão definidas diretrizes para adequação a curto, médio e longo prazos, para que sejam implementadas melhorias capazes de tornar a Esjud um espaço cada vez mais acolhedor, acessível e humano.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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