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Presidente do Comitê de Diversidade defende combate ao preconceito contra a população LGBTQIA+ em encontro regional

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Respeito, oportunidades e representatividade são caminhos para concretização de políticas públicas e garantia de direitos

O Encontro Regional Norte de Promoção dos Direitos LGBTQIAPN+ e Acesso à Justiça se encerrou nesta sexta-feira, 25. A desembargadora Waldirene Cordeiro, presidente do Comitê de Diversidade do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), participou da agenda destinada a construção de ações voltadas à garantia de direitos e ao enfrentamento das diversas formas de discriminação.

O evento foi promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com o Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), por meio do Comitê de Equidade e Diversidade, e da Escola Judicial do Pará. A pauta envolveu ainda interseccionalidades relacionadas aos direitos básicos, como acesso à saúde, educação, trabalho e a espaços públicos sem discriminação. 

A desembargadora Waldirene compôs a mesa de abertura do evento, juntamente com o vice-presidente do TJPA desembargador Luiz Gonzaga Neto e a desembargadora Luzia Nadja; o promotor de Justiça do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) João Batista; defensora pública-geral do Estado do Pará Mônica Belém; o presidente do Fórum Nacional de Promoção dos Direitos das Pessoas LGBTQIAPN+, o conselheiro do CNJ Fábio Esteves; o presidente do Tribunal de Justiça de Roraima, o desembargador Leonardo Cupello; a desembargadora presidente do TRT-8 Maria Valquiria Norat; e os juízes Líbio Moura e Normandes Sousa.

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“Estou feliz por poder tratar de um tema tão importante e necessário: a população LGBTQIAPN+ e a promoção dos direitos desse grupo vulnerável, que merece a concretização de seus direitos e, acima de tudo, respeito. Não ao preconceito e à discriminação. Precisamos, sim, promover uma mudança de visão em relação à causa e à vivência dessas pessoas, que precisam viver, trabalhar e exercer plenamente sua cidadania”, afirmou desembargadora Waldirene.

Em seguida, ocorreram os painéis: Direitos LGBTQIAPN+ em Debate: Novos desafios e fronteiras da proteção jurídica; e Diversidade e Interseccionalidades: múltiplas identidades, múltiplos desafios. O debate reforçou a importância de dar visibilidade às especificidades sociais e territoriais da Amazônia e da Região Norte, considerando os diferentes contextos de vulnerabilidade enfrentados pela população LGBTQIAPN+.

A programação se concluiu nesta sexta-feira, 25, com o painel Representatividade, Cidadania e Direitos LGBTQIAPN+: caminhos para a transformação social; oficinas simultâneas e a Conferência Magna “Direitos LGBTQIAPN+ em perspectiva. Conquistas, resistências e novas possibilidades”, ministrada por Paulo Iotti, doutor em Direito Constitucional e diretor-presidente do Grupo de Advogados pela Diversidade Sexual e de Gênero.

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Fotos: Uchôa Silva/ TJPA

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Vara de Porto Acre destina penas pecuniárias a projeto de jiu-jitsu para crianças e adolescentes

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Repasse autorizado pela juíza Bruna Perazzo possibilitou a compra de quimonos e tatames para os participantes

A Vara Única de Porto Acre destinou recursos de penas pecuniárias ao projeto Força e Honra, iniciativa da Polícia Militar do Acre (PMAC) voltada à formação de crianças e adolescentes na prática do jiu-jitsu. O repasse permitiu a aquisição de quimonos para os participantes e de tatames.

O recurso foi encaminhado pela juíza da comarca de Porto Acre, Bruna Perazzo. A medida integra uma estratégia do Sistema de Justiça para fortalecer os vínculos com a comunidade local e, por meio do esporte, proporcionar um ambiente seguro, educativo e saudável para crianças e adolescentes.

Durante meses, os participantes aprenderam técnicas da arte marcial e valores como disciplina, respeito, responsabilidade, autocontrole, perseverança e espírito de equipe. A graduação dos novos atletas ocorreu na tarde desta quinta-feira, 28, no quartel da Polícia Militar em Porto Acre, com a presença dos juízes Bruna Perazzo e Ricardo Freire.

Na solenidade, a magistrada parabenizou os jovens pela conquista e destacou a importância das penas pecuniárias como instrumento de valorização de projetos sociais. “Quando destinados de forma adequada, retornam à sociedade em forma de oportunidades, equipamentos, projetos e ações que contribuam para a educação, a proteção e a inclusão social”, afirmou.

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Ela também falou sobre o papel do esporte no desenvolvimento de crianças e adolescentes. “Oferece um ambiente seguro, de convivência e aprendizado, onde eles podem crescer com referências positivas e novas perspectivas para o futuro, funcionando como uma forma de prevenção. Investir nos jovens é investir na transformação social e na construção de uma sociedade mais segura e inclusiva”, concluiu.

Fotos: Assessoria/PMAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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