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Acre ocupa 2ª posição nacional no ranking dos estados com maior equilíbrio racial

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Refletindo uma menor disparidade entre negros e brancos, o Acre conquistou a 2ª posição no Ranking dos Estados com Maior Equilíbrio Racial, conforme o Índice Folha de Equilíbrio Racial (Ifer) do Centro de Liderança Pública (CLP). Este resultado coloca o estado da Região Norte em destaque nacional por apresentar uma das menores distâncias entre as populações negra (pretos e pardos) e branca nos indicadores sociais cruciais.

O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) desenvolve políticas públicas que equilibram as disparidades sociais e raciais no estado.

“Receber a notícia de que o Acre alcançou o segundo lugar no ranking de equilíbrio racial é, antes de tudo, um reconhecimento do caminho que temos construído com diálogo, políticas públicas e respeito. No Dia da Consciência Negra, este resultado reforça que estamos no rumo certo, mas também nos lembra que a luta contra o racismo estrutural é diária e exige compromisso permanente. No governo, trabalhamos para garantir oportunidades, dignidade e voz para todos, especialmente para aqueles que, historicamente, foram invisibilizados. Que este avanço nos motive a seguir firmes, construindo um Acre mais justo, igualitário e humano”, frisou a vice-governadora e titular da SEASDH, Mailza Assis,

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Entre as ações estruturantes desenvolvidas pelo governo do Estado, destaca-se o incentivo para que os municípios acreanos realizem a adesão ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir).

Mailza ressaltou as ações desenvolvidas pelo governo. Foto: Neto Lucena/Secom

“A adesão promove a articulação de políticas públicas em rede, fortalecendo a cooperação entre as esferas federal, estadual e municipal, além de possibilitar o acesso prioritário a programas e iniciativas do governo federal. A integração ao sistema também favorece a criação e o fortalecimento de conselhos municipais voltados à promoção da igualdade racial”,  acrescentou Mailza Assis.

O Índice Ifer mede o desequilíbrio (disparidade) racial em três dimensões-chave, onde um valor mais próximo de zero significa maior equilíbrio. São avaliados os dados e disparidades entre o acesso e conclusão do Ensino Superior Completo, a renda média, e a expectativa de vida. Quanto menor a diferença entre esses grupos raciais, melhor posicionado o estado fica no ranking.

O Acre obteve uma pontuação que o coloca entre as unidades federativas com menor desigualdade racial no país, atrás apenas do Amapá, que ficou em primeiro lugar. 

A alta colocação do Acre indica que, dentro do seu território, as diferenças entre negros e brancos nessas três áreas são significativamente menores do que na maioria dos outros estados brasileiros, incluindo grandes centros econômicos como São Paulo e Rio de Janeiro, que ocupam as últimas posições.

Fonte: Governo AC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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