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Acre ocupa 8ª posição em ranking nacional de qualificação da mão de obra

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O estado do Acre aparece na 8ª colocação no ranking nacional que mede a qualificação da mão de obra entre as unidades da federação. O levantamento integra o Ranking de Competitividade dos Estados 2025, elaborado pelo Centro de Liderança Pública, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o indicador, o Acre registra 22,9% da população com 14 anos ou mais, inserida na força de trabalho, com ensino superior completo. O desempenho coloca o estado à frente de diversas unidades da federação e evidencia avanços na qualificação do capital humano na região Norte.

O ranking é liderado pelo Distrito Federal, com 38,4%, seguido por Rio de Janeiro (28,5%) e São Paulo (27,7%). Na outra ponta, os menores índices são observados em estados como Pará (15%) e Bahia (15,8%).

Indicador avalia formação da força de trabalho

O estudo considera a proporção de trabalhadores com ensino superior completo, um dos principais fatores associados ao aumento da produtividade e da competitividade econômica. A análise utiliza dados da PNAD Contínua Anual, do IBGE, e leva em conta a população economicamente ativa a partir dos 14 anos.

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Segundo o CLP, a baixa qualificação da mão de obra ainda é um dos principais gargalos para o desenvolvimento do país, impactando diretamente sobre a capacidade produtiva e o crescimento econômico.

Norte apresenta desafios, mas Acre se destaca

Apesar dos desafios históricos enfrentados pela Região Norte em relação ao acesso ao ensino superior, o Acre se posiciona entre os dez melhores estados do país, superando a média de diversas regiões.

No recorte regional, o estado fica atrás apenas do Amapá (23%) e apresenta desempenho superior ao de estados como Amazonas (18,6%), Rondônia (19,4%) e Pará (15%).

Políticas públicas e avanço educacional

O resultado reflete, em parte, investimentos contínuos em educação e ampliação do acesso ao ensino superior, tanto por meio de instituições públicas quanto privadas, além de programas de incentivo à formação profissional.

A qualificação da mão de obra é considerada estratégica para atrair investimentos, gerar emprego e renda e fortalecer a economia local, sendo um dos pilares analisados no Ranking de Competitividade dos Estados.

O levantamento também reforça a importância de políticas públicas voltadas à educação e à formação técnica e superior, especialmente em regiões mais afastadas dos grandes centros, como forma de reduzir desigualdades e promover o desenvolvimento sustentável.

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Fonte: Governo AC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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