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Educação ambiental: conhecimento que transforma e protege o futuro

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O Dia Mundial da Educação Ambiental, celebrado em 26 de janeiro, é um convite à reflexão, mas, principalmente, a ações práticas conscientes e coletivas. A data é um momento de lembrar que cuidar do meio ambiente não é uma tarefa distante ou exclusiva de governos e instituições. Começa no dia a dia, nas pequenas escolhas, e cresce quando a sociedade entende que faz parte da solução para os desafios ambientais e climáticos que vivemos.

Falar de educação ambiental é falar de mudança de comportamento. É sobre aprender a olhar o contexto em que vivemos com mais atenção, entender como nossas ações impactam a natureza e perceber que cada atitude conta. Em tempos de mudanças climáticas cada vez mais presentes, a educação ambiental se torna uma aliada essencial para orientar caminhos, fortalecer a participação das pessoas e transformar informação em ações reais.

Aqui no Acre, esse trabalho ganha forma por um dos órgãos que atua para sensibilizas populações, o Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac). As ações, difundidas pela Divisão de Educação Ambiental (DEA), acontece onde a vida está: nas comunidades, escolas, bairros, áreas rurais e urbanas. As equipes vão a campo, conversam, escutam, orientam e constroem conhecimento junto com a população, respeitando realidades locais e valorizando quem vive e cuida do meio ambiente todos os dias.

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Mais do que campanhas ou datas comemorativas, a educação ambiental busca sensibilizar pessoas. É um trabalho que aproxima, dialoga e mostra, na prática, que proteger o meio ambiente também é cuidar da própria qualidade de vida. Quando a população entende o porquê de preservar, conservar e usar os recursos com responsabilidade e de se adaptar às mudanças climáticas, o cuidado deixa de ser obrigação e passa a ser escolha.

A verdade é que não existe transformação sem participação. Enfrentar os impactos das mudanças do clima exige união, consciência e ação coletiva. E isso começa pela educação, a que informa, mas também inspira, mobiliza.

Que o 26 de janeiro seja um lembrete permanente de que cuidar do meio ambiente é um aprendizado contínuo, construído todos os dias, com pessoas reais, atitudes simples e compromisso com o futuro que queremos deixar para as próximas gerações.

Janine Brasil é especialista em Jornalismo Digital, Assessoria de Comunicação, assessora de comunicação no Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), repórter na Secretaria de Comunicação (Secom), atuou como editora-chefe do Portal de Notícias G1 Acre por quase 10 anos, foi professora do curso de jornalismo do Iesacre/Uninorte por 7 anos, gosta de séries, livros e rock.

Fonte: Governo AC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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