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Formação sobre Oficina de Leitura e Escrita fortalece ensino integral no estado
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A Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), por meio da Divisão do Ensino Integral Fundamental, promoveu nesta quarta-feira, 13, na Escola Iracema Gomes, em Rio Branco, uma formação voltada para professores que atuam no componente curricular Oficina de Leitura e Escrita. A atividade reuniu docentes de três escolas da rede estadual: Iracema Gomes, Ramona de Castro e Flaviano Melo, todas de tempo integral.

O encontro teve como objetivo oferecer um espaço de reflexão e aprofundamento sobre a intencionalidade pedagógica da oficina, discutindo sua relevância no currículo escolar e sua contribuição para a formação integral dos estudantes. A programação incluiu troca de experiências, análise do papel docente nesse contexto, debate sobre desafios e estratégias para aprimorar o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita de forma significativa e contextualizada, alinhada à parte diversificada do currículo.
A gestora da Escola Iracema Gomes, Aldineia Ferreira, destacou que a iniciativa é especialmente importante para unidades que recentemente adotaram o ensino integral.
“Desde 2024 somos uma escola em tempo integral, e a parte diversificada trouxe novos componentes como linguagem artística, linguagem matemática e a própria oficina de leitura e escrita. Muitos professores não tinham domínio dessas disciplinas, mas agora, com as formações, estão adquirindo esse conhecimento. A interação com outras escolas nos fortalece e melhora o trabalho com os alunos”, afirmou.

Aldineia também ressaltou o crescimento da procura pelo ensino integral. “No início, tínhamos 150 alunos. Hoje são quase 350, vindos não apenas do bairro, mas de outras regiões. A procura dobrou e já não temos vagas para alguns anos escolares”, completou.
De acordo com a coordenadora pedagógica da Divisão do Ensino Integral Fundamental da SEE, Deise de Sousa, a oficina integra uma série de ações para fortalecer o currículo e melhorar os índices educacionais.

“Queremos que a oficina de leitura e escrita reforce o protagonismo dos estudantes, com metodologias diferenciadas e dinâmicas. Além de Rio Branco, outros municípios também ofertam o ensino integral, e no próximo mês teremos oficinas de matemática com o mesmo objetivo”, explicou.
Para a professora Helena Brasil, da Escola Ramona de Castro, a formação tem impacto direto na prática pedagógica.
“É fundamental manter formações frequentes, pois nos mantêm atualizados e nos inspiram a explorar novas áreas. A troca de experiências entre professores é muito valiosa e amplia nossas possibilidades de trabalho em sala de aula. Esta, em especial, está sendo dinâmica e motivadora”, destacou.

A formação seguirá nos próximos dias com encontros voltados para outras escolas de ensino integral da capital e do interior. As oficinas estão alinhadas ao currículo escolar, em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
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Expoacre Juruá transforma tecnologia e cultura em lazer inclusivo para famílias
A Expoacre Juruá, em Cruzeiro do Sul, tem se destacado não apenas como vitrine agropecuária, mas também como espaço de inovação e lazer para toda a família. A Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia do Acre (Seict) reuniu estandes voltados para crianças e jovens, com tecnologia, produtos em impressão 3D e atividades interativas que têm atraído grande público.
Espaço abrange jovens e crianças e é marcado por inclusão. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomO espaço kids é um dos pontos mais movimentados da feira, reunindo brincadeiras que vão de pintura corporal a experiências com óculos de realidade virtual. Para os pais, é uma oportunidade de lazer e entretenimento enquanto visitam a segunda maior feira agropecuária do estado.
Kethyla Shawãdawa, monitora do espaço, explica que as atividades são voltadas para o desenvolvimento de habilidades motoras e cognitivas, além de incluir tecnologia.
“Tem sido um espaço muito especial. As crianças participam de oficinas de escultura com balões, de miçangas e de materiais recicláveis, onde podem criar brinquedos. Também oferecemos brincadeiras voltadas para o desenvolvimento cognitivo e da coordenação motora, além de pintura facial. A grande novidade é a experiência com óculos de realidade virtual, que permite aos pais acompanhar o que seus filhos estão vivenciando”, disse.
Segundo ela, o espaço tem recebido grande movimento todas as noites, com muitos pais participando junto aos filhos. “Foi pensado com carinho para que as crianças tenham um ambiente acolhedor e cheio de descobertas.”
Miguel aproveita óculos de realidade virtual. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomInovação e inclusão
A dentista Jamile Feijó, mãe de Miguel Machado, de 7 anos, aprovou a iniciativa. “Estamos parando em todos os estandes para que ele possa conhecer e se divertir. Este espaço está muito interativo, ele está amando e está sendo incrível. Ainda vamos ver outros estandes”, contou.
Já Lacione Maia destacou o caráter inovador. “As brincadeiras, a forma como estão expostas e os instrutores são perfeitos, têm muito jeito com criança.”
Outro ponto de destaque é a preocupação com a inclusão. Darcinete Oliveira ressaltou que este ano há mais opções voltadas para crianças atípicas.
“Nos outros anos não víamos tantas atividades direcionadas a essa necessidade. Agora encontramos jogos e materiais inclusivos que estimulam a participação delas. Isso mostra uma preocupação maior com a diversidade e torna o evento ainda mais especial.”
Impressão 3D é um dos atrativos do estande voltado para tecnologia e inovação. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomImpressão 3D e cultura local
Os estandes de tecnologia também chamam atenção. Laurênio de Souza ficou impressionado com os personagens criados em impressão 3D.
“É como uma escultura, lembra trabalhos antigos, mas hoje está mais acessível e até possível de encomendar. É um avanço para nossas cidades, porque antes só víamos pela internet ou televisão, e agora temos a oportunidade de acompanhar ao vivo. O trabalho está muito bonito, parabéns aos organizadores.”
Rodrigo Gomes, expositor, destacou o sucesso dos chaveiros sensoriais e dos “dummys”. Além disso, sua empresa Juruá 3D tem produzido peças que valorizam a identidade local.
Empresas também apostaram em produtos que ressaltam a identidade de Cruzeiro do Sul. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom“Queremos explorar a cultura do Juruá e desenvolver peças personalizadas que representem a região. Já fizemos chaveiros com a Catedral, árvores, casas de farinha e até saquinhos de farinha e açaí. São elementos culturais que fortalecem nossa tradição e permitem que o visitante leve um presente único e representativo da cidade.”
Tiago Lucena, coordenador do Laboratório de Biologia Animal e fundador da startup Jabotec 3D, reforçou o caráter inovador.
“Este ano trouxemos a Jabotec 3D, especializada em produtos personalizados em impressão 3D. Transformamos elementos da cultura pop em objetos colecionáveis e também aplicamos a tecnologia em materiais didáticos, que tornam as salas de aula mais interativas. Já validamos resultados com aumento de até 60% nas notas dos alunos.”
Analice foi visitar a feira apenas para adquirir seus personagens preferidos. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomEncanto para jovens
Analice do Nascimento, de 11 anos, ficou encantada com os espaços voltados para colecionadores.
“Estou começando a me apaixonar por essas figuras e vim preparada para adquirir algumas peças. Ontem comprei uma Hello Kitty e hoje levei um Pikachu. São produtos que remetem à infância e despertam muito interesse.”
Ela destacou que o evento é uma oportunidade para conhecer novidades e investir em itens que antes só acompanhava à distância. “É um espaço que atrai jovens e adultos, e que valoriza esse universo cultural de forma acessível.”
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
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Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
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