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Governo entregará nesta semana escola rural Monte Alegre, juntamente com anúncio de pacote de obras que transforma a educação no campo e em territórios indígenas

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O governo do Acre, por meio da secretaria de Educação (SEE), reafirmará o compromisso de levar educação pública de qualidade a todos os territórios do estado, por mais distantes que sejam. Nesta semana será entregue à comunidade da Transacreana, em Rio Branco, a revitalização completa da Escola Estadual Rural Monte Alegre; símbolo de um amplo pacote de obras que, em 2025, alcançou 126 escolas rurais e indígenas, com investimentos que ultrapassam R$ 30,6 milhões.

Governo entregará nesta semana Escola Rural Monte Alegre juntamente com anúncio de pacote de obras que transforma a educação no campo e em territórios indígenas.  Foto: cedida

A unidade de sala única, que atenderá 17 alunos da região, foi totalmente reconstruída para oferecer segurança e conforto: recebeu reforço estrutural, manutenção elétrica e hidráulica, cozinha adequada às normas sanitárias, instalação de rampas acessíveis, extintores e pintura geral.

Unidade de sala única, que atenderá 17 alunos da região, foi totalmente reconstruída para oferecer segurança e conforto. Foto: cedida

O governador Gladson Camelí destaca que fortalecer a educação rural é garantir dignidade às famílias que vivem do campo e da floresta. “Nosso governo está presente onde o povo está. Essa escola nova representa o compromisso de cuidar das pessoas, independente da distância. Cada aluno do campo merece a mesma qualidade de ensino que qualquer outro da capital”, afirmou o governador.

O chefe do Executivo ressaltou, ainda, que as intervenções vão continuar, especialmente em áreas de difícil acesso: “Vamos seguir ampliando e modernizando escolas rurais e indígenas. Educação é prioridade e é com trabalho que mostramos isso.”

Governador Gladson Camelí destaca que fortalecer a educação rural é garantir dignidade às famílias que vivem do campo e da floresta. Foto: cedida

A vice-governadora Mailza Assis reforça que as obras representam um avanço profundo na inclusão educacional de comunidades que, por décadas, enfrentam dificuldades estruturais. “É assim que combatemos desigualdades históricas: garantindo condições reais de aprendizagem, perto de casa e com respeito à identidade de cada território. A nova Monte Alegre é mais que um prédio bonito, é uma vitória da comunidade”, declarou Mailza.

Para ela, o pacote de obras demonstra sensibilidade social e visão estratégica: “Quando investimos na educação do campo, fortalecemos famílias agricultoras, povos indígenas e todo o desenvolvimento sustentável da região.”

Secretário de Educação, Aberson Carvalho, comenta que apresentará o panorama das intervenções realizadas em 2025, que é o maior ciclo de obras na educação rural e indígena dos últimos anos. Foto: cedida

O secretário de Educação, Aberson Carvalho, comenta que apresentará o panorama das intervenções realizadas em 2025, que é o maior ciclo de obras na educação rural e indígena dos últimos anos: “Há um esforço contínuo para chegar a cada comunidade. Estamos levando qualidade e segurança a regiões que antes estavam invisíveis para as políticas públicas.”

Os avanços alcançados em detalhes mostram que 76 escolas rurais foram atendidas, com 48 já concluídas e 26 em execução; 50 escolas indígenas revitalizadas, sendo que 24 já foram entregues; e investimentos que somam mais de 30 milhões; tendo como fonte de recursos próprios. 

Avanços alcançados, em detalhes mostram que 76 escolas rurais foram atendidas, com 48 já concluídas e 26 em execução; 50 escolas indígenas revitalizadas, sendo que 24 já foram entregues; e investimentos que somam mais de 30 milhões tendo como fonte de recursos próprios. Foto: cedida

A entrega da escola representa esperança e desenvolvimento. A comunidade celebrará o retorno de um espaço que, além da função educacional, serve como ponto de apoio para ações de saúde, cidadania e encontros comunitários.

Com o pacote de obras, a SEE fortalece estruturas em aldeias das etnias Ashaninka, Huni Kuin, Shanenawa, Kulina, Kampa, Jaminawa e tantas outras. Em todos esses territórios, as intervenções ampliam o ensino bilíngue, preservam culturas e melhoram o cotidiano das comunidades.

O governo do Acre reforça que o planejamento contempla novas etapas de manutenção e revitalização para garantir escolas adequadas em toda a rede.

Fonte: Governo AC

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Segurança pública intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do programa Acre pela Vida e da Diretoria de Políticas Públicas de Segurança, Justiça e Integração Social (DIRPSJ), realizou ao longo de toda a semana, 13 a 18 uma série de ações em comunidades indígenas com o objetivo de fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus.

Sejusp intensifica ações em comunidades indígenas e fortalece segurança comunitária em Santa Rosa do Purus. Foto: Cedida

A agenda contou com atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas, com foco na aproximação entre o poder público e a população local. Entre os destaques, esteve a formatura de estudantes do Projeto Pequeno Brilhante, que atendeu alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município, além da entrega de kits esportivos para incentivar práticas saudáveis entre crianças e jovens.

Projeto Pequeno Brilhante realizou a formatura dos alunos do 4º ao 7º ano de escolas do município. Foto: Cedida

As ações reforçam a estratégia da Sejusp de integrar políticas de segurança com iniciativas sociais, ampliando a presença institucional em regiões de difícil acesso e promovendo cidadania de forma contínua e inclusiva. Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania.

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Para o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, a presença do Estado em regiões de difícil acesso reforça o papel da segurança pública como instrumento de cidadania. Foto: Ascom Sejusp

“Essas ações mostram que a segurança vai além do policiamento. Estamos promovendo inclusão, diálogo e oportunidades, principalmente em comunidades indígenas, respeitando suas especificidades e fortalecendo vínculos de confiança”, destacou.

Agenda integrou atividades educativas, atendimentos sociais e iniciativas esportivas. Foto: Cedida

Além das atividades com estudantes, a programação incluiu palestras direcionadas ao ensino fundamental, médio e à Educação de Jovens e Adultos (EJA), abordando temas como violência contra a mulher, tráfico de pessoas e contrabando de migrantes. Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos, incluindo o acompanhamento de casos de migração e o suporte imediato a uma vítima de violência doméstica.

Durante a permanência no município, a equipe também realizou atendimentos diretos. Foto: Cedida

A coordenadora do programa Acre pela Vida, Francisca de Fátima, ressaltou o caráter preventivo e transformador das ações. “Trabalhar com a comunidade, especialmente em territórios indígenas, é essencial para construir uma cultura de paz. Quando levamos informação, esporte e apoio social, contribuímos diretamente para a prevenção da violência”, afirmou.

Coordenadora do Acre pela Vida, Francisca de Fátima, destaca o caráter preventivo das ações. Fpto: Ascom Sejusp

O cronograma também contemplou visitas técnicas e escuta ativa junto às comunidades locais e instituições públicas, com o objetivo de mapear demandas e orientar futuras políticas públicas. Nas aldeias, a equipe conheceu projetos esportivos indígenas, incluindo times femininos e masculinos, realizou palestras e entregou materiais esportivos.

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Assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, ressaltou a importância da atuação integrada. Foto: Cedida

A assessora da DIRPSJ, Hany Cruz de Armas, destacou a importância da aproximação com os povos tradicionais. “Estar presente nas aldeias, ouvir as lideranças e contribuir com ações concretas demonstra respeito e compromisso. A segurança pública precisa dialogar com a realidade de cada comunidade, especialmente no contexto indígena”, enfatizou.

Fonte: Governo AC

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