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Jornada Pedagógica da Escola de Línguas discute pluralidade no ensino e prepara professores para desafios contemporâneos
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A Escola Centro de Estudo de Línguas (Esccel), localizada em Rio Branco, realizou, na terça-feira, 5, e quarta, 6, sua Jornada Pedagógica como parte da semana de planejamento do segundo semestre letivo de 2025. A atividade formativa foi conduzida pelo professor Rodrigo de Sousa, mestre em Ensino em Humanidades e Linguagens, da Universidade Federal do Acre (Ufac), campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, e reuniu docentes da própria escola e professores do ensino fundamental e médio da rede pública estadual.

Com o tema “Tendências que impulsionam a pluralidade no ensino e aprendizagem de línguas”, a jornada reuniu cerca de 40 professores da Esccel e da rede estadual de ensino para discutir práticas educacionais alinhadas às transformações contemporâneas. O encontro ofereceu minicursos nos turnos da manhã e da tarde, realizados nas dependências da própria escola.
A programação também promoveu momentos de interação com as equipes pedagógica, administrativa e a coordenação-geral da instituição, visando ao alinhamento coletivo das práticas docentes frente aos desafios do ensino de línguas no século 21.
De acordo com o coordenador de ensino da Esccel, Charles Sant, a jornada pedagógica é realizada duas vezes ao ano e tem como objetivo manter os educadores atualizados sobre as mudanças no cenário educacional. “A gente sabe que as coisas mudam, e precisamos estar atualizados com as novas tendências, aprimorar nossa metodologia e pensar em como receber e ensinar nossos alunos. Hoje, temos a inteligência artificial e muitos outros recursos que podem tornar as aulas mais eficazes e modernas”, destacou.

A formação enfatizou a valorização da diversidade cultural e linguística presente na sociedade atual, marcada por fluxos migratórios, avanços tecnológicos e contextos multilíngues. A proposta foi criar um espaço de reflexão e troca de experiências voltado à construção de práticas pedagógicas inovadoras, inclusivas e sensíveis à realidade amazônica.
Para a professora Daiany Soares, que atua no ensino de espanhol há dez anos na instituição, a formação contribuiu significativamente para o trabalho em sala de aula. “Nossa sala é bem diversa, e precisamos estar preparados para atender nossos alunos. Essa formação trouxe novidades, principalmente no uso de recursos e metodologias ativas que podem ser aplicadas às três línguas que trabalhamos: inglês, espanhol e Libras”, avaliou.

Durante os dois dias de encontro, os participantes, entre professores da rede pública e estudantes de graduação em Letras da Ufac (inglês, Libras e espanhol), participaram de práticas, oficinas e debates. Entre os temas abordados, estiveram o uso ético da inteligência artificial (IA) como ferramenta pedagógica, metodologias ativas, dinâmicas interdisciplinares e jogos didáticos, além da integração de contextos locais e amazônicos no processo de ensino e aprendizagem.
Segundo o professor Rodrigo de Sousa, a proposta da oficina foi incentivar o uso prático e reflexivo das línguas, considerando a pluralidade das salas de aula e os impactos das tecnologias na educação. “Discutimos o uso da IA como ferramenta de apoio, não como substituição do professor. Além disso, trabalhamos dinâmicas inclusivas e estratégias que valorizam a diversidade dos alunos e dos profissionais que atuam no ensino de línguas, tanto na Esccel quanto em outras instituições de ensino”, explicou.

Com o início das aulas marcado para a próxima segunda-feira, 12, os professores da Esccel encerram a semana de planejamento mais preparados para acolher os novos estudantes e enfrentar os desafios de ensinar línguas em um mundo cada vez mais conectado, multicultural e digital.
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Expoacre Juruá transforma tecnologia e cultura em lazer inclusivo para famílias
A Expoacre Juruá, em Cruzeiro do Sul, tem se destacado não apenas como vitrine agropecuária, mas também como espaço de inovação e lazer para toda a família. A Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia do Acre (Seict) reuniu estandes voltados para crianças e jovens, com tecnologia, produtos em impressão 3D e atividades interativas que têm atraído grande público.
Espaço abrange jovens e crianças e é marcado por inclusão. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomO espaço kids é um dos pontos mais movimentados da feira, reunindo brincadeiras que vão de pintura corporal a experiências com óculos de realidade virtual. Para os pais, é uma oportunidade de lazer e entretenimento enquanto visitam a segunda maior feira agropecuária do estado.
Kethyla Shawãdawa, monitora do espaço, explica que as atividades são voltadas para o desenvolvimento de habilidades motoras e cognitivas, além de incluir tecnologia.
“Tem sido um espaço muito especial. As crianças participam de oficinas de escultura com balões, de miçangas e de materiais recicláveis, onde podem criar brinquedos. Também oferecemos brincadeiras voltadas para o desenvolvimento cognitivo e da coordenação motora, além de pintura facial. A grande novidade é a experiência com óculos de realidade virtual, que permite aos pais acompanhar o que seus filhos estão vivenciando”, disse.
Segundo ela, o espaço tem recebido grande movimento todas as noites, com muitos pais participando junto aos filhos. “Foi pensado com carinho para que as crianças tenham um ambiente acolhedor e cheio de descobertas.”
Miguel aproveita óculos de realidade virtual. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomInovação e inclusão
A dentista Jamile Feijó, mãe de Miguel Machado, de 7 anos, aprovou a iniciativa. “Estamos parando em todos os estandes para que ele possa conhecer e se divertir. Este espaço está muito interativo, ele está amando e está sendo incrível. Ainda vamos ver outros estandes”, contou.
Já Lacione Maia destacou o caráter inovador. “As brincadeiras, a forma como estão expostas e os instrutores são perfeitos, têm muito jeito com criança.”
Outro ponto de destaque é a preocupação com a inclusão. Darcinete Oliveira ressaltou que este ano há mais opções voltadas para crianças atípicas.
“Nos outros anos não víamos tantas atividades direcionadas a essa necessidade. Agora encontramos jogos e materiais inclusivos que estimulam a participação delas. Isso mostra uma preocupação maior com a diversidade e torna o evento ainda mais especial.”
Impressão 3D é um dos atrativos do estande voltado para tecnologia e inovação. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomImpressão 3D e cultura local
Os estandes de tecnologia também chamam atenção. Laurênio de Souza ficou impressionado com os personagens criados em impressão 3D.
“É como uma escultura, lembra trabalhos antigos, mas hoje está mais acessível e até possível de encomendar. É um avanço para nossas cidades, porque antes só víamos pela internet ou televisão, e agora temos a oportunidade de acompanhar ao vivo. O trabalho está muito bonito, parabéns aos organizadores.”
Rodrigo Gomes, expositor, destacou o sucesso dos chaveiros sensoriais e dos “dummys”. Além disso, sua empresa Juruá 3D tem produzido peças que valorizam a identidade local.
Empresas também apostaram em produtos que ressaltam a identidade de Cruzeiro do Sul. Foto: Clemerson Ribeiro/Secom“Queremos explorar a cultura do Juruá e desenvolver peças personalizadas que representem a região. Já fizemos chaveiros com a Catedral, árvores, casas de farinha e até saquinhos de farinha e açaí. São elementos culturais que fortalecem nossa tradição e permitem que o visitante leve um presente único e representativo da cidade.”
Tiago Lucena, coordenador do Laboratório de Biologia Animal e fundador da startup Jabotec 3D, reforçou o caráter inovador.
“Este ano trouxemos a Jabotec 3D, especializada em produtos personalizados em impressão 3D. Transformamos elementos da cultura pop em objetos colecionáveis e também aplicamos a tecnologia em materiais didáticos, que tornam as salas de aula mais interativas. Já validamos resultados com aumento de até 60% nas notas dos alunos.”
Analice foi visitar a feira apenas para adquirir seus personagens preferidos. Foto: Clemerson Ribeiro/SecomEncanto para jovens
Analice do Nascimento, de 11 anos, ficou encantada com os espaços voltados para colecionadores.
“Estou começando a me apaixonar por essas figuras e vim preparada para adquirir algumas peças. Ontem comprei uma Hello Kitty e hoje levei um Pikachu. São produtos que remetem à infância e despertam muito interesse.”
Ela destacou que o evento é uma oportunidade para conhecer novidades e investir em itens que antes só acompanhava à distância. “É um espaço que atrai jovens e adultos, e que valoriza esse universo cultural de forma acessível.”
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Mardilson Gomes/SEE
Foto: Cedida
Foto: Cedida
Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
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Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
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Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
Foto: Clemerson Ribeiro/Secom
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