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Secretaria do Meio Ambiente participa de congresso nacional sobre agroecologia e justiça climática, na Bahia

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Gestoras da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) participaram do 13º Congresso Brasileiro de Agroecologia (CBA), que teve início na quarta-feira,15, e encerra neste sábado, 18, no campus da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Juazeiro, na Bahia.

O evento reuniu estudantes, pesquisadores, gestores públicos e representantes de comunidades rurais e tradicionais de todo país.

Com o tema “Agroecologia: convivência com os territórios brasileiros e justiça climática”, o congresso promoveu debates sobre segurança alimentar, políticas públicas, agricultura urbana, inovação tecnológica e enfrentamento às mudanças climáticas. A programação contou com painéis temáticos e apresentações para fortalecer a troca de experiências entre os participantes.

Secretaria do Meio Ambiente participa de congresso nacional sobre agroecologia e justiça climática, na Bahia. Foto: cedida

Representando a Sema, participaram a coordenadora de Educação Ambiental (EA), Esmilia Medeiros, e a assistente da coordenação de EA, Ana Cristina Jansen.

As servidoras participaram de painéis voltados à integração da agroecologia à educação ambiental, especialmente nas comunidades que vivem em unidades de conservação do Acre. Os conhecimentos adquiridos no congresso também irão subsidiar a revisão da Mochila do Educador Ambiental, material pedagógico utilizado pela equipe de educação ambiental em ações de sensibilização nas escolas e comunidades rurais.

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Com o tema “Agroecologia: convivência com os territórios brasileiros e justiça climática”, o congresso reuniu mais de 5 mil participantes. Foto: cedida

“A presença da Sema no congresso reafirma nosso compromisso em disseminar técnicas e práticas sustentáveis como alternativas às queimadas e ao desmatamento, promovendo cadeias produtivas sustentáveis e fortalecendo políticas públicas voltadas à educação ambiental, à agroecologia e à conservação da biodiversidade”, destacou Esmilia Medeiros.

Na conferência, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) anunciaram uma parceria para o financiamento da Rede de Pesquisadores em Agroecologia, com foco na implementação e monitoramento do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo). A iniciativa busca fortalecer os sistemas de produção, manipulação e processamento de produtos orgânicos e de base agroecológica em todo o país.

Fonte: Governo AC

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Governo do Acre providencia apoio às terras indígenas afetadas pelas cheias dos rios em Tarauacá e Vale do Juruá

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As fortes chuvas que atingem o Acre nos últimos dias provocaram o transbordamento de rios em todo o Vale do Juruá e Tarauacá, impactando diretamente comunidades ribeirinhas e diversas terras indígenas. Diante da situação, o governo do Acre mobilizou neste sábado, 25, uma força-tarefa para prestar assistência emergencial às populações afetadas, com atuação integrada da Secretaria Extraordinária de Povos Indígenas (Sepi), Defesa Civil Estadual, Secretaria de Estado de Assistência Social (SEASDH) e Corpo de Bombeiros.

Na Terra Indígena do Rio Gregório, em Tarauacá, todas as 18 aldeias dos povos Yawanawa e Noke Ko’í foram atingidas pela alagação. A cheia comprometeu roçados, criações de animais, sistemas de energia solar e o acesso à água potável. Também há registros de impactos em aldeias dos povos Shawãdawa e Apolima Arara, no Vale do Juruá.

Estado vai garantir todo o apoio necessário. Foto: cedida

Desde que tomou conhecimento da gravidade da situação, a governadora Mailza Assis determinou o envio imediato de apoio às regiões atingidas. Equipes da Defesa Civil Estadual já estão em campo, especialmente no rio Gregório, realizando levantamentos técnicos e coordenando as primeiras ações de apoio humanitário.

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“Determinamos que toda a ajuda necessária chegue às terras indígenas afetadas e ribeirinhos, com apoio humanitário e ações integradas para atender as comunidades neste momento”, afirmou.

Diante dos impactos severos da cheia nas terras indígenas, a secretária extraordinária de Povos Indígenas, Francisca Arara, intensificou o acompanhamento dos povos afetados.

“Desde o primeiro momento em que a governadora Mailza ficou sabendo da situação, ela já entrou em contato conosco para prestar todo  apoio necessário. Estamos acompanhando a situação diretamente junto às lideranças das terras indígenas, buscando informações atualizadas sobre os impactos da cheia. Já solicitamos à Defesa Civil o envio de equipes para fazer o levantamento dos danos, como perdas na produção, nos criatórios, nos sistemas de energia solar e no acesso à comunicação. É um momento de muita preocupação e de trabalho intenso, mas seguimos mobilizados para garantir o apoio necessário às comunidades afetadas”, destacou.

Centenas de famílias foram atingidas pela cheia. Foto: cedida

Além disso, a SEASDH organiza o envio de cestas básicas, itens de primeira necessidade e apoio às famílias desalojadas. O Corpo de Bombeiros Militar também participa das operações, auxiliando no resgate, transporte e suporte às comunidades isoladas.

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De acordo com órgãos de monitoramento, o volume de chuvas em abril está acima da média, com registros expressivos em cidades como Cruzeiro do Sul, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. A previsão indica continuidade das precipitações, o que mantém o alerta para novas elevações no nível dos rios, incluindo o Juruá, que pode atingir a cota de transbordamento nos próximos dias.

O governo do Acre segue em estado de atenção, reforçando o monitoramento e ampliando as ações de apoio às populações afetadas, com prioridade para as comunidades mais vulneráveis.

Fonte: Governo AC

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