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11º Leilão Primavera Casa Branca Agropastoril traz oferta de genética Nelore de ponta nos dias 29 e 30 de agosto

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A Casa Branca Agropastoril, referência nacional na seleção da raça Nelore, promove nos dias 29 e 30 de agosto o 11º Leilão Primavera Casa Branca. O evento contará com a oferta de bezerras, novilhas, oócitos e prenhezes criteriosamente selecionados, reforçando o compromisso da empresa em disponibilizar ao mercado o que há de melhor em genética Nelore.

Embryo Selection abre a programação

A primeira etapa acontece no dia 29 de agosto, às 20h, no Jockey Club de São Paulo, com o Embryo Selection. Serão colocados à venda:

  • 50% de duas bezerras de destaque da nova geração – Dhanya FIV CBA (Rima FIV Neru x Donna FIV CIAV) e Enya FIV CBA (Landau da Di Gênio x Carrara FIV Bonfiglioli, neta da consagrada Donna).
  • Um pacote especial de 300 oócitos de filhas da matriz Donna FIV CIAV.
  • 30 lotes de prenhezes de jovens doadoras da Casa Branca.

Segundo Fabiana Marques Borrelli, diretora da Casa Branca, essa etapa é “dedicada à nova geração de doadoras, fêmeas selecionadas com base em apuro genético, genealogia consistente e potencial indiscutível para elevar a qualidade de qualquer rebanho”.

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Histórico de grandes investimentos em matrizes

A Casa Branca é reconhecida por identificar e selecionar matrizes de destaque ainda muito jovens. Entre os exemplos estão Viatina-19 FIV Mara Móveis, adquirida aos 16 meses, JPN FIV Eva, comprada aos 17 meses e consagrada Grande Campeã Nacional 2022, além de Carina FIV do Kado, adquirida aos 10 meses e que se tornou recordista mundial de valorização e a única Tetra Grande Campeã Nacional da história do Nelore.

Top Class e Evolution encerram o leilão

No dia 30 de agosto, a programação segue com duas etapas transmitidas pelo Canal Rural:

  • Top Class (12h): com a oferta de fêmeas jovens, descendentes das principais doadoras do criatório, como Carina, Viatina-19, Isabela, Donna e Patrícia, entre outras.
  • Leilão Evolution (14h): com a venda de bezerras e novilhas de destaque da última geração, fruto da mais avançada genética da Casa Branca. No total, serão 90 lotes disponíveis.
Serviço – Como participar do leilão

Os interessados em mais informações sobre o 11º Leilão Primavera Casa Branca podem entrar em contato pelos telefones (35) 99803-1298 e (35) 3452-0828 ou pelo e-mail [email protected]

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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