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ABCZ divulga atualização genética do PMGZ Corte – AG 2025-4

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A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) divulgou a mais recente atualização do PMGZ Corte – AG 2025-4, reforçando o compromisso com a melhoria genética de zebuínos no Brasil. O programa é realizado em parceria com a Embrapa Gado de Corte e fornece informações detalhadas para orientar decisões de criação e manejo do rebanho.

Última atualização do ano reforça banco de dados robusto

Segundo Henrique Torres Ventura, superintendente adjunto de Melhoramento Genético da ABCZ, esta é a última atualização do ano e reforça a relevância do programa:

“A ABCZ detém o maior banco de dados genotípicos e fenotípicos de zebuínos do mundo, que não para de crescer. Além da quantidade, entregamos informação de qualidade, certificada pela ISO 9001, garantindo dados confiáveis para decisões estratégicas dos criadores.”

Atualmente, o banco genômico aproxima-se da marca de 600 mil animais genotipados, abrangendo as raças Guzerá, Nelore e Tabapuã. A partir do próximo ano, a expectativa é que a raça Brahman também seja incluída nas genotipagens.

Novas características genéticas e tecnológicas

Nesta atualização, o PMGZ Corte passou a incluir avaliações de carcaça por ultrassonografia para a raça Guzerá, permitindo aos criadores selecionar animais com melhor acabamento e área de olho de lombo, uma ferramenta importante para o mercado de carne de qualidade.

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O PMGZ Corte já contabiliza mais de 18,3 milhões de animais avaliados, abrangendo as raças Brahman, Gir, Guzerá, Indubrasil, Nelore, Sindi e Tabapuã, com mais de 21 milhões de fenótipos analisados até o momento.

Consulta pública disponível online

Os criadores interessados podem acessar a atualização do PMGZ Corte – AG 2025-4 na página de comunicações eletrônicas do site da ABCZ (abcz.org.br). Além disso, a consulta pública de touros também está disponível no mesmo canal, proporcionando transparência e facilitação na escolha genética do rebanho.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Outono no Cerrado exige atenção no campo, mas abre espaço para boas estratégias de manejo

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O outono marca uma fase de transição importante para a agricultura no Brasil, caracterizada pelo fim do período chuvoso e pela aproximação da estação seca. No Cerrado, essa mudança impacta diretamente o ritmo das lavouras, exigindo ajustes no manejo e maior atenção às condições climáticas.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento, a estação deve trazer desafios como redução das precipitações, solos mais secos e aumento das temperaturas, fatores que podem dificultar o desenvolvimento das culturas, especialmente as de segunda safra.

Apesar disso, o período também abre espaço para oportunidades no campo, já que o clima mais estável favorece o avanço das operações agrícolas e a adoção de estratégias mais planejadas.

Clima mais seco favorece avanço das operações agrícolas no Cerrado

Com a diminuição das chuvas entre abril e maio nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, o produtor rural encontra melhores condições para a execução das atividades de campo.

“A redução da umidade do solo pode ajudar o trabalho no campo a avançar. Com menos chuva em abril e maio no Centro-Oeste e Sudeste, como aponta a Conab, o produtor pode finalizar a colheita e tocar as operações com menos interrupções. Para quem está com a segunda safra, o foco agora é aproveitar melhor a umidade que ainda resta no solo”, explica Manoel Álvares.

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O cenário favorece a organização das atividades agrícolas, reduzindo paralisações e permitindo melhor aproveitamento da janela operacional.

Atraso no plantio exige ajustes no planejamento agrícola

As chuvas mais intensas durante o verão provocaram atraso no plantio em diversas regiões, o que encurtou a janela ideal para algumas culturas e obrigou produtores a reverem o planejamento.

Diante desse cenário, muitos agricultores optaram por cultivares mais adaptadas e ajustaram o manejo das lavouras. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento, mesmo com redução na área plantada, culturas como milho, feijão e algodão ainda apresentam bom potencial produtivo, desde que recebam manejo adequado.

Altas temperaturas aumentam demanda por atenção ao manejo

As temperaturas mais elevadas típicas do Cerrado durante o outono também influenciam o desenvolvimento das lavouras. O aumento do calor intensifica a necessidade de atenção à disponibilidade de água no solo, ao mesmo tempo em que favorece o crescimento das plantas quando há manejo adequado.

Controle fitossanitário exige monitoramento constante

O período também demanda maior vigilância no controle de pragas. Entre os principais desafios fitossanitários estão a lagarta-do-cartucho, a mosca-branca e os percevejos, que tendem a se intensificar nesta época do ano.

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O acompanhamento constante dessas ameaças é essencial para evitar perdas de produtividade e garantir o bom desenvolvimento das culturas.

Planejamento e manejo transformam desafios em produtividade

Para especialistas do setor, o outono no Cerrado representa um momento estratégico para transformar desafios climáticos em oportunidade de melhor gestão no campo.

Segundo Manoel Álvares, mesmo com uma janela mais curta e condições mais secas, o produtor dispõe de ferramentas para tomar decisões mais planejadas.

“Mesmo em uma época mais seca e com uma janela mais curta, o produtor do Cerrado dispõe de ferramentas para tomar decisões mais planejadas. É um período que valoriza o bom manejo e traz bons resultados para quem se antecipa”, destaca o especialista.

Cenário reforça importância da gestão eficiente no campo

O avanço do outono no Cerrado reforça a importância do planejamento agrícola, da adoção de boas práticas de manejo e do uso de tecnologia para mitigar riscos climáticos.

Apesar dos desafios impostos pelo clima, o período pode ser positivo para quem consegue ajustar estratégias e otimizar o uso dos recursos disponíveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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