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ADM apresenta inovações em bebidas funcionais e sustentáveis na Drinktec 2025

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A ADM, líder global em grãos, insumos e nutrição humana e animal, participará da Drinktec 2025, maior feira mundial do setor de bebidas, que acontece de 15 a 19 de setembro em Munique, Alemanha. Durante o evento, a empresa apresentará soluções inovadoras que combinam funcionalidade, sabor e conveniência, atendendo às tendências globais e às demandas de consumidores por produtos que promovam bem-estar e estilo de vida saudável.

“A presença do nosso time da América Latina na Drinktec reforça o compromisso da ADM em conectar tendências globais às necessidades locais, oferecendo soluções completas e inovadoras em bebidas”, destaca Flávia Inoue, gerente de marketing de bebidas da ADM para a América Latina.

Stand da ADM apresenta tecnologias avançadas e portfólio global

No stand C3-102 (Hall C3), especialistas da ADM demonstrarão como utilizam pesquisa avançada e tecnologias próprias para desenvolver bebidas que atendam às expectativas do mercado. Entre os destaques estão:

Bebidas funcionais e inovadoras

Produtos voltados para bem-estar, hidratação, energia, saúde intestinal e equilíbrio emocional, com ingredientes naturais como prebióticos, probióticos, pós-bióticos, extratos botânicos e soluções para redução de açúcar.

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Lúpulo e versatilidade em drinks

O amargor refrescante do lúpulo está sendo explorado para novas bebidas alcoólicas e não alcoólicas, incluindo cervejas low ou zero álcool e soluções de amargor natural. A ADM também apresenta novidades do portfólio expandido após a aquisição da TNS (Totally Natural Solutions), empresa britânica especializada em extratos naturais de lúpulo que oferecem alternativas sustentáveis e inovadoras de saborização.

Inovações sensoriais, aromas, cores e adoçantes

Os formuladores da ADM demonstram a combinação da tecnologia TasteSpark® com soluções autênticas de sabor, incluindo perfis cítricos versáteis e adoçantes de alta qualidade. O portfólio Colors from Nature® oferece alternativas limpas, estáveis e visualmente atraentes aos corantes artificiais, atendendo tanto a experiências sensoriais familiares quanto ousadas.

Soluções completas para food service

Xaropes e caldas de alta qualidade para cafés e frappés proporcionam experiências diferenciadas aos consumidores fora de casa, reforçando a aplicabilidade das soluções globais em diversos segmentos.

Palestra e presença de especialistas da ADM

Durante a feira, a ADM realizará a palestra “Drink Different – more with every sip!”, apresentada por Divya Mohan, diretora de CD&D Global da área de saúde e bem-estar, no dia 16 de setembro, às 14h30 CEST, no Liquidrome Wave Stage (Hall C4, Stand 179).

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Além disso, os especialistas Flávia Inoue, Jochen Heininger (VP Global Beverages Marketing) e Jochen Kistner (Diretor de Marketing de Categoria para EMEA) estarão disponíveis no stand da ADM para fornecer informações sobre soluções globais de bebidas, incluindo energéticos, lifestyle drinks, coquetéis RTD e bebidas funcionais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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