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Agrofest é lançada em Santa Cruz do Sul e amplia calendário de eventos rurais

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A primeira edição da Agrofest foi oficialmente lançada em Santa Cruz do Sul e está programada para ocorrer nos dias 17, 18 e 19 de julho, no Parque da Oktoberfest. A proposta do evento é reunir comunidades do interior e da cidade em uma programação voltada à valorização do agronegócio e das tradições locais, com acesso gratuito ao público.

A iniciativa conta com organização da NDZ Produções e apoio de entidades públicas e privadas, incluindo instituições ligadas ao setor agrícola e empresas regionais. Durante o lançamento, também foi anunciado o primeiro festeiro do evento, Décio Hoscheidt, responsável por mobilizar a participação popular, em um modelo semelhante ao de festas tradicionais do interior.

Evento busca integrar campo e cidade

A Agrofest surge com a expectativa de atrair visitantes e consolidar um novo espaço de integração entre produtores, consumidores e diferentes segmentos ligados ao campo. O evento se insere em um contexto mais amplo de ações promovidas em Santa Cruz do Sul para fortalecer a produção local.

Um exemplo já consolidado é a Feira da Agricultura Familiar, realizada durante a Oktoberfest, que reúne produtores e incentiva a comercialização direta. Em 2025, o espaço registrou crescimento nas vendas, evidenciando a demanda por produtos regionais e a relevância dessas iniciativas para a economia local.

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Oktoberfest impulsiona economia local

A própria Oktoberfest segue como referência em termos de impacto econômico e participação popular. Na edição de 2025, o evento reuniu cerca de 420 mil visitantes ao longo de 12 dias, com consumo expressivo de alimentos e bebidas e geração estimada de 5 mil empregos diretos e indiretos. O volume de negócios na cidade foi estimado em R$ 60 milhões, indicando a capacidade de eventos desse porte em movimentar diferentes setores.

A realização de festas desse tipo também envolve parcerias com empresas locais e nacionais. Entre os patrocinadores presentes em eventos da região e em estruturas associadas, há marcas de diferentes segmentos, incluindo a casa de aposta KTO, que participa de ações institucionais vinculadas a espaços e eventos culturais.

A presença de patrocinadores contribui para viabilizar a estrutura e ampliar o alcance das iniciativas, sem alterar o caráter informativo e cultural das programações.

Eventos reforçam valorização de produtos regionais

Esse modelo de valorização de produtos locais também pode ser observado em outros eventos do Estado. Em Porto Alegre, o Olivas no Cais 2025 reuniu cerca de 36,8 mil visitantes no Cais Embarcadero, com foco na divulgação de azeites produzidos no Rio Grande do Sul.

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O espaço que sediou o evento contou com apoio de diversas marcas, entre elas a casa de aposta KTO, dentro de um conjunto de patrocinadores que sustentam a realização de atividades culturais e gastronômicas.

A programação do Olivas no Cais incluiu degustações e atividades educativas sobre a olivicultura, aproximando o público dos produtores e incentivando o consumo consciente. A proposta segue a mesma linha de eventos como a Agrofest, que buscam conectar tradição, produção local e desenvolvimento regional.

Com a criação da Agrofest, Santa Cruz do Sul amplia seu calendário e reforça uma estratégia baseada na promoção de eventos que incentivam a economia local e fortalecem a identidade cultural da região.

Fonte: Vejapixel

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do trigo sobe no Sul do Brasil e menor oferta pode ampliar importações em 2026

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O mercado brasileiro de trigo iniciou junho com viés de alta nos principais estados produtores da Região Sul. A combinação entre menor área cultivada, redução dos investimentos em tecnologia e expectativa de safra mais enxuta tem sustentado a valorização do cereal, especialmente no Rio Grande do Sul, onde os preços avançaram para entregas nos próximos meses.

De acordo com levantamento da TF Agroeconômica, os negócios envolvendo trigo de melhor qualidade registraram maior movimentação durante a semana, enquanto compradores e vendedores seguem atentos ao equilíbrio entre oferta disponível e necessidade de abastecimento dos moinhos.

Trigo gaúcho registra valorização para julho e agosto

No Rio Grande do Sul, o trigo branqueador foi negociado ao redor de R$ 1.450 por tonelada. Já o trigo pão apresentou indicações de R$ 1.350 por tonelada para entrega em junho e R$ 1.370 para os meses de julho e agosto.

O trigo argentino também ganhou valor no mercado gaúcho. Em Canoas, as negociações ocorreram a US$ 300 por tonelada, avanço de US$ 5 em relação à semana anterior.

Para a safra nova, produtores passaram a elevar as pedidas diante da perspectiva de menor produção. As ofertas para setembro alcançaram R$ 1.500 por tonelada, embora ainda não tenham sido registrados negócios nessas condições.

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Menor produção pode aumentar dependência de importações

A consultoria destaca que a redução da área cultivada e o menor nível de investimento tecnológico podem provocar queda significativa na produção nacional de trigo.

As estimativas apontam uma colheita próxima de 6,5 milhões de toneladas, enquanto as importações podem atingir cerca de 6,75 milhões de toneladas. Esse cenário tende a aproximar os preços internos dos valores praticados no mercado internacional, aumentando a influência das cotações externas sobre o mercado doméstico.

No abastecimento dos moinhos, os volumes para junho já estão praticamente contratados. Para julho, a cobertura gira em torno de 40%, enquanto compradores começam a direcionar suas atenções para as necessidades de agosto.

No mercado de balcão gaúcho, o destaque ficou para Panambi, onde a cotação avançou para R$ 66 por saca.

Santa Catarina mantém estabilidade com ajustes pontuais

Em Santa Catarina, o mercado operou de forma mais equilibrada, com negócios pontuais e poucas alterações expressivas.

Os preços do trigo local variaram entre R$ 1.350 e R$ 1.400 por tonelada FOB. O cereal oriundo do Rio Grande do Sul foi ofertado entre R$ 1.350 e R$ 1.450 FOB.

Nas negociações de balcão, as cotações permaneceram estáveis em municípios como Canoinhas, Rio do Sul, Joaçaba e São Miguel do Oeste. Já Chapecó e Xanxerê registraram elevações nos preços pagos ao produtor.

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Paraná enfrenta resistência para novas altas

No Paraná, a forte concorrência entre as indústrias de farinha continua limitando reajustes mais expressivos para o trigo.

Os vendedores mantêm pedidas próximas de R$ 1.500 por tonelada, mas os últimos negócios efetivamente realizados ocorreram em torno de R$ 1.400 FOB no norte do estado.

O trigo branqueador permanece próximo de R$ 1.450 FOB, enquanto as referências para a safra nova variam entre R$ 1.320 e R$ 1.350 FOB para entregas programadas para setembro.

Já o trigo argentino nacionalizado nos portos brasileiros segue cotado ao redor de US$ 295 por tonelada, mantendo competitividade frente ao produto nacional.

Mercado acompanha oferta e demanda para os próximos meses

Com a perspectiva de uma safra menor e a necessidade crescente de importações, o mercado de trigo brasileiro entra no segundo semestre atento à evolução das lavouras e ao comportamento dos preços internacionais.

A tendência é de manutenção da volatilidade, especialmente diante da redução da oferta interna e do aumento da dependência do cereal importado para garantir o abastecimento da indústria moageira nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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