AGRONEGÓCIO
Agrotins volta em maio e consolida vitrine de tecnologia no Norte
AGRONEGÓCIO
A principal feira do agronegócio da Região Norte já tem data para voltar ao calendário do produtor. A 26ª edição da Agrotins será realizada entre 12 e 16 de maio de 2026, em Palmas, capital de Tocantins, com expectativa de manter e ampliar o volume de negócios bilionários registrados no ano passado.
Consolidada como uma das maiores vitrines tecnológicas do agro brasileiro, a feira movimentou mais de R$ 5 bilhões em 2025 e reuniu cerca de 192 mil visitantes, entre produtores, técnicos, empresas e instituições de pesquisa. A edição também contou com mais de 1,1 mil expositores, cobrindo toda a cadeia produtiva, de máquinas e implementos a soluções digitais e energia no campo.
Realizada pelo governo do Tocantins, a Agrotins se consolidou ao longo dos anos como o principal ambiente de negócios agropecuários da região Norte, conectando tecnologia, crédito e inovação diretamente ao produtor. A tendência para 2026 é de ampliação dessa agenda, com reforço na presença de empresas e maior oferta de soluções voltadas à eficiência produtiva.
A programação mantém o perfil técnico e comercial. Ao longo dos cinco dias, a feira reúne demonstrações de máquinas, apresentação de novas tecnologias, rodadas de negócios e atividades de capacitação. Em 2025, foram mais de 100 palestras e oficinas, com foco em temas diretamente ligados à produtividade e à gestão da propriedade.
Entre os destaques, seguem ganhando espaço tecnologias ligadas à agricultura de precisão, automação, energia renovável e digitalização do campo — ferramentas que vêm sendo incorporadas com mais velocidade pelo produtor, sobretudo em regiões de expansão agrícola como o Matopiba.
Além do peso econômico, a Agrotins também funciona como termômetro do avanço da produção na região. O Tocantins e os estados vizinhos têm ampliado área e produtividade nos últimos anos, puxados por soja, milho e pecuária, o que aumenta a demanda por tecnologia, crédito e serviços especializados — exatamente o foco da feira.
Nesse cenário, a edição de 2026 chega como ponto de encontro estratégico para quem busca fechar negócios, atualizar manejo e antecipar tendências em um mercado cada vez mais competitivo.
Serviço
Evento: Agrotins 2026
Data: 12 a 16 de maio
Local: no Parque Agrotecnológico Engenheiro Agrônomo Mauro Mendanha – Palmas
Fonte: Pensar Agro
AGRONEGÓCIO
Preço do milho segue estável no Brasil à espera da safrinha; exportações avançam mais de 70%
O mercado brasileiro de milho registrou pouca movimentação ao longo da semana, refletindo a postura cautelosa de compradores e vendedores diante da proximidade da entrada mais intensa da segunda safra no país. A expectativa de aumento da oferta mantém o ritmo de negociações lento, enquanto produtores buscam sustentar os preços em meio ao avanço da colheita.
Segundo análise da Safras & Mercado, o cenário continua marcado por baixa liquidez e poucas alterações nas cotações, tanto no mercado físico quanto nas negociações futuras.
Compradores aguardam maior oferta da safrinha
Os consumidores seguem atuando de forma pontual, adquirindo apenas volumes necessários para reposição imediata. O comportamento demonstra conforto nos estoques e expectativa de que a colheita da segunda safra amplie a disponibilidade do cereal nas próximas semanas.
Do lado da oferta, os produtores avançam na comercialização da produção, mas mantêm resistência em aceitar preços considerados baixos. Em diversas regiões, as pedidas continuam acima dos valores ofertados pelos compradores, limitando o fechamento de novos negócios.
A expectativa do mercado é que o avanço da colheita da safrinha aumente a pressão sobre os preços, principalmente nas regiões de maior produção.
Clima segue no radar dos agentes do mercado
As condições climáticas continuam sendo acompanhadas de perto pelos participantes do setor.
O mercado monitora a possibilidade de novas chuvas na Região Sul, em São Paulo, no sul de Minas Gerais e em áreas produtoras de Goiás. Apesar das especulações sobre eventuais impactos na produtividade, ainda não há confirmação de perdas relevantes.
Outro fator observado é o risco de geadas. No entanto, as previsões meteorológicas atuais não indicam ocorrência de frio intenso capaz de provocar danos significativos às lavouras.
Relatório do USDA influencia expectativas globais
No cenário internacional, as atenções estiveram voltadas para a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
O documento trouxe atualizações importantes para o mercado global de grãos e reforçou a percepção de ampla disponibilidade de milho, fator que continua pressionando os preços na Bolsa de Chicago.
A queda das cotações internacionais tem reduzido a competitividade do milho brasileiro nos portos, mesmo com a valorização do dólar frente ao real.
Exportações avançam em volume, mas preços médios recuam
Apesar dos desafios relacionados à paridade de exportação, os embarques brasileiros de milho apresentaram crescimento expressivo no início de junho.
De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 126,061 mil toneladas de milho nos quatro primeiros dias úteis do mês, com média diária de 31,515 mil toneladas.
A receita acumulada alcançou US$ 29,451 milhões, com média diária de US$ 7,362 milhões.
Na comparação com junho de 2025, os resultados mostram:
- Alta de 57,9% na receita média diária;
- Crescimento de 70,6% no volume médio diário exportado;
- Queda de 7,4% no preço médio por tonelada.
O valor médio da tonelada exportada ficou em US$ 233,60.
Cotações do milho permanecem estáveis nas principais regiões produtoras
O preço médio da saca de milho no Brasil foi cotado em R$ 61,12 no dia 11 de junho, praticamente estável em relação aos R$ 61,14 registrados na semana anterior.
Nas principais praças acompanhadas pelo mercado, os preços apresentaram poucas variações:
- Cascavel (PR): R$ 60,00 por saca;
- Campinas (SP/CIF): R$ 65,00 por saca;
- Mogiana Paulista (SP): R$ 60,00 por saca;
- Rondonópolis (MT): R$ 51,00 por saca;
- Erechim (RS): R$ 69,00 por saca;
- Uberlândia (MG): R$ 60,00 por saca;
- Rio Verde (GO): R$ 58,00 por saca.
A estabilidade observada reforça o momento de transição vivido pelo mercado, que aguarda uma definição mais clara sobre o tamanho da safra e o ritmo efetivo da colheita.
Safrinha deve definir tendência dos preços nos próximos meses
O comportamento do mercado de milho nas próximas semanas dependerá diretamente do avanço da colheita da segunda safra, considerada a principal do país.
Caso a produtividade se confirme dentro das expectativas atuais, a entrada de grandes volumes no mercado poderá ampliar a oferta disponível e exercer pressão adicional sobre as cotações.
Por outro lado, eventuais problemas climáticos ou atrasos na colheita podem limitar esse movimento e sustentar os preços por mais tempo.
Enquanto esse cenário não se define, compradores seguem cautelosos e produtores mantêm postura firme nas negociações, resultando em um mercado de baixa liquidez e pouca variação nos preços.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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