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Bahia Investe em Fertilizante Natural para Impulsionar a Cafeicultura

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A Bahia se destaca como o quarto maior produtor de café do país e líder no Nordeste, com cerca de 133 mil hectares dedicados à cultura. Com polos importantes em Ibicoara, Barra do Choça, Vitória da Conquista, Barra da Estiva e Eunápolis, o estado concentra a produção de grãos arábica e conilon, enquanto os cafés especiais vêm ganhando espaço em áreas estratégicas.

Segundo a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri), a previsão de safra para 2025 é de 265.920 toneladas, equivalentes a 4,4 milhões de sacas.

Desafios da Cafeicultura Baiana

Apesar do potencial, a cafeicultura enfrenta desafios crescentes, como o esgotamento do solo, alto custo de insumos e impactos climáticos intensos, que afetam a produtividade e a qualidade dos grãos.

Fertilizante Remineralizador: Tecnologia Sustentável

Para enfrentar esses desafios, produtores baianos vêm adotando o fertilizante remineralizador de solo, produzido pela Vulcano Agrominerais. Fabricado a partir de rochas ricas em minerais essenciais, o produto melhora as propriedades físico-químicas do solo, promovendo um café com aroma e sabor superiores.

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O engenheiro agrônomo e especialista em fertilidade do solo, André Dias, explica:

“Diferente dos fertilizantes químicos convencionais, o remineralizador libera nutrientes gradualmente, promovendo melhorias estruturais e biológicas consistentes.”

Entre os benefícios do produto estão:

  • Fornecimento equilibrado de macro e micronutrientes;
  • Maior retenção de água no solo;
  • Estímulo à microbiota do solo, fortalecendo a saúde das plantas;
  • Redução da dependência de fertilizantes químicos solúveis;
  • Sustentabilidade econômica e ambiental, com menor impacto ao longo do tempo.
Potencial de Crescimento e Exportações

Em 2024, a Bahia exportou 81,6 mil toneladas de café, gerando US$ 294,9 milhões para a economia estadual. No primeiro quadrimestre de 2025, as exportações totalizaram 33,3 mil toneladas, com retorno de US$ 199,7 milhões, de acordo com a Seagri.

Inovação e Sustentabilidade no Oeste Baiano

Com foco em tecnologia e inovação, a Vulcano Agrominerais se posiciona como um investimento estratégico para produtores que desejam fortalecer a cafeicultura baiana. O uso de remineralizadores ajuda a consolidar o Oeste da Bahia como referência nacional em sustentabilidade agrícola, unindo produtividade, rentabilidade e preservação ambiental.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safrinha de milho 2026: colheita começa em Goiás com produtividade abaixo do potencial após estiagem

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A colheita da segunda safra de milho 2026 começou no sudoeste de Goiás e já revela os desafios enfrentados pelos produtores ao longo do ciclo. Embora as primeiras áreas apresentem produtividade satisfatória, os impactos da estiagem registrada durante o desenvolvimento das lavouras devem limitar o potencial produtivo da safra no estado.

Na área de atuação da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo), cerca de 1% dos 1,1 milhão de hectares cultivados já foram colhidos. Em Rio Verde, principal polo agrícola da região, os trabalhos avançam sobre aproximadamente 3% dos 400 mil hectares plantados com milho safrinha.

Primeiras áreas apresentam bons resultados

Segundo informações do departamento técnico da cooperativa, as áreas consideradas mais favorecidas apresentaram produtividade inicial em torno de 7.200 quilos por hectare, resultado considerado positivo para o início da colheita.

Entretanto, a expectativa é que esse desempenho não represente a realidade da maior parte das lavouras que ainda serão colhidas.

A falta de chuvas em momentos decisivos do ciclo comprometeu o desenvolvimento das plantas em diversas regiões produtoras, reduzindo significativamente o potencial produtivo da safra.

“Os primeiros resultados são de áreas nobres, que receberam melhores condições de desenvolvimento. A tendência é de redução dos rendimentos médios à medida que a colheita avance”, avaliam técnicos da cooperativa.

Chuvas recentes podem atrasar os trabalhos

As precipitações registradas no último fim de semana no sudoeste goiano devem provocar uma desaceleração temporária da colheita.

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A expectativa é que o excesso de umidade no campo possa interromper ou reduzir o ritmo das operações por até dez dias em algumas áreas.

Apesar disso, as chuvas chegam tarde para reverter as perdas já consolidadas nas lavouras afetadas pela seca.

Os produtores seguem concentrados na retirada dos grãos do campo e na avaliação dos impactos efetivos sobre a produtividade final da safra.

Estiagem reduz expectativa de rendimento

De acordo com as projeções do setor técnico, a produtividade média da região deve ficar próxima de 4.200 quilos por hectare, número significativamente inferior ao observado nas áreas mais produtivas colhidas neste início de safra.

O resultado reflete principalmente os efeitos da irregularidade climática registrada durante os meses de desenvolvimento das lavouras.

A redução dos rendimentos preocupa produtores e cooperativas, especialmente diante do aumento dos custos de produção observado ao longo do ciclo agrícola.

Produção de Goiás deve cair mais de 3 milhões de toneladas

Levantamento mais recente da Safras & Mercado aponta uma redução expressiva na produção de milho safrinha em Goiás na temporada 2026.

A estimativa é de uma colheita de 12,592 milhões de toneladas, volume inferior às 16,058 milhões de toneladas obtidas em 2025.

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A queda representa uma retração superior a 21% na produção estadual.

O cenário chama atenção porque ocorre mesmo com o aumento da área cultivada.

Área cresce, mas produtividade recua

Segundo as projeções, a área destinada ao milho safrinha em Goiás deverá alcançar 2,421 milhões de hectares em 2026, crescimento de 1,2% em relação aos 2,392 milhões de hectares registrados no ciclo anterior.

No entanto, o avanço da área não foi suficiente para compensar as perdas causadas pelo clima adverso.

A produtividade média estadual está estimada em 5.200 quilos por hectare, abaixo dos 6.712 quilos por hectare registrados na safra passada.

Mercado acompanha impacto da quebra produtiva

A redução da produção goiana ocorre em um momento estratégico para o mercado brasileiro de milho. Goiás é um dos principais estados produtores do país e tem papel fundamental no abastecimento interno, na formação dos estoques e nas exportações.

Com a colheita ganhando ritmo nas próximas semanas, o mercado acompanhará de perto os resultados efetivos das lavouras para medir o impacto da quebra produtiva sobre a oferta nacional.

Apesar das perdas registradas em parte das áreas, a expectativa é de que o avanço da colheita traga maior clareza sobre o tamanho da safra e contribua para a definição dos movimentos de preços no segundo semestre.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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