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Leilão Matrizes da Fronteira deve movimentar mercado de genética bovina com 300 ventres na ExpoBrangus 2026

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ExpoBrangus 2026 recebe um dos principais leilões de matrizes do Sul do Brasil

A programação oficial da ExpoBrangus 2026 contará com mais uma edição do tradicional leilão Matrizes da Fronteira, promovido pela Cabanha La Reina e pela GAP Genética.

O remate será realizado nesta quinta-feira, 22 de maio, e ofertará cerca de 300 matrizes prenhas ou aptas à reprodução das raças Brangus, Braford e Angus.

A expectativa dos organizadores é de forte procura por animais com elevado padrão genético, impulsionada pelo momento favorável da pecuária de corte e pela valorização da carne premium no mercado nacional.

Mercado aquecido pode elevar preços em até 25%

Segundo os promotores do evento, a expectativa é de valorização média de aproximadamente 25% em relação aos preços registrados na edição de 2025.

O avanço acompanha o cenário de maior demanda por genética voltada à produção de carne de qualidade, especialmente em sistemas que priorizam ganho de peso, fertilidade, rendimento de carcaça e marmoreio.

O proprietário da La Reina, Diego Panosso, destaca que os animais ofertados são resultado de linhagens consolidadas e reconhecidas em pista.

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De acordo com ele, descendentes de matrizes comercializadas na edição anterior conquistaram premiações importantes no Mundial Brangus 2026, reforçando a qualidade genética dos ventres disponíveis no leilão.

Raça Brangus avança no Brasil com foco em carne premium

O crescimento da raça Brangus no Brasil também contribui para o otimismo do setor.

Segundo João Paulo Schneider da Silva, o mercado vive um momento estratégico para as raças sintéticas, impulsionado pela busca crescente por carne bovina de qualidade superior.

A combinação entre rusticidade, eficiência produtiva e qualidade de carne tem ampliado o interesse dos produtores por genética Brangus, principalmente em sistemas de cruzamento industrial.

O remate contará tanto com animais premiados quanto com lotes maiores de ventres prenhes, oferecendo opções para diferentes perfis de investidores e pecuaristas.

Leilão será presencial com transmissão online

O leilão Matrizes da Fronteira ocorrerá a partir das 19h no Parque Agrícola e Pastoril de Uruguaiana.

A transmissão online será realizada pela Lance Rural, ampliando o alcance do evento para compradores de diferentes regiões do país.

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Os organizadores destacam que a realização do remate em uma noite tradicional da feira deve ampliar ainda mais o interesse do público e o volume de negócios.

ExpoBrangus fortalece mercado de genética no Sul

A ExpoBrangus 2026 reúne importantes criatórios e empresas ligadas à genética bovina, nutrição animal e biotecnologia reprodutiva.

O evento consolida-se como uma das principais vitrines da pecuária de corte no Sul do Brasil, especialmente para as raças sintéticas voltadas à produção de carne premium.

Com o mercado pecuário aquecido e maior valorização da proteína bovina, a expectativa é de forte movimentação comercial durante os remates da feira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Encefalites equinas ameaçam rebanhos no Brasil e reforçam importância da vacinação preventiva

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Com um rebanho estimado em cerca de 5,8 milhões de equinos, o Brasil figura entre os maiores criadores de cavalos do mundo. A atividade movimenta bilhões de reais anualmente e desempenha papel estratégico em segmentos como esporte, lazer, trabalho e reprodução. Nesse cenário, a prevenção de doenças que afetam a saúde dos animais é considerada fundamental para a sustentabilidade da equideocultura nacional.

Entre os principais desafios sanitários do setor estão as encefalites equinas, enfermidades virais que afetam o sistema nervoso central e podem causar sérios prejuízos aos criadores. As doenças exigem atenção permanente de proprietários, médicos-veterinários e profissionais ligados à cadeia produtiva dos equinos.

Encefalites equinas representam risco para a saúde animal

As principais enfermidades desse grupo incluem a Encefalite Equina do Leste (EEE), a Encefalite Equina do Oeste (WEE) e a Encefalite Equina Venezuelana (VEE). Todas são transmitidas principalmente pela picada de mosquitos dos gêneros Culex e Aedes, que atuam como vetores dos vírus causadores da doença.

Os animais infectados podem apresentar sintomas neurológicos graves, alterações comportamentais, perda de coordenação motora, dificuldade de locomoção e redução significativa do desempenho físico. Em casos mais severos, a doença pode evoluir para óbito.

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Por se tratar de enfermidades que afetam diretamente o sistema nervoso, especialistas alertam para a importância da adoção de medidas preventivas contínuas ao longo de todo o ano.

Cavalos de competição exigem atenção redobrada

Animais que participam regularmente de provas, exposições, leilões e competições equestres estão entre os mais expostos aos riscos sanitários.

O deslocamento frequente para diferentes regiões aumenta o contato com ambientes variados e pode elevar a exposição aos mosquitos transmissores, especialmente em locais com condições favoráveis à proliferação dos insetos.

Raças de grande relevância para a equideocultura brasileira, como o Quarto de Milha e o Mangalarga Marchador, somam mais de 700 mil animais registrados no país e movimentam mais de R$ 9 bilhões por ano em atividades relacionadas ao setor.

Diante desse cenário, a manutenção de protocolos sanitários rigorosos é considerada essencial para preservar a saúde e o desempenho dos animais.

Vacinação é a principal ferramenta de prevenção

Especialistas destacam que a vacinação continua sendo a medida mais eficiente para reduzir os riscos associados às encefalites equinas.

Além da imunização, outras práticas de manejo sanitário contribuem para o controle da doença, como a eliminação de criadouros de mosquitos, o controle de insetos nas propriedades, a drenagem de áreas com água parada e o acompanhamento rigoroso do calendário sanitário dos animais.

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Segundo Chester Batista, gerente técnico de Equinos da Zoetis Brasil, a prevenção deve ser tratada como prioridade dentro das propriedades.

“A vacinação associada a um manejo sanitário adequado contribui para proteger a saúde dos equinos, preservar seu desempenho e garantir o bem-estar dos animais ao longo de toda a vida produtiva”, ressalta.

Sanidade fortalece a competitividade da equideocultura

O avanço da equideocultura brasileira tem aumentado a necessidade de investimentos em sanidade animal, especialmente em um mercado cada vez mais profissionalizado e exigente.

A adoção de programas preventivos, aliada ao acompanhamento veterinário constante, reduz riscos sanitários, minimiza perdas econômicas e contribui para o desenvolvimento sustentável da atividade.

Além de proteger os animais contra enfermidades de alto impacto, a prevenção fortalece a segurança sanitária dos plantéis e ajuda a manter a competitividade do setor, que segue entre os mais relevantes da pecuária nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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