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Bolsas da Ásia fecham perto de máxima em três anos impulsionadas por ações de IA

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As bolsas da China encerraram a sessão desta quinta-feira (11) em forte alta, aproximando-se do maior patamar em mais de três anos. O movimento foi puxado principalmente pelo otimismo em torno da inteligência artificial (IA), ainda que os investidores também demonstrem cautela diante da possibilidade de novas restrições dos Estados Unidos às importações de medicamentos chineses.

O índice de Xangai subiu 1,65%, alcançando 3.875 pontos, enquanto o CSI300, que reúne as maiores empresas listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 2,31%, a 4.548 pontos.

Ações de inteligência artificial lideram ganhos

Os papéis ligados à tecnologia e IA foram os grandes destaques da sessão. As ações onshore do setor dispararam 6,8%, registrando o maior salto diário desde outubro de 2024. A Cambricon Technologies, considerada um termômetro do setor, avançou 9%. Já as fabricantes de módulos ópticos Zhongji Innolight e Eoptolink Technology tiveram altas expressivas de 14% e 13%, respectivamente.

O índice STAR50, voltado para empresas de tecnologia, acumula valorização de 34% no ano, consolidando-se como motor da recuperação do mercado acionário chinês.

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Biotecnologia sofre com incertezas políticas

Enquanto o setor de IA apresentou forte desempenho, as ações de biotecnologia registraram queda. A pressão veio após informações de que o governo de Donald Trump avalia impor restrições abrangentes às importações de medicamentos chineses. Apesar do recuo inicial, as perdas foram parcialmente compensadas até o fechamento, com o índice CSI caindo 0,8%.

Desempenho dos principais índices asiáticos

Além da China, outras bolsas da região também tiveram movimentos variados:

  • Tóquio (Nikkei): +1,22%, a 44.372 pontos
  • Hong Kong (Hang Seng): -0,43%, a 26.086 pontos
  • Seul (Kospi): +0,9%, a 3.344 pontos
  • Taiwan (Taiex): +0,09%, a 25.215 pontos
  • Cingapura (Straits Times): +0,22%, a 4.355 pontos
  • Sydney (S&P/ASX 200): -0,29%, a 8.805 pontos

O desempenho positivo da maior parte das bolsas asiáticas reforça a influência crescente do setor tecnológico, especialmente da inteligência artificial, como motor de valorização nos mercados globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Oferta restrita impulsiona preço do café e mantém cotações em alta no mercado internacional

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A oferta limitada de café no mercado físico voltou a sustentar a valorização dos contratos futuros na última semana, reforçando o cenário de firmeza para as cotações internacionais. Mesmo diante da expectativa de uma safra recorde no Brasil, a menor disponibilidade imediata do produto, aliada a fatores técnicos e à atuação dos investidores, manteve o mercado aquecido.

De acordo com análise da StoneX, o café arábica alcançou as maiores cotações das últimas seis semanas, refletindo a combinação entre a leve deterioração das condições de colheita no Brasil e o movimento de recompra de posições vendidas por fundos de investimento.

O contrato de setembro de 2026 do café arábica encerrou a semana cotado a 273,2 centavos de dólar por libra-peso, acumulando valorização de 2,0% no período.

O desempenho reforça que, apesar da perspectiva de uma produção brasileira robusta em 2026, o mercado segue atento à disponibilidade de café no curto prazo. A restrição na oferta física continua sendo um dos principais fatores de sustentação dos preços, evidenciando a sensibilidade das bolsas às condições imediatas de abastecimento.

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Robusta também registra valorização

O mercado do café robusta acompanhou o movimento de alta, sustentado pelas preocupações relacionadas aos possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a produção mundial e pelo ritmo ainda moderado de comercialização no Brasil.

O contrato de setembro de 2026 fechou a semana cotado a US$ 3.627 por tonelada, avanço de 1,0% em relação à semana anterior. Durante o pregão de quinta-feira (25), a cotação chegou a US$ 3.692 por tonelada, o maior patamar registrado desde o fim de março.

Cenário externo influencia, mas fundamentos do café predominam

No ambiente macroeconômico, os investidores também monitoraram os desdobramentos das tensões entre Estados Unidos e Irã. A queda dos preços internacionais do petróleo ao longo do fim de semana ajudou a melhorar o sentimento dos mercados financeiros.

Apesar desse contexto, os fundamentos específicos do mercado cafeeiro continuaram sendo o principal direcionador das cotações. A evolução da colheita brasileira, a oferta disponível de grãos e a atuação dos fundos de investimento permaneceram no centro das atenções, sustentando tanto o café arábica quanto o robusta no mercado internacional.

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Com estoques ainda ajustados e comercialização cautelosa por parte dos produtores, o mercado segue acompanhando de perto o avanço da safra brasileira, fator que deverá continuar determinando o comportamento dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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