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BRANDT destaca tecnologias agrícolas em Dia de Campo da Cooperativa Bom Jesus no Paraná

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A BRANDT Brasil participa, entre os dias 25 e 27 de fevereiro, do 21º Dia de Campo da Cooperativa Bom Jesus, realizado na sede da cooperativa, localizada na Rodovia do Xisto (BR-476, KM 197,5), em Lapa (PR). O evento reúne produtores rurais, técnicos agrícolas, agrônomos e profissionais do agronegócio de toda a região em uma programação voltada à inovação e ao fortalecimento da agricultura cooperativista.

BRANDT leva inovação e resultados práticos ao campo

Durante os três dias de evento, a BRANDT apresentará campos demonstrativos com suas principais tecnologias e soluções nutricionais, permitindo aos visitantes acompanhar de forma prática os resultados obtidos com o uso dos produtos da marca.

O objetivo é mostrar como as inovações desenvolvidas pela companhia contribuem diretamente para o aumento da produtividade, da rentabilidade e da eficiência no manejo agrícola. Segundo a empresa, a presença no evento reforça o compromisso da BRANDT em oferecer soluções que unem tecnologia, sustentabilidade e suporte técnico especializado aos produtores.

Parceria fortalece laços com cooperativas e produtores

De acordo com a companhia norte-americana, a participação no Dia de Campo é estratégica para aprofundar a relação com a Cooperativa Bom Jesus e seus cooperados, consolidando o apoio da BRANDT ao sistema cooperativista e à troca de conhecimento técnico no setor.

“A aproximação com os produtores e o contato direto com o campo são fundamentais para que possamos desenvolver soluções cada vez mais eficazes e alinhadas às necessidades reais do agricultor”, destacou a empresa.

A BRANDT será representada no evento por Carlos Fernandes, responsável pelo desenvolvimento de mercado da marca na região Sul, que conduzirá as demonstrações e o atendimento aos visitantes.

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Evento reúne produtores e profissionais do agronegócio

O Dia de Campo da Cooperativa Bom Jesus é um dos eventos técnicos mais tradicionais do agronegócio paranaense. A programação é voltada a produtores rurais de diferentes gerações, agrônomos, técnicos e consultores, com foco em inovação tecnológica, capacitação e troca de experiências.

A edição deste ano tem como destaque a integração entre cooperativa, empresas parceiras e agricultores, promovendo conhecimento sobre novas práticas de manejo, sustentabilidade e tecnologias agrícolas voltadas ao aumento da rentabilidade no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos

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Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.

Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.

No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.

Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.

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O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.

No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.

Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.

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Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.

Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.

A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.

O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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