RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Carne Angus mostra alta rentabilidade e qualidade em desossa técnica durante o Show Rural Coopavel

Publicados

AGRONEGÓCIO

Desossa técnica comprova valorização da carne Angus no mercado

A rentabilidade e a qualidade superior das carcaças Angus foram destaque no Show Rural Coopavel, em Cascavel (PR). O Programa Carne Angus Certificada realizou uma desossa técnica que chamou a atenção de criadores, consumidores e visitantes, comprovando, na prática, o potencial da genética Angus para gerar ganhos em todos os elos da cadeia produtiva — do campo à indústria.

O gerente nacional do programa, Maychel Borges, destacou que a carne Angus é sinônimo de qualidade e retorno financeiro.

“É uma genética que aumenta o giro e a margem da pecuária. O consumidor reconhece e valoriza cortes de qualidade, o que se reflete em maior rentabilidade para toda a cadeia”, afirmou Borges.

Genética de alto desempenho impulsiona a pecuária

Segundo Borges, a Carne Angus é desenvolvida para atender um público exigente, que busca produtos premium e está disposto a pagar mais pela qualidade. Essa característica garante maior rentabilidade tanto para o produtor quanto para a indústria.

“O consumidor que paga mais também exige mais. E a Angus entrega exatamente isso: qualidade, padronização e sabor”, completou o gerente.

Evento contou com demonstração prática e degustação de cortes nobres

A desossa técnica foi realizada no estande da Associação Brasileira de Angus em parceria com a Cooperativa Padrão Beef. O especialista Maicon Moraes conduziu a apresentação, mostrando o aproveitamento dos cortes Angus, que logo foram levados à brasa para degustação.

Leia Também:  Chuvas intensas elevam pressão da ferrugem asiática sobre a soja

Entre os cortes preparados estavam picanha, maminha, alcatra, filé mignon, porterhouse, t-bone, bife de chorizo, ancho, capa do filé e bananinha.

De acordo com o diretor executivo da Associação Brasileira de Angus, Mateus Pivato, os resultados refletem o padrão de qualidade exigido pelo Programa Carne Angus Certificada, que atua em 60 plantas industriais de 30 empresas distribuídas por todas as regiões do país.

“Os cortes Angus apresentam excelente acabamento e padronização, pilares essenciais do programa de certificação”, destacou Pivato.

Parceria entre Angus e cooperativa eleva padrão da carne

O presidente da Padrão Beef, Lindonez Rizzotto, celebrou os resultados obtidos com a parceria firmada com a Associação Brasileira de Angus. Segundo ele, o selo de qualidade garante ao consumidor a origem e a excelência do produto.

“A parceria nos dá a segurança de que estamos entregando uma carne com padrão superior, acompanhada por técnicos que asseguram acabamento e qualidade. Estamos atendendo exatamente o que o mercado exige”, afirmou Rizzotto.

Certificação que agrega valor à pecuária nacional

O Programa Carne Angus Certificada reforça o compromisso com a qualidade, rastreabilidade e sustentabilidade, contribuindo para elevar o padrão da carne brasileira no mercado interno e internacional.

Leia Também:  Dólar se mantém estável ante o real com influências do petróleo e projeções do Focus

A iniciativa demonstra que a genética Angus não apenas garante cortes premium, mas também aumenta a lucratividade e fortalece a imagem da pecuária nacional, consolidando o Brasil como um dos principais produtores de carne de alta qualidade do mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Soja despenca em Chicago, trava negócios no Brasil e mantém preços estáveis no mercado físico

Publicados

em

Por

A forte desvalorização dos contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) marcou o mercado ao longo da semana e contribuiu para a paralisação das negociações no Brasil. Mesmo com a valorização do dólar frente ao real, o recuo das cotações internacionais reduziu o interesse dos agentes do mercado e manteve a comercialização em ritmo lento nas principais regiões produtoras do país.

A combinação entre a queda expressiva em Chicago e o feriado da última quinta-feira diminuiu a liquidez do mercado brasileiro. Como resultado, os preços da oleaginosa permaneceram praticamente inalterados nos principais polos de comercialização.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu cotada a R$ 126,00 durante toda a semana. Em Cascavel (PR), o valor permaneceu em R$ 121,00 por saca. Já em Rondonópolis (MT), a referência ficou em R$ 110,00. No Porto de Paranaguá (PR), importante termômetro das exportações brasileiras, a cotação se manteve em R$ 132,00 por saca.

Chicago atinge menor nível desde fevereiro

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja com vencimento em julho, os mais negociados do mercado, acumularam perdas superiores a 5% na semana. Na manhã desta sexta-feira (5), o contrato era negociado a US$ 11,26 por bushel, o menor patamar registrado desde o início de fevereiro.

Leia Também:  Brasil consolida liderança na produção e exportação de pimenta-do-reino

A pressão baixista está diretamente relacionada aos fundamentos globais da oferta. As condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos seguem beneficiando o desenvolvimento das lavouras, reforçando as expectativas de uma safra cheia na temporada 2026/27.

Além disso, o mercado já começa a revisar para cima as projeções de produtividade das lavouras norte-americanas. O cenário se soma às safras robustas colhidas recentemente por Brasil e Argentina, ampliando a disponibilidade global da commodity e aumentando a pressão sobre os preços internacionais.

Demanda chinesa ainda decepciona mercado

Pelo lado da demanda, os investidores seguem atentos ao comportamento das importações chinesas. Apesar do acordo comercial firmado entre China e Estados Unidos em maio, o mercado ainda não observa uma retomada consistente das compras chinesas de soja norte-americana.

A ausência desse movimento limita o potencial de recuperação das cotações e reforça o ambiente de cautela entre os participantes do mercado internacional.

Relatório do USDA e tensão geopolítica seguem no radar

Nas próximas semanas, dois fatores devem continuar influenciando os preços da soja.

Leia Também:  Moraes concede prisão domiciliar temporária a Bolsonaro por 90 dias por motivos de saúde

O primeiro é o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima quinta-feira, dia 11. O documento poderá trazer novas revisões para produção, estoques e exportações da oleaginosa.

O segundo fator é a escalada das tensões no Oriente Médio, que continua gerando volatilidade nos mercados financeiros e energéticos. O impacto sobre os preços do petróleo e o comportamento dos investidores permanecem no centro das atenções.

Dólar sobe, mas não consegue compensar perdas externas

No mercado cambial, o dólar apresentou valorização ao longo da semana, impulsionado pelas incertezas geopolíticas, preocupações com a inflação global e pela expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana avançou cerca de 1,4% frente ao real no período, voltando ao patamar de R$ 5,12.

Apesar do movimento favorável para as exportações brasileiras, a alta do câmbio não foi suficiente para neutralizar o impacto negativo provocado pela forte queda das cotações em Chicago, mantendo o mercado doméstico praticamente paralisado e com poucas alterações nos preços da soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA