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Catalytic Generators acelera expansão global e aposta em tecnologia digital para amadurecimento inteligente em 2026

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Expansão internacional e foco em inovação tecnológica

A Catalytic Generators, empresa especializada em sistemas de aplicação de etileno para o amadurecimento de frutas, iniciou 2026 com uma estratégia ambiciosa de crescimento e inovação. Após registrar expansão significativa na Europa, China e América Latina — incluindo o Brasil —, a companhia apresentou na Fruit Logistica Berlin seu plano de expansão global e o lançamento de novas tecnologias digitais voltadas ao controle e monitoramento remoto de suas operações.

Crescimento sólido e fortalecimento na Europa

De acordo com Greg Akins, presidente e CEO da Catalytic Generators, o evento foi uma oportunidade estratégica para consolidar parcerias e compreender as novas demandas do setor.

“A Fruit Logistica é sempre um ponto de referência valioso para entender para onde a indústria de amadurecimento está indo, especialmente na Europa. Este ano, vimos um forte interesse nas nossas soluções e recebemos retornos positivos de clientes atuais e potenciais”, destacou Akins.

O executivo ressaltou que a empresa vem se destacando por manter foco exclusivo na aplicação de etileno — ao contrário de outros fornecedores que trabalham com múltiplos gases. Segundo ele, esse posicionamento tem garantido maior confiança e fidelização dos clientes, especialmente em mercados que buscam previsibilidade e segurança no processo de amadurecimento.

Brasil ganha espaço na estratégia latino-americana

A Catalytic Generators também vem ampliando sua presença na América Latina, com ênfase no mercado brasileiro. A empresa mantém parceria com a Embol Mais, que atua na divulgação e expansão dos sistemas de aplicação segura de etileno no amadurecimento de bananas e abacates.

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Com a crescente demanda por soluções de amadurecimento controlado, o Brasil é visto como um dos mercados estratégicos de longo prazo dentro do plano de internacionalização da companhia.

Resultados expressivos e avanços regulatórios

Em 2025, a empresa registrou aumento global nas vendas dos geradores de etileno e do concentrado Ethy-Gen® II, impulsionado pelo avanço nos mercados europeu e chinês, além do crescimento constante na América Latina.

Na Europa, a Catalytic Generators conquistou aprovação regulatória para o amadurecimento de abacates na Holanda e trabalha na obtenção de novas licenças em outros países. Com visitas técnicas e participação ativa em feiras do setor, a empresa reforça seu compromisso em oferecer soluções simples, seguras e eficientes.

“Quando os clientes percebem como nosso sistema é confiável no uso diário, a dúvida deixa de ser ‘por que mudar’ e passa a ser ‘quando podemos implementar’”, ressaltou Akins.

Europa como eixo estratégico do crescimento global

A Europa permanece como o principal foco da estratégia global da Catalytic Generators em 2026. Além de representar um mercado exigente, a região demanda alto nível de conformidade regulatória, o que estimula investimentos significativos da empresa.

A companhia trabalha em conjunto com autoridades da União Europeia para garantir a renovação do registro do etileno como produto fitossanitário seguro e eficaz, reforçando seu compromisso com a qualidade, segurança e responsabilidade operacional.

“Escolhemos investir na Europa porque é um mercado que desafia os fornecedores a serem melhores e mais precisos”, afirmou Akins. “Atender aos mais altos padrões nos permite fortalecer a confiança dos amadurecedores em todo o mundo.”

2026: amadurecimento digital e conectado

Entre as prioridades da Catalytic Generators para 2026 está o lançamento de uma plataforma digital inovadora que permitirá o monitoramento remoto dos geradores de etileno.

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Prevista para o último trimestre do ano, a solução conectará os equipamentos a uma interface em nuvem, permitindo acompanhar o status do processo em tempo real, verificar o início e término da aplicação de etileno, controlar os níveis de Ethy-Gen® II e receber alertas automáticos sobre o desempenho.

Além disso, o sistema possibilitará ajustes remotos e integração com controles ambientais, garantindo maior precisão e eficiência.

“Essa inovação oferece aos amadurecedores tranquilidade e confiança durante o processo crítico de amadurecimento”, explicou Akins. “Com o controle digital, damos um passo além na nossa missão de tornar o uso do etileno mais simples e previsível.”

Olhar para o futuro

Com mais de 50 anos de atuação, a Catalytic Generators reforça seu compromisso em simplificar o uso do etileno e aprimorar continuamente o processo de amadurecimento de frutas.

Em 2026, a empresa aposta na combinação entre tecnologia, expansão global e sustentabilidade operacional para consolidar sua posição de liderança no mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Corrida global por terras raras leva Senado a discutir estratégia para minerais críticos

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O avanço da disputa internacional por minerais críticos e terras raras mobilizou a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que participou nesta semana de um debate no Senado sobre os caminhos para ampliar a presença do Brasil nas etapas de maior valor agregado da cadeia mineral.

A discussão ocorre em um cenário de crescente competição global por recursos considerados estratégicos para a produção de baterias, veículos elétricos, equipamentos eletrônicos, inteligência artificial, sistemas de defesa e geração de energia renovável. Nos últimos anos, Estados Unidos, China e União Europeia intensificaram políticas voltadas à segurança das cadeias de suprimentos e à redução da dependência externa desses insumos.

O Brasil aparece nesse cenário como um dos países com maior potencial geológico do mundo. Além de reservas de nióbio, grafita e lítio, o país possui importantes ocorrências de terras raras, grupo de minerais utilizados em equipamentos de alta tecnologia e considerados estratégicos pelas principais economias globais.

Durante audiência pública realizada pela Comissão de Relações Exteriores do Senado, integrantes da FPA defenderam a construção de uma política nacional voltada não apenas à extração mineral, mas também ao processamento industrial e à agregação de valor dentro do país. A avaliação apresentada durante o debate é que o Brasil corre o risco de repetir o modelo histórico de exportação de matéria-prima caso não avance em tecnologia, industrialização e segurança jurídica.

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INTERESSE MUNDIAL – Para o presidente do Instituto do Agronegócio, engenheiro agrônomo Isan Rezende, os minerais críticos e as terras raras deixaram de ser apenas uma questão mineral para se tornarem um tema de soberania econômica.

“O mundo vive uma corrida por recursos essenciais para a produção de baterias, semicondutores, inteligência artificial, sistemas de defesa e transição energética. O Brasil possui algumas das maiores reservas do planeta e precisa decidir se continuará exportando matéria-prima ou se avançará para ocupar posições mais estratégicas nessa cadeia.”

“O que preocupa é que as principais economias do mundo estão adotando políticas cada vez mais agressivas para garantir acesso a esses minerais. Os Estados Unidos ampliam sua pressão por acordos de fornecimento, a China mantém forte controle sobre etapas de processamento e diversos países passaram a restringir exportações para proteger suas próprias indústrias. O Brasil não pode assistir a esse movimento apenas como fornecedor de recursos naturais. É necessário construir uma política nacional que estimule pesquisa, industrialização, inovação e geração de valor dentro do país.”

“A discussão conduzida pela Frente Parlamentar da Agropecuária vai além da mineração. Estamos falando de desenvolvimento regional, atração de investimentos, geração de empregos qualificados e fortalecimento da competitividade brasileira. O país reúne reservas minerais, conhecimento técnico e capacidade produtiva para se tornar um protagonista global nesse mercado. Mas isso exige segurança jurídica, previsibilidade regulatória e uma estratégia de longo prazo que transforme riqueza geológica em riqueza econômica para os brasileiros.”

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Os Estados Unidos ampliaram programas de incentivo à produção doméstica e à diversificação de fornecedores, enquanto a China mantém posição dominante em etapas estratégicas do processamento de terras raras. Outros países produtores também passaram a restringir exportações de matérias-primas para estimular investimentos industriais locais.

No Senado, a discussão abordou ainda o Projeto de Lei 4.443/2025, que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A proposta busca estabelecer diretrizes para pesquisa, exploração, industrialização e atração de investimentos para o setor.

Entre os pontos destacados pelos participantes estão a necessidade de ampliar o conhecimento geológico do território brasileiro, fortalecer a pesquisa científica, estimular o desenvolvimento tecnológico e criar um ambiente regulatório capaz de atrair investimentos de longo prazo.

Para a FPA, o debate ultrapassa a questão mineral e passa a integrar uma agenda estratégica relacionada à competitividade da economia brasileira, à segurança das cadeias produtivas e ao posicionamento do país em um mercado que deve ganhar relevância crescente nas próximas décadas.

Fonte: Pensar Agro

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