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Colheita de Café 2025 na Área da Cooxupé Chega a 98,9% Concluída

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A colheita da safra de café 2025 está praticamente finalizada na área de atuação da Cooxupé, uma das maiores cooperativas de cafeicultores do Brasil. Segundo o boletim semanal da cooperativa, até 12 de setembro, os cooperados já haviam colhido 98,9% do total previsto para o período.

A cooperativa reúne mais de 21 mil famílias associadas, espalhadas por 360 municípios localizados nas regiões de Sul de Minas, Cerrado Mineiro, Matas de Minas e Média Mogiana, no estado de São Paulo.

Percentual de Colheita por Região

O avanço da colheita varia de acordo com cada região, conforme divulgado pela Cooxupé:

  • Sul de Minas: 99,3%
  • Cerrado Mineiro: 98,2%
  • Matas de Minas: 100%
  • Média Mogiana (São Paulo): 98,9%

O resultado geral indica que a praticamente totalidade da produção já foi colhida, refletindo a eficiência e organização dos cooperados da Cooxupé.

Expectativa para a Safra 2025

Com a colheita quase concluída, os cooperados agora se concentram na secagem, armazenamento e comercialização do café, etapas essenciais para garantir a qualidade do produto final e atender à demanda do mercado nacional e internacional.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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